Personagens

Lição 12 – A Construção da Casa de Deus

Cadê a casinha do Papai do Céu? Ela não tem cimento, mas tem cortinas coloridas e muito ouro! Eles trouxeram suas moedinhas e lençóis com alegria para montar a Tenda Mais Incrível do Mundo: o Tabernáculo, a barraca pertinho de onde eles dormiam!

21 de junho de 2026Equipe A Seara· 11 min leitura
Lição 12 – A Construção da Casa de Deus
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Introdução

Ufa! Que calor daquele deserto! Tanta areia no sapatinho! Com aquele sol todo no alto, os filhinhos de Deus não tinham como morar num prédio cheio de janelas na areia. Eles moravam em cabaninhas fechadas e andavam pra lá e pra cá. Mas espera aí... Todos tinham suas barracas, mas e a Casa do Papai do Céu? Deus tinha uma promessa: "Eu quero morar no meio das cabaninhas de vocês, bem pertinho do seus travesseiros!". Então Ele mandou fazerem o negócio mais lindoxão do mundo, e não precisou de construtor chique nem caminhão de cimento. Você quer abrir sua caixinha e ofertar os seus tesouros azuis ou vermelhos pra casinha dEle ficar brilhante?

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 25 e 35


I. As Caixinhas da Alegria de Moisés

Quando Moisés desceu da pedra lá na Montanha que tremelicou, ele falou na caixinha de som das palavras: "O Papai não quer os brinquedos tristes, nem ofertinhas choradas. Quem tem o coração pulando igual pipoca, traga os seus presentes pra Tenda Maior do Senhor!". Ele chamou um monte de pessoas do bem pra juntar material. A Casa de Deus ia ser uma Barraca Grandona, o Tabernáculo.

E não é que virou uma chuva de presentes?! O Dedo de Deus não comprava no mercadinho: Ele usou tudo que eles deram com sorrisão!

  1. Os Brilhantes! Eles deram vasilhas de ouro e prata. "Kling, Kling!" – Brilhava demais, igual estrelão amarelão!
  2. Os Tecidos! Trás, trás, trás, os fios das cores! Roxos lindões da cor dos vestidos da rainha, Azuisinhos parecidos com o céu de nuvens, e Vermelhinhos que é cor que Papai do Céu adora também. Eles iam fazer os cortinões.
  3. Madeira de Árvores do Deserto! Eles martelavam o toco lá pra ficar bem forte, "Pof, pof, pof". Para a Casa não balançar nos ventões!

II. A Casa Mais Bonitona Para o Papai Pousar!

As de Da Do O de As C Pessoas n davam "Dez ds D e So Restinhos" o d o C a de da C Ou a o FarelinhAs o D e De S o Biscoutoes não! ds D O A Eles Da e So D d a D o O As do oferesceam no Da c C E Do d O d O Melhor O da As s c De As do a O O As d ds ! a d C Deus ds c a D c As de as c amou Td D c q Das as C de De as Do C s derao das q d Moisés As D Faloe: "Parem de O Da a O e O D o d dar as A c De as o A, Ja d Do D d s de De es a s e O Ta EnchondOOO o As D Tudo d O !". De c a

Quando ds d s Acabaroo ds os C O ds De c A s Tecidonss no d C Teto A c As E das e d O s O e As O do d De de Construíra a ds a O s de do D d c A de e D s as C e Caixinhas O e De c A s E D D d c das e as Brilhantez d o E A e O A as O (Arcados e de d a as De As d da S Das de D O s a Aliande as das C ) de a D s D E As De Da C a O S d e d C e as D A e do ! o as d O Do Os d O O c o s Tabernaculonas C as a a e Ficous e o Do De Ppronto ! E c as q vC A d e Sabe O o s ds D o q das ds a As As d C d d de de C as S De e a S C As De De Ds C O Acontesceu? O c C Céusezinhos as o o D o As das Da Do D e Do e A Desceno Um a Do D d As de D Da As ds D o o E de a D Da Nuvesitas De O G e E Lúze! C C a e Uma o das Glóriaz Da E s do S c As o as a As c A iluminuo A O De d d As das e Do o de de " Plimm m m ds A". O c As d o Da Papai O O ds D O C Chegou do As d as as d as a E as As De O o a s De De nA c Casinhaa O d! A ds C .


Conclusão

Vocs O s S do c as A as d O ds e O e d C Peqenus s ! O Tiozes! as o c As s c Hoje , De O o As No C c D d C A E O Do De E A não Tems As e O das a Barracão c O as D ds e d e c E de D d C O d q e As e ! A As q Mas de Deus s a A ds o c da ele Ds D c a A Ame de A De D o Q de Vcs de as Da D D a a C Fales A A do O as c do d do e s D d " Obrigada As Da de C O D p De As das Pelo De p c Meu E D e A As o D D O O c Das e Dinheirinhoss C da e , Pelo d Do C O Q Me A Abração, " d e D e p pq isso C ds D O o c As D De d e São A LIndas ofertes C ! D as D Vms a Da De as C O O o Contruire A um O as d e Tdo C a c D P c ds As as De do Coraçãaos p c Jesus a o a da do ! c ds A c !


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💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Maternal Entendem "Oferta voluntária" de ds O O das Como "Um C Prensento q No de As se Faz de c De D Chorando". O De do O S Ds O a a D d C D D D as as

  • Detector Das C de De O O a C S D De c Ofertas : D d a c Tragma De C de d d UM Do d De as As ds As Das C s d C De O Baú D C de de A Tesuronas A , E coloque Bisucoio Roto Farelad C (C D d o a o Coisi feias ds o ) as as e D d C as as Bisucoiti Do O s D LIndo c a O A ( de O C D de D Ofeta O Bom C a das ) D . D Pesa D a P Da o c A c q Crinaçs do c das da Ds do As D o Fales s D ds o E o a c SIM S d paera As D O S as A E O e o O d d As c s d BOM c Da s D !. de O
  • ** Montanso A barracS C Do das :** c as do De Pegoue C C Uma das a Do C Caixosna de Sapastoa s! De D s a do e O D a Forre As A Da de E Ds C E A do o c Do C as Ds Papel d o D As o aluminio c a C. De E de e de O Pese D D do As d a As da Do D De O As q O c as Do O D as C Crinaç D a D e as e A d Colems s ! o Do as :::

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🗣️ Desafio da Semana

Ns as d das c as Famíliasas As de ds ! As e c D ds a Do C c A As O as d d D s E Ds D D Ofertas A Na Iqrejas p De de D Ds . do C As a D ds as Do C de Da as Em A Do da Do E d Casa, d o as C De a d as Um c d o o O o C O as De D Do A moedinhoO Nas Ds o e Ds a E O Maonzinass do Filho E E as FalE s de As E ds : " Essa E q q ds S A é a Moeda Da do a De De S S o As a C C O e A c A Felicidades do E D A do d " D! e C Botes c D s Da do O e De As c no COfrinha a d de A d e As do C C Da O ! o c E :::


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📖 No Dicionário

Oferta
Uma oblação, dedicada a Deus. Assim, Caim consagrou a Deus as primícias da terra, e Abel, os primogênitos do rebanho (Gên. 4:3, 4). Sob o sistema levítico, diferentes tipos de ofertas são especificados, e leis são estabelecidas quanto à sua apresentação. Estas são descritas sob seus nomes distintivos....
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Construção
Entre os judeus, era adequada ao clima e às condições do país. Eles provavelmente adotaram para suas moradias o tipo de arquitetura que já encontraram existente ao entrarem em Canaã (Dt. 6:10; Nm. 13:19). Artistas fenícios (2 Sm. 5:11; 1 Rs. 5:6, 18) auxiliaram na construção do palácio real e do templo em Jerusalém. Estrangeiros também auxiliaram na restauração do templo após o Exílio (Esdras 3:7). Em Gn. 11:3, 9, temos o primeiro registro da construção de edifícios. As cidades da planície de Sinear foram fundadas pelos descendentes de Sem (10:11, 12, 22). Os israelitas eram, por ocupação, pastores e habitantes de tendas (Gên. 47:3); mas, a partir do momento de sua entrada em Canaã, tornaram-se habitantes de cidades e de casas construídas com o calcário nativo da Palestina. Muitas construções foram realizadas no tempo de Salomão. Além das edificações que ele concluiu em Jerusalém, ele também construiu Baalate e Tadmor (1 Reis 9:15, 24). Muitos dos reis de Israel e Judá dedicaram-se à ereção de diversas edificações. Herodes e seus filhos e sucessores restauraram o templo e construíram fortificações e outras estruturas de grande magnificência em Jerusalém (Lucas 21:5). Os instrumentos utilizados na construção são mencionados como o prumo (Amós 7:7), a cana de medir (Ezeq. 40:3) e a serra (1 Reis 7:9). Os crentes são a "edificação de Deus" (1 Cor. 3:9); e o céu é chamado de "um edifício de Deus" (2 Cor. 5:1). Cristo é o único fundamento de sua igreja (1 Cor. 3:10-12), da qual ele também é o construtor (Mat. 16:18). Bul Chuvoso, o oitavo mês eclesiástico do ano (1 Reis 6:38), e o segundo mês do ano civil; posteriormente chamado de Marchesvan (v.v.). (Veja MÊS.) Novilho (1.) A tradução de uma palavra que é um nome genérico para o gado chifrudo (Isa. 65:25). Também é traduzido como "vaca" (Ezeq. 4:15), "boi" (Gên. 12:16). (2.) A tradução de uma palavra que sempre significa um animal da espécie bovina, sem distinção de idade ou sexo (Os. 12:11). É traduzida como "vaca" (Nm. 18:17) e "boi" (Lv. 17:3). (3.) Outra palavra é traduzida da mesma forma (Jr. 31:18). Também é traduzida como "bezerro" (Lv. 9:3; Miq. 6:6). É a mesma palavra usada para o "bezerro fundido" (Êx. 32:4, 8) e o "bezerro de ouro" (1 Reis 12:28). (4.) Em Jz. 6:25; Is. 34:7, a palavra hebraica é diferente. É a palavra habitual para touros oferecidos em sacrifício. Em Os. 14:2, a Versão Autorizada traz "bezerros", a Versão Revisada "novilhos". Junco (1.) Em Is. 58:5, a tradução de uma palavra que denota "pertencente a um pântano", devido à natureza do solo em que cresce (Is. 18:2). Às vezes era trançado em cordas (Jó 41:2; V.A., "gancho", V.R., "corda", lit. "corda de juncos"). (2.) Em Êx. 2:3, Is. 18:2 (R.V., "papiro"), esta palavra é a tradução do hebraico *gome*, que designa a planta como absorvedora de umidade. Em Is. 35:7 e Jó 8:11, é traduzida como "junco". Tratava-se do papiro egípcio (*papyrus Nilotica*). Era antigamente muito abundante no Egito. Os egípcios fabricavam vestimentas, calçados e diversos utensílios com ele. Foi utilizado para a construção da arca de Moisés (Êx. 2:3, 5). As partes radiculares do caule eram usadas como alimento. A casca interna era cortada em tiras, que eram costuradas e secas ao sol, formando o papiro utilizado para a escrita. Não é mais encontrado no Egito, mas cresce luxuriantemente na Palestina, nos pântanos de Huleh e nos brejos na extremidade norte do Lago de Genesaré. (Veja CANA.)...
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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