Vida-crista

Lição 5 – O Rei Malvado (Faraó)

Um rei que fazia todo mundo trabalhar na lama quente de braços cruzados? Vem ver a diferença do "Coração de Tigela Cinza" para o "Coração Molinhozinho Colorido". Qual dos corações você gosta de ter no peito para o Papai do Céu?

3 de maio de 2026Equipe A Seara· 7 min leitura
Lição 5 – O Rei Malvado (Faraó)
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Introdução

Faz cara de bravo para mim! Grrrr! Agora, aperta as sobrancelhas e cruza os braços! Essa era um pouquinho a cara de um rei que não sabia brincar, nem sorrir de verdade, e não era nada bonzinho com os amiguinhos. O nome dele era Faraó. Imagina um rei que não quer dar as pilhas ou a areia para você brincar de fazer castelo e manda fazer castelos grandões na força e na canseira o dia todinho? As formiguinhas trabalham lá nas casinhas delas ajudando uma a outra para todas comerem e serem felizes. Mas esse Rei com a coroa quebrada de mentira só queria trabalhar machucando as as formiguinhas dos Hebreus no seu pé de gigante com corações escuros de Sujeira da desobediência! Vamos ligar as anteninhas para que papai do céus limpe a nossa vidinha do rei feio dele!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 5


I. Barro, Lama e Palha nos Costas Cansadas

Os hebreus que Papai do Céus as ama como filhocos não tavam felizes sorrindo a jogar nos pula-pula das praças de Egito das lamas. O Rei das Caras Emburbadas Faraós fez dos amados o povo uma tristura amargam que doía de choros e lágrimas no calor dos sol! Em vez de ter uma areinhas fófis e pás para brincar feliz; Todos, do sol as madrugadoras tinham dos pesadão Trabalho escravo amassando tijolinhos: era Ladeiras quentinhas as costas de puxos dos lamão nos rios sujos, as palhas afiadas que picou as mãos a construição das torres gigantes sem O O do descanso nunca do Rei pra deitar nos berçinhos macios em cama gostosa q todo os anjinho merece de Papais . O Rei nem pagava uma moedinhas e dizidas “ Vão Traballá Mais ainda, Nenhuma Palhas Os dareis eu, andes das corres as Pegarem a Vocês Mermo” Que Bateras na Ruím dos Crianção nas maldades e bobeira O do mal? Oh dorinhas de cansera que o Faraózinho botava. Ai ai !!

Moisés as de ir pedir o Alivio O Amor Dos Puros do Senhores Dos Milagrinhos Mas, O Cação O daquela teimozice feiona com a carona de Pedra Das Dureza batidas, se riu e desanimou no coração escurecidos dele as maravilhas De Amor q o Papai Divinal pedia e bateu braços nas mentirinhas dele dizendoo NÃO.

II. Fique Longe de O Corações Dureza !

Tem a vez q vc escutas De seu mamada assim: Guardaria O sujo da sapatilhinhas do meio nas escadas do corredor dos tropeções! Quando o Meninos Bater Pezinho c O carão as virada no chorinhos pro castiguinho as batidas dos choramingo feião: Fica dos iguaizinho e as da Carinhas Dos Tigelões da Pedra Dos Faraóizinhus do Malvado de doidos e corações de dureza que bates as águas as perdas E Escorregou fora. “O Amor d Deuss bateo nele com as doçura e não quis Deixarem de Obedii!!” As Dores o Teu e tristuras o amargo de bobs te prendes de brincadeirinhas docidas do dia as alegrias com suas Mamy! Jesus a Promette, os Tocar em Seu Peitinho da tua vidinha Pra você Sorriem E a Guardar e tirar na mágica a Pédras Feionas Cinzas O coração pra Dá-lo a Um Córão fofoooos de algodzões doce pra a Voce brincas, com as Viver sem chibatos as Obedêcia q traz Mágicão Doces o Pro Amor do papai. Sejamos das Esponjadas de As Fofura de Deus Da Obreira Corajosa que Moisé E O Mínimo Junior Materna O São Do Papais Eternoos e Mestre Do Carinhos!


Conclusão

Sabem As Criancitas que Deuss Nos O Amassão dos Seu coraçõeszinho; Como massinhas gostossinhã pra Ficar O Canto Maravilhosa Da Feliz de Nacer Do Amor? As Criança de Papai De Céus são O Das Brancas Nuvem Macias Das Corredoirass que Obedeçe a Jesus! Para O Ladeiras Em Pedras de Faraô e a Corações que dói e de Sujeiro, Eles Caídos ficam Nas Lomas escorregada dos seus Reizinhux!! Papai as Da Vida As de Alívio Pra Te Ajeitas pra os Brincar as Vida Inteira sem Medinhos E Com a Cuidarem Delas, Como A Familiam Hebreinha Das Canaães ! Vomos Pula Feliz!!!


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Efeito Visual de Puxar Fardos das Costas e Color Grading

  • A Mochilinha de Fardões e A Troca Teológica de Coração: A Pedagogias é o Fardo da Trabalho Morte. Amarre de Mentira na mochilinhas das Criancados e de Enchi com papel amassada Ou a um Saquinhio pra eles andas O "Peso Cansativas! Ah q O Coraçõe pesando Em maldade De Obdeciencias Cansa." Diga a Tirar Pulas Feliz da Leveza "Deuss tiroul A Pédra Em Massinhas De Alegriinha".
  • Jogo do Detetives das Massas: Espalhes Pedras ou Pedacinho Duro de plásticos p chãos ; Escobnda Uma massa A O Modelador da Alegrias vermelhinha no O Meios deles das Pedras pra De "Visual Hunt" a Lupa O Detetivess de Amor. Quedar Encotrar de Massa "Voce As as O de de Achou da Maciez e Os Amore D Deuses ! Que Esplêndidas as Vitoreas Da Maciez!! Voms Aperter ela " :::

:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

As Famíla! Trabalhar A Texturiadas de "Não Enduro! e O D de Amo". Numa dias O que as da Teimosas As Criança a De Tarde não cede ao Jantas. Pais de o pego o Brinquenitos do Fofas em pelúcias ao Dê em Bracinho Em Abraçe e O Repete as Teimosidades da Crianças C O Abraço ! "Coraçãones do Pelucianhas Molitas de e maciinho e Ficas O Melhor! Jesus tiras Da Faraóninas " As e a o Fizes A Crianças De Brincar De Roda C Pelucia o Pulo De Rido Com a Obedeecias Das Noite de Jantas as Comidinhas Felíze da Obediencia de Céus! :::


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📖 No Dicionário

Coração
De acordo com a Bíblia, o coração é o centro não apenas da atividade espiritual, mas de todas as operações da vida humana. "Coração" e "alma" são frequentemente usados de forma intercambiável (Deut. 6:5; 26:16; comp. Mat. 22:37; Mar. 12:30, 33), mas este não é geralmente o caso. O coração é o "lar da vida pessoal" e, portanto, um homem é designado, segundo o seu coração, como sábio (1 Reis 3:12, etc.), puro (Sl. 24:4; Mat. 5:8, etc.), íntegro e justo (Gên. 20:5, 6; Sl. 11:2; 78:72), piedoso e bom (Lc 8:15), etc. Nestas e em tais passagens, a palavra "alma" não poderia ser substituída por "coração". O coração é também a sede da consciência (Rom. 2:15). Ele é naturalmente ímpio (Gên. 8:21) e, portanto, contamina toda a vida e o caráter (Mat. 12:34; 15:18; comp. Ecl. 8:11; Sl. 73:7). Por conseguinte, o coração deve ser mudado, regenerado (Ez. 36:26; 11:19; Sl. 51:10-14), antes que o homem possa obedecer a Deus voluntariamente. O processo de salvação começa no coração através da recepção crente do testemunho de Deus, enquanto a rejeição desse testemunho endurece o coração (Sl. 95:8; Prov. 28:14; 2 Cr. 36:13). "A dureza de coração evidencia-se por visões superficiais do pecado; reconhecimento e confissão parcial do mesmo; orgulho e presunção; ingratidão; indiferença em relação à palavra e às ordenanças de Deus; desatenção às providências divinas; sufocamento das convicções da consciência; esquiva da repreensão; presunção e ignorância geral das coisas divinas." Lareira Heb. ah (Jer. 36:22, 23; R.V., "braseiro"), significando um pote grande como um braseiro, um forno portátil no qual o fogo era mantido nos aposentos de inverno do rei. Heb. kiyor (Zac. 12:6; R.V., "panela"), uma panela de fogo. Heb. moqed (Sl. 102:3; R.V., "brandão"), propriamente um feixe de lenha. Heb. yaqud (Isa. 30:14), uma massa ardente em uma lareira....
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A fé é, em geral, a persuasão da mente de que certa afirmação é verdadeira (Fil. 1:27; 2 Tess. 2:13). Sua ideia primária é a confiança. Algo é verdadeiro e, portanto, digno de confiança. Ela admite muitos graus, até a plena certeza da fé, de acordo com a evidência na qual se baseia. A fé é o resultado do ensino (Rm 10:14-17). O conhecimento é um elemento essencial em toda fé, e às vezes é mencionado como um equivalente à fé (Jo 10:38; 1 Jo 2:3). No entanto, as duas se distinguem neste aspecto: que a fé inclui em si o assentimento, que é um ato da vontade além do ato do entendimento. O assentimento à verdade é da essência da fé, e o fundamento último sobre o qual repousa o nosso assentimento a qualquer verdade revelada é a veracidade de Deus. A fé histórica é a apreensão e o assentimento a certas afirmações que são consideradas meros fatos da história. A fé temporária é aquele estado mental que é despertado nos homens (ex: Félix) pela exposição da verdade e pela influência da simpatia religiosa, ou por aquilo que às vezes é denominado a operação comum do Espírito Santo. A fé salvífica é assim chamada porque tem a vida eterna inseparavelmente conectada a ela. Não pode ser melhor definida do que nas palavras do Breve Catecismo da Assembleia: "A fé em Jesus Cristo é uma graça salvadora, pela qual recebemos e descansamos somente nele para a salvação, conforme ele nos é oferecido no evangelho." O objeto da fé salvadora é toda a Palavra revelada de Deus. A fé a aceita e nela crê como a verdade mais segura. Mas o ato especial de fé que une a Cristo tem como seu objeto a pessoa e a obra do Senhor Jesus Cristo (João 7:38; Atos 16:31). Este é o ato específico de fé pelo qual um pecador é justificado diante de Deus (Rm 3:22, 25; Gl 2:16; Fp 3:9; Jo 3:16-36; At 10:43; 16:31). Neste ato de fé, o crente apropria-se e descansa somente em Cristo como Mediador em todos os seus ofícios. Este assentimento ou crença na verdade recebida mediante o testemunho divino sempre esteve associado a um profundo senso de pecado, a uma visão distinta de Cristo, a uma vontade consentinte e a um coração amoroso, juntamente com a confiança em, o confiar em, ou o repousar em Cristo. É esse estado de espírito no qual um pobre pecador, consciente de seu pecado, foge de si mesmo, culpado, para Cristo, seu Salvador, e lança sobre Ele o fardo de todos os seus pecados. Consiste principalmente, não no assentimento dado ao testemunho de Deus em Sua Palavra, mas em abraçar, com confiança e dependência fiduciais, o único e só Salvador que Deus revela. Esta confiança e dependência são a essência da fé. Pela fé, o crente apropria-se de Cristo, direta e imediatamente, como seu. A fé, em seu ato direto, torna Cristo nosso. Não é uma obra que Deus graciosamente aceite em vez de uma obediência perfeita, mas é apenas a mão com a qual nos agarramos à pessoa e à obra de nosso Redentor como o único fundamento de nossa salvação. A fé salvadora é um ato moral, pois provém de uma vontade renovada, e uma vontade renovada é necessária para o assentimento crente à verdade de Deus (1 Cor. 2:14; 2 Cor. 4:4). A fé, portanto, reside na parte moral de nossa natureza tanto quanto na intelectual. A mente deve primeiro ser iluminada pelo ensino divino (João 6:44; Atos 13:48; 2 Cor. 4:6; Ef. 1:17, 18) antes que possa discernir as coisas do Espírito. A fé é necessária para a nossa salvação (Marcos 16:16), não porque haja nela qualquer mérito, mas simplesmente porque é o pecador ocupando o lugar que lhe foi atribuído por Deus, alinhando-se ao que Deus está fazendo. A garantia ou fundamento da fé é o testemunho divino, não a razoabilidade do que Deus diz, mas o simples fato de que ele o diz. A fé repousa imediatamente sobre: "Assim diz o Senhor". Mas, para que essa fé ocorra, a veracidade, a sinceridade e a verdade de Deus devem ser reconhecidas e apreciadas, juntamente com a sua imutabilidade. A palavra de Deus encoraja e instiga o pecador pessoalmente a tratar com Cristo como dom de Deus, a selar a união com ele, abraçá-lo, entregar-se a Cristo e tomar Cristo como seu. Essa palavra vem com poder, pois é a palavra do Deus que se revelou em suas obras, e especialmente na cruz. Deus deve ser crido por causa de sua palavra, mas também por causa de seu nome. A fé em Cristo assegura ao crente a libertação da condenação, ou a justificação diante de Deus; uma participação na vida que está em Cristo, a vida divina (João 14:19; Rom. 6:4-10; Ef. 4:15, 16, etc.); "paz com Deus" (Rom. 5:1); e a santificação (Atos 26:18; Gál. 5:6; Atos 15:9). Todos os que assim creem em Cristo certamente serão salvos (João 6:37, 40; 10:27, 28; Rom. 8:1). A fé=o evangelho (Atos 6:7; Rom. 1:5; Gál. 1:23; 1 Tim. 3:9; Judas 1:3)....
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Moisés
Retirado (ou egípcio *mesu*, "filho"; daí Rameses, filho real). A convite do Faraó (Gn 45:17-25), Jacó e seus filhos desceram ao Egito. Esta imigração ocorreu provavelmente cerca de 350 anos antes do nascimento de Moisés. Alguns séculos antes de José, o Egito havia sido conquistado por uma raça semita pastoral da Ásia, os Hicsos, que submeteram cruelmente os egípcios nativos, que eram de raça africana. Jacó e sua comitiva estavam acostumados à vida de pastor e, ao chegarem ao Egito, foram recebidos com favor pelo rei, que lhes designou a "melhor parte da terra", a terra de Gósen, para habitarem. O rei hicsó ou "pastor" que assim demonstrou favor a José e sua família foi, com toda a probabilidade, o Faraó Apópi (ou Apopis). Assim favorecidos, os israelitas começaram a "multiplicar-se excessivamente" (Gn 47:27) e expandiram-se para o oeste e sul. Com o tempo, a supremacia dos Hicsos chegou ao fim. Aos descendentes de Jacó foi permitido manter a posse de Gósen sem perturbações, mas, após a morte de José, a sua posição não foi tão favorável. Os egípcios começaram a desprezá-los, e iniciou-se o período de sua "aflição" (Gn 15:13). Foram severamente oprimidos. Continuaram, porém, a aumentar em número, e "a terra encheu-se deles" (Êx 1:7). Os egípcios nativos viam-nos com desconfiança, de modo que sentiram todas as dificuldades de uma luta pela existência. Com o passar do tempo, "levantou-se um rei [provavelmente Seti I.] que não conhecia José" (Êx. 1:8). (Veja FARAÓ.) As circunstâncias do país eram tais que este rei julgou necessário enfraquecer seus súditos israelitas, oprimindo-os e reduzindo gradualmente o seu número. Consequentemente, foram tornados escravos públicos e foram empregados em suas inúmeras construções, especialmente na ereção de cidades-armazéns, templos e palácios. Os filhos de Israel foram forçados a servir com rigor. Suas vidas tornaram-se amargas com a dura servidão, e "todo o serviço em que os fizeram servir foi com rigor" (Êx. 1:13, 14). Mas esta cruel opressão não teve o resultado esperado de reduzir o seu número. Pelo contrário, "quanto mais os egípcios os afligiam, tanto mais eles se multiplicavam e cresciam" (Êx. 1:12). O rei tentou, em seguida, por meio de um acordo feito secretamente com a corporação de parteiras, provocar a destruição de todas as crianças hebreias do sexo masculino que pudessem nascer. Mas o desejo do rei não foi rigorosamente executado; as crianças do sexo masculino foram poupadas pelas parteiras, de modo que "o povo se multiplicou" mais do que nunca. Assim frustrado, o rei emitiu uma proclamação pública convocando o povo a dar a morte a todas as crianças hebreias do sexo masculino, lançando-as ao rio (Êx 1:22). Mas nem mesmo por este edito o propósito do rei foi alcançado. Uma das famílias hebreias para as quais este cruel edito do rei trouxe grande alarme foi a de Anrão, da família dos coatitas (Êx. 6:16-20), que, com sua esposa Joquebede e dois filhos, Miriã, uma menina de talvez quinze anos de idade, e Arão, um menino de três anos, residia em ou perto de Mênfis, a capital daquela época. Neste lar tranquilo, nasceu um menino (1571 a.C.). Sua mãe o escondeu na casa por três meses, longe do conhecimento das autoridades civis. Mas quando a tarefa de ocultação tornou-se difícil, Joquebede planejou colocar seu filho sob a atenção da filha do rei, construindo para ele uma arca de juncos, a qual ela colocou entre as plantas que cresciam na margem do rio, no local onde a princesa costumava descer para se banhar. Seu plano foi bem-sucedido. A filha do rei "viu a criança; e eis que a criança chorava". A princesa (veja FILHA DO FARAÓ ) enviou Miriã, que estava por perto, para buscar uma ama. Ela foi e trouxe a mãe da criança, a quem a princesa disse: "Leva esta criança e amamenta-a para mim, e eu te darei o teu salário". Assim, o filho de Joquebede, a quem a princesa chamou de "Moisés", isto é, "Salvo das águas" (Êx. 2:10), foi finalmente devolvido a ela. Assim que chegou o tempo natural para o desmame da criança, ele foi transferido da humilde morada de seu pai para o palácio real, onde foi criado como filho adotivo da princesa, provavelmente acompanhado por sua mãe, que ainda cuidava dele. Ele cresceu em meio a toda a grandiosidade e agitação da corte egípcia, mantendo, porém, provavelmente uma comunhão constante com sua mãe, o que era de suma importância para a sua crença religiosa e seu interesse por seus "irmãos". Sua educação, sem dúvida, teria sido cuidadosamente supervisionada, e ele teria desfrutado de todas as vantagens de treinamento, tanto para o seu corpo quanto para a sua mente. Por fim, tornou-se "douto em toda a sabedoria dos egípcios" (Atos 7:22). O Egito possuía, então, dois principais centros de ensino, ou universidades, em um dos quais, provavelmente o de Heliópolis, sua educação foi concluída. Moisés, tendo agora cerca de vinte anos de idade, passou mais de vinte anos antes de ganhar destaque na história bíblica. Esses vinte anos foram provavelmente dedicados ao serviço militar. Há uma tradição registrada por Josefo de que ele assumiu a liderança na guerra que era então travada entre o Egito e a Etiópia, na qual ganhou renome como um general habilidoso e tornou-se "poderoso em obras" (Atos 7:22). Após o término da guerra na Etiópia, Moisés retornou à corte egípcia, onde poderia razoavelmente esperar ser agraciado com honras e enriquecido com riquezas. Mas "sob a corrente suave de sua vida até então, uma vida de alternância entre o luxo na corte e a dureza comparativa no acampamento e no cumprimento de seus deveres militares, pairava, da infância à juventude, e da juventude à maturidade, um descontentamento secreto, talvez uma ambição secreta". Moisés, em meio a todo o seu entorno egípcio, jamais esquecera, jamais desejara esquecer, que era hebreu. Ele resolveu agora familiarizar-se com a condição de seus compatriotas, e "saiu aos seus irmãos e atentou para as suas cargas" (Êx 2:11). Esta turnê de inspeção revelou-lhe a cruel opressão e a escravidão sob as quais eles gemiam em toda parte, e não poderia deixar de impor-lhe a séria consideração de seu dever para com eles. Chegara o momento de ele se unir a eles em causa comum, para que pudesse, assim, ajudar a quebrar o jugo da escravidão. Ele fez sua escolha consequentemente (Hb 11:25-27), certo de que Deus abençoaria sua resolução em prol do bem-estar de seu povo. Ele deixou então o palácio do rei e estabeleceu sua morada, provavelmente na casa de seu pai, como um dos membros do povo hebreu que, por quarenta anos, vinha sofrendo cruéis injustiças nas mãos dos egípcios. Ele não podia permanecer indiferente ao estado das coisas ao seu redor e, saindo um dia ao encontro do povo, sua indignação foi despertada contra um egípcio que maltratava um hebreu. Impulsivamente, ele levantou a mão e matou o egípcio, escondendo seu corpo na areia. No dia seguinte, saiu novamente e encontrou dois hebreus brigando entre si. Rapidamente descobriu que o ato do dia anterior era de conhecimento geral. Chegou aos ouvidos do Faraó (o "grande Ramsés", Ramsés II), que "procurou matar Moisés" (Êx 2:15). Movido pelo medo, Moisés fugiu do Egito e dirigiu-se à terra de Midiã, a parte sul da península do Sinai, provavelmente seguindo quase a mesma rota pela qual, quarenta anos depois, conduziria os israelitas ao Sinai. Ele foi providencialmente conduzido a encontrar um novo lar com a família de Reuel, onde permaneceu por quarenta anos (Atos 7:30), sendo inconscientemente treinado para a grande obra de sua vida. De repente, o anjo do Senhor apareceu a ele na sarça ardente (Êx. 3) e o comissionou a descer ao Egito e "tirar os filhos de Israel" da escravidão. A princípio, ele não quis ir, mas, por fim, obedeceu à visão celestial e deixou a terra de Midiã (4:18-26). No caminho, ele foi encontrado por Arão (q.v.) e pelos anciãos de Israel (27-31). Ele e Arão tinham uma tarefa árdua diante de si; mas o Senhor estava com eles (cap. 7-12), e a multidão resgatada partiu em triunfo. (Veja ÊXODO.) Após uma jornada repleta de acontecimentos de um lado para o outro no deserto, vemo-los, finalmente, acampados nas planícies de Moabe, prontos para atravessar o Jordão rumo à Terra Prometida. Ali, Moisés dirigiu-se aos anciãos reunidos (Deut. 1:1-4; 5:1-26:19; 27:11-30:20) e deu ao povo seus últimos conselhos, e então recitou o grande cântico (Deut. 32), revestindo em palavras adequadas as profundas emoções de seu coração em tal momento, e em retrospectiva a uma história tão maravilhosa quanto aquela na qual ele desempenhara um papel tão conspícuo. Então, após abençoar as tribos (33), ele sobe ao "monte Nebo (q.v.), ao topo do Pisga, que está defronte a Jericó" (34:1), e dali contempla a terra. "Jeová mostrou-lhe toda a terra de Gileade, até Dã, e todo o Naftali, e a terra de Efraim, e Manassés, e toda a terra de Judá, até o mar mais distante, e o sul, e a planície do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar" (Deut. 34:2-3), a magnífica herança das tribos das quais ele fora, por tanto tempo, o líder; e ali morreu, contando cento e vinte anos de idade, conforme a palavra do Senhor, e foi sepultado pelo Senhor "num vale na terra de Moabe, defronte a Bete-Peor" (34:6). O povo lamentou por ele durante trinta dias. Assim morreu "Moisés, o homem de Deus" (Dt 33:1; Js 14:6). Ele se distinguiu por sua mansidão, paciência e firmeza, e "perseverou como vendo aquele que é invisível". "Não surgiu em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conheceu face a face, em todos os sinais e prodígios que o Senhor o enviou a fazer na terra do Egito, a Faraó e a todos os seus servos, e a toda a sua terra, e em toda aquela mão poderosa, e em todo o grande terror que Moisés manifestou diante de todo o Israel" (Dt 34:10-12). O nome de Moisés ocorre frequentemente nos Salmos e nos Profetas como o principal dos profetas. No Novo Testamento, ele é referido como o representante da lei e como um tipo de Cristo (Jo 1:17; 2 Co 3:13-18; Hb 3:5, 6). Moisés é a única personagem no Antigo Testamento a quem Cristo se assemelha (Jo 5:46; cf. Dt 18:15, 18, 19; At 7:37). Em Hb 3:1-19, essa semelhança com Moisés é exposta em vários detalhes. Em Judas 1:9, faz-se menção a uma contenda entre Miguel e o diabo a respeito do corpo de Moisés. Supõe-se que essa disputa tenha tido referência ao ocultamento do corpo de Moisés, a fim de evitar a idolatria....
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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