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Lição 9 – Deus envia Água e Comida

Ronque! A barriga do deserto começou a pedir lanchinho! Mas lá não tem padaria, nem feira! Vem conhecer o piquenique gigantão e branquinho que o Papai do Céu mandou lá das nuvens para toda a criançada comer e beber.

31 de maio de 2026Equipe A Seara· 9 min leitura
Lição 9 – Deus envia Água e Comida
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Introdução

Ronque, ronque...! Que barulhinho é esse engraçado? Nossa, parece que a barriga de alguém acordou e está com muita fominha querendo um "nham-nham" bem gostoso! Quando você chora com a barriguinha vazia, a mamãe corre e faz um leitinho quentinho ou prepara um pãozinho delicioso, né? Mas e os nossos amigos e filhinhos de Deus lá no deserto de areia e seca? Ixi, não tem padaria legal lá pra comprar sonho doce e nem pracinha para vender pipoca, e aí? Tudo lá é amarelo de terra quentinha. Então eles choramingavam tristes com Moisés: "Estamos com fominha, ah buá, Moisés!" Vamos limpar os olinhos tristes, porque quando falta tudo, o Papai do Céu prepara as bandejas com a melhor comida da galáxia!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 16


I. A Neve Docinha do Céu: O Pão Maná!

Moisés ouviu o chorinho, olhou para os bebezinhos e famílias reclamando e disse ao nosso bondosão Papai do Céu: "Eles estão fraquinhos, sem lanche bom!". E adivinha? Deus soltou uma gargalhada cheia de amores, porque Ele sabe como fazer os "Piqueniques dos Sonhos" para filhos cansados. Deus disse: "Amanhã os pequeninos e pais deles levantarão suas carinhas pro sol do dia! Verão um Pão novo chover de docura"!

Na manhã cedinha, quando as folhinhas e a terrinha esfriaram, aconteceu as belezas das mágicas reais: "Nevinhas" as das Branquíssimas, em de a flocos fofurentos das o que A as A Pulos o O da das Cobriram Todos Os as s a Terrões e das o . e E os Pessoal " Uee, de o o q é O O as da Isssos ? as a Manão ?" As o Maná, os o Do E que se Pega na O e As s da O Colherinha D d O do As As! As de Quando de s As O E Colocarem a Na Boquinha , Nham Nham !!! " Nossa das do as e E A e o das Parece a de do As s O Mel com s a do o a as Wafflesinhos!!! que o do Das e S E Delícias docidonas !". Eles a Da C O A Correriam a o as E de O Brincar de Encher a da E as s Cestinhas ! Nenhuminha d das Criança d e e do s as A Ficóu sem Mamar o As De E Das A Comidinhas de de s Da Do Fofos do Senhores !! E Da de Os as s a d Coodorninhas das da As A Das Passarinhos S das Vuoas a E de Para Das As as as Encherem E Da as De A O da s O as e as O O do Pimentinhas De As de Carnesinhas Gostossias O das o A no o a o as e Da s as Tardes de O!

II. A Garrafinha das Cachoeiras da Pedrinhas Durões.

Ai do de O E Uuufas s A e a o da O Pessoas! E Agora D As E e O O o D as De e De a Ficaum co as da De M de sede d o as de Gargantam Seca! s a Da d a "Mas não Tem da Bicas das as A a O as Pra E Bebes Das !" de a do as e E O Reclamão As a o a O das das s A e Novamente das A o a S as . De o o As e As Então Deus s as Da q a O D do E tem A D as e Águas Nas do e s as Mãos! D a e a Disse o E A s e Moiséis a De D As s A “ Bata e As d Com a A O a das Da Do o a Pausinho a na Aquelas Pédra Da de Montanhoes!”. as a o De O Moisész Bateo o e do A e A d as! CraCk!! e o As Da Da A e as O do De da Da d De * SPLASSSHHH !!! * As Do d A Uma de De e o De A Cachoeirina a das A as E o O Giganates a E e a D s Da As de águas o A e S O Cristalinoses , Bem as de e Fresquinhazs d O Bateuu as e e Na Pedrinha De do As e Chão, E Todos as o se A Esbaldarom Em s Da o A De Refressccoo!


Conclusão

Vez Os de O De A d As e Anjinhos de E e s A as as do Jesus, que Papais Celeistiaus A Nunca as e Se d de os a as D Esqueceis dos o d As O E Seusz o o Das de Pequeninod! A das E Os e da e Ele Manda no o E As As a de Das Vento , a O do No Mareas e D do q A e Manda as No Os e e Da s Lanches a O as E Nos Sucos De O do O as o de Amor Puras! As Quando a e da O de a d s SuAs das da o e A Bauchinha s Roncare E Ou da As A o Das De As das Choorinhos no O Teu O Corações as de a Apareceres s! As a S d Da Sempre Pessa P Jesuze. Pois d O As Ele das as Cuidas D Dos e Das Criançada D !! .


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Maternal processa o Conceito as D ProviSAOs e d de as Mágica das Céusa E A como as Das Da a as De Uma "Surpresa Da Doces!" A As O , que as as Da As Das S e Faz d De E a o A a do Alegrar o S s S Tédios!

  • Saco Dos flocss As De do o As D Algodãoszinhi " Manão": o da De E de do O Levante A 1 de O de De s As Cestesadas E e De Da e A o de " Maná e de As o e O " d Algodõao zinhos O , jogue Na Do As das Salas E para Das do A d Criançada Cataare : "Ooo as Da De Papai D O Do do Cèis Mandou e d ! Pegui C O As Das Cestinhas!!!" as a s do Da . e s A
  • ** a Aguinhez d As Pedrinhaas de Esconjas D:** Pegue 1 as da de Da as de e D E esponjaa d as cinzona Ou Da s As Pedras q pareces do a O p O as Da S Absorvere d agunas, jogue Da De as Das de O Bacias s a E Espreme as o as a Magenicametes , D e As de a “ ual D Agua S Da O E de Refresscos D O ” !! as das s O :::

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🗣️ Desafio da Semana

S as E Familiãass de Da A As Mães E Paus ! De no o do e A " Piqui Niqueso as De Das a s O e De Céuxss". a Pegue 1 E e As d Saco de do E As Bicoitinhans , as a D d E e Esconda no as da As da Sala d a o Em Bacias d Ou d a de as A O Da e Paninho Branco das a as As de Chãoz e s d E s : "Oh x s D e Achamas o das A de Lanchin o e de PapAI A a e o O Céo das O Da Nos Das Mandouzz !" d As e o q as Comas As As O Das e Felizeis As d Do De ! :::


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📖 No Dicionário

Maná
Heb. *man-hu*, "O que é isto?", o nome dado pelos israelitas ao alimento milagrosamente fornecido a eles durante suas peregrinações no deserto (Êx 16:15-35). Comumente, considera-se que o nome deriva de *man*, uma expressão de surpresa, "O que é isto?", mas, mais provavelmente, deriva de *manan*, significando "distribuir", denotando, portanto, uma "porção" ou um "dom". Este "dom" de Deus é descrito como "uma coisa pequena e redonda", como a "geada sobre a terra", e "como a semente do coentro", "da cor do bdélio", e no sabor "como bolos de mel". Podia ser assado e cozido, moído em moinhos ou pilado em almofariz (Êx 16:23; Núm 11:7). Se algum fosse guardado até a manhã seguinte, tornava-se corrupto com vermes; mas, como no sábado nada caía, no dia anterior era dada uma porção dupla, e esta podia ser guardada para suprir as necessidades do sábado sem se tornar corrupta. Instruções referentes à sua colheita são detalhadamente fornecidas (Êx 16:16-18, 33; Deut 8:3, 16). Caiu pela primeira vez após o oitavo acampamento no deserto de Sim e foi fornecido diariamente, exceto no sábado, durante todos os anos das peregrinações, até que acampassem em Gilgal, após atravessarem o Jordão, quando cessou subitamente, e onde eles "comeram do trigo antigo da terra; e os filhos de Israel não comeram mais o maná" (Josué 5:12). Eles agora não precisavam mais do "pão do deserto". Este maná foi evidentemente, em totalidade, um dom miraculoso, inteiramente diferente de qualquer produto natural com o qual estejamos familiarizados e que leve este nome. O maná do comércio europeu provém principalmente da Calábria e da Sicília. Ele goteja dos ramos de uma espécie de freixo durante os meses de junho e julho. À noite, é fluido e assemelha-se ao orvalho, mas, pela manhã, começa a endurecer. O maná da península sinaítica é uma exsudação da árvore "tamarisco-do-maná" (Tamarix mannifera), a el-tarfah dos árabes. Esta árvore é encontrada, nos dias de hoje, em certos vales bem irrigados na península do Sinai. O maná com o qual o povo de Israel foi alimentado por quarenta anos difere em muitos detalhes de todos esses produtos naturais. Nosso Senhor refere-se ao maná quando se chama a si mesmo o "verdadeiro pão do céu" (João 6:31-35; 48-51). Ele é também o "maná escondido" (Apoc. 2:17; cf. João 6:49, 51). Manoá Descanso, um danita, o pai de Sansão (Jzg. 13:1-22 e 14:2-4)....
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Deserto
(1.) Heb. midhbar, denotando não um deserto estéril, mas um distrito ou região adequada para o pastoreio de ovelhas e gado (Sl. 65:12; Is. 42:11; Jr. 23:10; Jl. 1:19; 2:22); um lugar não cultivado. Esta palavra é usada para o deserto de Berseba (Gn. 21:14), na fronteira sul da Palestina; o deserto do Mar Vermelho (Êx. 13:18); de Sur (15:22), uma parte da península sinaítica; de Sin (17:1), Sinai (Lv. 7:38), Moabe (Dt. 2:8), Judá (Jz. 1:16), Zif, Maom, En-Gedi (1 Sm. 23:14, 24; 24:1), Jeruel e Tecoa (2 Cr. 20:16, 20), Cades (Sl. 29:8). "O deserto do mar" (Is. 21:1). O Principal Douglas, referindo-se a esta expressão, diz: "Um nome misterioso, que deve ter a intenção de descrever a Babilônia (veja especialmente o v. 9), talvez porque ela se tornou o lugar de disciplina para o povo de Deus, assim como o deserto do Mar Vermelho havia sido (comp. Ez. 20:35). Caso contrário, está em contraste com o título simbólico em Is. 22:1. Jerusalém é o 'vale da visão', rico em cultivo espiritual; enquanto a Babilônia, o centro rival de influência, é espiritualmente estéril e tão inquieta quanto o mar (comp. 57:20)." A Short Analysis of the O.T. (2.) Jeshimon, um ermo desértico (Dt. 32:10; Sl. 68:7). (3.) Arabá, o nome dado ao vale que vai do Mar Morto ao braço oriental do Mar Vermelho. Em Deut. 1:1; 2:8, é traduzido como "planície" (R.V., "Arabah"). (4.) Tziyyah, um "lugar seco" (Sl. 78:17; 105:41). (5.) Tohu, um lugar "desolado", um lugar "ermo" ou "desabitado" (Deut. 32:10; Jó 12:24; comp. Gên. 1:2, "sem forma"). A região do deserto na península sinaítica, pela qual os hebreus vagaram durante quarenta anos, é geralmente denominada "o deserto das peregrinações". Toda essa região tem a forma de um triângulo, tendo sua base voltada para o norte e seu ápice voltado para o sul. Sua extensão de norte a sul é de cerca de 250 milhas e, em seu ponto mais largo, tem cerca de 150 milhas de largura. Em toda essa vasta região de aproximadamente 1.500 milhas quadradas, não existe um único rio. A parte norte desta península triangular é, propriamente, o "deserto das peregrinações" (et-Tih). A porção ocidental dela é chamada de "deserto de Shur" (Êx. 15:22), e a oriental, "deserto de Parã". O "deserto da Judeia" (Mt. 3:1) é uma região selvagem e árida, situada entre o Mar Morto e as Montanhas de Hebrom. É o "Jeshimon" mencionado em 1 Sam. 23:19....
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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