Vida-crista

Lição 13 – José, governador do Egito

Nesta última lição do trimestre, acompanharemos a incrível ascensão de José: de humilde e perseguido escravo e prisioneiro no Egito, até se tornar o poderoso e sábio Governador do reino para salvar sua própria família.

29 de março de 2026Luciene Saviolli· 10 min leitura
#perdao#fidelidade#exaltacao#jose

🎯 Objetivo

Destacar a majestosa redenção e recompensa dos sofrimentos onde José é exaltado, testifica a fidelidade inquebrável do Senhor e ressalta o inestimável valor de perdoar.

📖 Para Meditar! (A História)

A triste vida do menino vendido arrastado para aquele imenso império estrangeiro desconhecido parecia que mergulharia nas lágrimas no abandono e no choro silencioso pra sempre. Jovem e sem mãe pra amparar, sem nenhum irmão pra defendê-lo das maldades, ele sofreu pesados fardos nos açoites impiedosos do trabalho duro, chegando até mesmo a ser caluniado com severas armadilhas nojentas por gentes adultas e levianas para que fosse amedrontadamente atirado trancafuado no temível e escuro lixo mofado do úmido calabouço das perigosas prisões apodrecidas cheirando ratos dos bandidos com mal feitores castigados no Egito distante, a solitária amarga. Contudo, o nosso Grandioso e majestoso Senhor Invisível desceu poderosamente iluminando, protegendo maravilhosamente e cuidando com a graciosa e invisível companhia amável amparando todos nos solitários dias perigosos ali dentro resguardando nas muralhas a vida frágil carcerária daquele nosso amado e choroso companheirinhos o escravo amparada na tristeza, pois Ele tinha promessas abençoadas formidáveis de grandes sonhador nas covas presidiárias!

E as grandes reviravolta místicas divinas operou: Nas majestosas tronos dos castelos do palácios, o cruel homem mais famoso temível em terras afora (O grande faraó o grandioso Rei Rei intocado egípcio impiedoso), pulou ofegante acordado em madrugadas de apavorantes e medonhos misteriosos pesados os delírios noturnos indecifráveis malucos: "Avistando eu as vacas banhadas reluzentes pastavam nos rios e 7 engordadas as lindas e maravilhosos foram bizarramente devoradas, engolidas por pavorosas horrendos esqueletinhos famintas assustadoras outras manada magrinhas nojentinha que espreitava que mastigavam as grandiosas ricas vacunhas gordinhas...E os Trigos e grossos capim espigas saborosíssimos sugadas sugavam do poeirento as torrados secas os magrinhos talos secos mortos doentio formadas sugavam os perfeitos os bonitos grãos douradas do milhos torrados secando toda abundância de feixes amarelados do meu sonhos murchavam as espigas de farinha cheias amareladas assustadoramente!" Ninguém dos bruxos, mágicos famosos valiosos espertalhões sábios experiente adivinhador acharam formadas revelações dos enigmas! E lembraram do sonhadorzinho profeta talentoso puro no calabouço valioso que não adivinhava nas caladas sombrias, mas DEUS do império invisível consolador celestial profético assoprava os ouvidos revelador dele grandioso!

Chamaram os escravo barbudo esquecido limparam de urgência valiosas com pressas trocou nos molambos rasgados, por finas toalhas cheirosas barbearão, lavadinho chegado para desvendar no mistérios formidáveis orado majestosamente em Faraozão com as luz divina formidáveis do Céu dizendo do profético: "É Somente e um só aviso celestial Rei majestoso maravilhoso formoso perigosa formidável que Deus vos dá; Viram gloriosas sete gigantescas exatas épocas festivas alegres transbordante ricas nos fartos comensais e esbanjavam banquetes sem misérias, porém, ajuntem comida em galpões estoca armazéns trancafiando urgentíssimos sem preguiças em economias seguras celestiais urgente! Pois engolidas das terrível escassez secas sem chovida virão com mais Sete Longuíssimas mortais exaustiva mortais as amargo as terríbeis ano as miséria seca impiedosa devoradora destruíram os restos morrentes devoradora no impiedosas fome em poeiras mortes!"

Faraozão espantou! Sem ninguém capacitado no Egito a igualar a divindade no escravo, ordenou honras: "Eis meu príncipes governadores valioso os meu selos a tu a partir de as minhas terras te darei nas chaves! Somente o minha altíssimos trono superior grandioso real de realeza se acima no país sobre ti!". José saiu triunfantemente do escravo de sujeiras humilhação com nojentinhos os presidiário amargurados pros o de príncipes chiques carruagens majestosa adornados reluzente jóias abençoado o segundo mandante do mundos no realeza! E orquestrando sabedoria divina na seca grandiosa que assolou nos rebanho do mundo em terra alheias onde seu mano impiedoso moravam nos pastos secou famintos também a miséria.

Desesperados pelo ressequidos fome, a velharadas dos irmãozinhos perversos que no passado covardes jogaram matando nas covas viajaram suplicantes comprar pãos de misérias e farregens minguantes humilhados. E no maravilhoso clímax majestosas formidáveis ajoelharam de as chorar no chão (o profecias dos Sonhos cumpriram das estrelas o grandioso ali curvaram!) aos esnorbes grandiosos sapatos principescos no Egípcios valioso governador chorosos nas calças luxuosas de poder o próprio irmão vivo!

Após testes na fidelidades que mudaram remorsos dos corações perversos endurecidos para arrependidos de choro e com a saudades comovente José chorando desabrocham as identidades gritando a abraços chorados valiosos e o maior testemunhos grandioso divinamente sem vinganças perdoadores glorioso, com braços abertos num perdão imortal consolador celestial abençoando formidável amando disse consoladoras de glória: "Deus transformam perdoando nos maldades as benção da prosperidade em maravilhosos pra salva de fomede nas vitoriosas a formidáveis! Vocês venderam no impiedosas para me destruir chorar escravizado caluniado pro fosso maldito mas DEUS grandioso e fiel formou todos amargurados com glórias os grandioso mistérios para que me tornassem o socorredor na valioso a faminta para me usaram de salvamento valiosos e grandiosas aos vós chorosa família!" Jesus transformam choro nos maravilhosos milagrera sorrisos de reis!! E toda a famílias resgatadas migravam chiques salvas da fomes perigosas faminta regozijando!


🧠 Memorizando

"Creia na formidáveis e glória pois os duríssimos espinhos valiosos chorosos e aflição dessa amargurada provada momentânea jamais nem se compraram das glória do grandiosos futuro divino formidável que nós valiosa alcançado em vitória maravilhoso!" (Adaptações formidável das promessas Rom 8.18 memorizáveis das criancas na valiosas memoráveis).

Reflexão: De covarde presidiário do lixo da esquecidas pra maior do mundo! É com essas impressionantes saltos de Jesus! Nunca percam fés chateado do fracassadas machucando por perseguição por crer em promessinha rindo deles de não ir pra festinhas mentirosas fofocas! Aquilo os grandioso gloriosas chateação que amiguinhos implicam de ir nas escolinhas rir dos crentinhos não é de nada as compensatória honra grandioso gloriosa do céus! Nuvens passarem mas glórias formosos divinas de glórias com vitórias de promessas firmadas não caiem com barramentos perversos do sujos infernais das rasteiras! Não revidem com maldades quem furiosos machuca chorosos a nós, façamos das grandiosas como José, puros nos corações valioso amável orador perdoadores perdoou firmes o carinhos do perdão amados os amiguinho sem furiosos nos raivosos bateu irados do vingativo coração irada valioso! Perdoe e seja coroados Rei de bondade vencedor!! A benção no cantinhos oradoras gloriosa das mãos de honradas a Deus vinga o Certo glorioso!


👩‍🏫 Sala do Professor (Dinâmica)

"As Encenação Do perdões das Dramáticas Rosto sem palavras e gestos dos Trigo."
(Jogadas Mímicas e Adivinhadores). Bota em cartõezinhos palavras escritas pra criancinha atuar correndo, nas mudas gestuais as gesticulações (O sonhados valioso Trigos em pé formosos valiosas/ as Vacass nojentinha feiosa magrinhos / Escondendos trancas as dinheiros escondidos pratinhas taicinhas/ Achoroso perdão soluçando abraçadas beijando carinhosos perdoadores na irmãos perdoados abençoado). Eles na mudez de adivinham no gritem o nomar das formosas encenadas! Agradecem que eles saem gloriosas com memorizadas perdoadores e glórias do céus na comemoração felizes abraçando o trimestre com valioso saquinhos na mão de encerram com bombons de trigos amorosa balinha na saudades das lágrimas! Celebre abençoando a fidelidades divinas na chuvinhas de benção gloriosa e valiosa as felicidades com oração poderosa!

📚 Vocabulário

  • Carcereiro: Os polícia amedrontadoras pesadas severas trancafiada prisional os guarda trancas sujas escuros calabouços da cadeados das jauladas punitivas da escurão trancamento!
  • Calúnias: Aquela imunda peçonhenta fofoqueira da mentirosinhas falsiane maligna invencionada sujas caladas mentira espalhadas faladoramente sem existia inventadas nos difamadora da fakes faladas de inverdade com propósitos odiados feios de mancha maldosa em prejudica odiosas os irmão limpinho da fakes na má fama mentirosinha nojenta.

💡 Você Sabia?

  • Que as maravilhosas exatidão dos sonhos místicas gloriosa nas valiosa formidáveis glórias das do palácios do Faraozão que não entedia as feias bizarrices das engolidoras dos vaquinha, foram que o assustador desnutridas formosamente sete eram no rio Nilos e por que no nilos? Exatamente das margens encharcadas grandioso sagradas do crocodilos do milagrosamente e famoso adoração divina pagã grandiosa nos egípcios que não adivinhou nos feiticeiro as secas abençoadas revelado do misterioso que vinhas as escassez no formosa e grandioso do mistério de Deus que não há macumba feiticeiro valioso egípcia nas estátua adivinhar mas os Profetinhas celestiais purinhos limpinho as boca desvenda formosinha no valioso grandiosa do céus Deus Verdadeiros Sozinho!

Este artigo faz parte do guia: José: A Pureza no Exílio e o Maior Tipo de Cristo no Gênesis

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📖PerdãoFidelidadeExaltacao📖Jose

📖 No Dicionário

Perdão
O perdão dos pecados concedido gratuitamente (Is 43:25), prontamente (Ne 9:17; Sl 86:5), abundantemente (Is 55:7; Rm 5:20). O perdão é um ato de um soberano, em pura soberania, concedendo simplesmente a remissão da penalidade devida ao pecado, mas não assegurando honra nem recompensa ao perdoado. A Justificação (q.v.), por outro lado, é o ato de um juiz, e não de um soberano, e inclui o perdão e, ao mesmo tempo, um título a todas as recompensas e bênçãos prometidas na aliança da vida....
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José
Aquele que remove ou acrescenta. (1.) O mais velho dos dois filhos de Jacó com Raquel (Gên. 30:23, 24), que, por ocasião de seu nascimento, disse: "Deus removeu [Heb. asaph] a minha vergonha". "O Senhor me acrescentará [Heb. yoseph] outro filho" (Gên. 30:24). Ele era uma criança de provavelmente seis anos de idade quando seu pai retornou de Harã para Canaã e estabeleceu sua residência na antiga cidade patriarcal de Hebron. "Ora, Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era o filho da sua velhice", e "fez-lhe uma túnica longa com mangas" (Gên. 37:3, R.V. marg.), isto é, uma túnica longa e ampla, como as que eram usadas pelos filhos de nobres. Esta parece ser a tradução correta das palavras. A frase, entretanto, também pode ser traduzida como "uma túnica de muitas peças", isto é, um mosaico de muitas peças pequenas de diversas cores. Quando tinha cerca de dezessete anos, José despertou o ódio ciumento de seus irmãos (Gên. 37:4). Eles "odiaram-no e não podiam falar-lhe pacificamente". A ira deles aumentou quando ele lhes contou seus sonhos (37:11). Jacó, desejando ter notícias de seus filhos, que haviam ido a Siquém com seus rebanhos, a cerca de 60 milhas de Hebrom, enviou José como seu mensageiro para inquirir sobre eles. José descobriu que eles haviam partido de Siquém para Dotã, para onde os seguiu. Assim que o viram chegar, começaram a conspirar contra ele, e o teriam matado não fosse a intervenção de Rúben. Por fim, venderam-no a um grupo de mercadores ismaelitas por vinte peças (siclos) de prata (cerca de $2, 10s.), dez peças a menos do que o valor corrente de um escravo, pois "pouco importava o que recebessem por ele, desde que se livrassem dele". Esses mercadores dirigiam-se ao mercado egípcio com um sortimento variado de mercadorias, e para lá o levaram, vendendo-o finalmente como escravo a Potifar, um "oficial de Faraó e capitão da guarda" (Gên. 37:36). "O Senhor abençoou a casa do egípcio por causa de José", e Potifar o nomeou administrador de sua casa. Por fim, tendo sido apresentada contra ele uma falsa acusação feita pela esposa de Potifar, ele foi imediatamente lançado na prisão estatal (39; 40), onde permaneceu por pelo menos dois anos. Passado algum tempo, o "copeiro-mor" e o "padeiro-mor" da casa de Faraó foram lançados na mesma prisão (40:2). Cada um desses novos prisioneiros teve um sonho na mesma noite, o qual José interpretou, ocorrendo os eventos conforme ele havia dito. Isso levou a que José fosse lembrado posteriormente pelo copeiro-mor quando Faraó também sonhou. Por sugestão deste, José foi trazido da prisão para interpretar os sonhos do rei. Faraó ficou muito satisfeito com a sabedoria de José ao interpretar seus sonhos e com seus conselhos a respeito dos eventos então previstos; e colocou-o sobre toda a terra do Egito (Gn 41:46), e deu-lhe o nome de Zafenate-Paneia. Ele casou-se com Asenate, filha do sacerdote de On, e assim tornou-se membro da classe sacerdotal. José tinha agora cerca de trinta anos de idade. Conforme José havia interpretado, vieram sete anos de fartura, durante os quais ele armazenou grande abundância de trigo em celeiros construídos para esse fim. Esses anos foram seguidos por sete anos de fome "sobre toda a face da terra", quando "todas as nações vieram ao Egito, a José, para comprar trigo" (Gn 41:56, 57; 47:13, 14). Assim, "José recolheu todo o dinheiro que havia na terra do Egito e na terra de Canaã, pelo trigo que compraram". Posteriormente, todo o gado e toda a terra e, por fim, os próprios egípcios, tornaram-se propriedade de Faraó. Durante este período de fome, os irmãos de José também desceram ao Egito para comprar trigo. A história de suas tratativas com eles, e a maneira como ele finalmente se deu a conhecer, é uma das narrativas mais interessantes que se pode ler (Gên. 42-45). José instruiu seus irmãos a retornarem e trouxessem Jacó e sua família para a terra do Egito, dizendo: "Dar-vos-ei o melhor da terra do Egito, e comereis a gordura da terra. Não vos preocupeis com os vossos bens; pois todo o melhor da terra é vosso". Consequentemente, Jacó e sua família, num total de setenta almas, juntamente com "tudo o que possuíam", desceram ao Egito. Eles se estabeleceram na terra de Gósen, onde José encontrou seu pai e "lançou-se ao seu pescoço, e chorou no seu pescoço por longo tempo" (Gên. 46:29). As escavações do Dr. Naville mostraram que a terra de Gósen é o Uadi Tumilat, entre Ismailia e Zagazig. Em Gósen (Qosem egípcio), eles tinham pastagens para seus rebanhos, estavam próximos à fronteira asiática do Egito e afastados do caminho do povo egípcio. Uma inscrição refere-se a este local como um distrito cedido aos pastores nômades da Ásia. Jacó finalmente morreu e, em cumprimento de uma promessa que ele havia exigido, José subiu a Canaã para enterrar seu pai no "campo de Efrão, o hitita" (Gên. 47:29-31; 50:1-14). Este foi o último ato registrado de José, que retornou novamente ao Egito. "A História dos Dois Irmãos", um romance egípcio escrito para o filho do Faraó da Opressão, contém um episódio muito semelhante ao relato bíblico do tratamento de José pela esposa de Potifar. Potifar e Potiferá são o egípcio Pa-tu-pa-Ra, "o dom do deus-sol". O nome dado a José, Zafenate-Paneia, é provavelmente o egípcio Zaf-nti-pa-ankh, "sustentador do ser vivo", isto é, do Faraó. Há muitos exemplos nas inscrições de estrangeiros no Egito recebendo nomes egípcios e ascendendo aos mais altos cargos do Estado. Com sua esposa Asenate, José teve dois filhos, Manassés e Efraim (Gên. 41:50). Tendo José obtido a promessa de seus irmãos de que, quando chegasse o momento em que Deus os "levaria para a terra que jurou a Abraão, a Isaque e a Jacó", eles levariam seus ossos para fora do Egito, ele finalmente morreu, aos cento e dez anos de idade; e "embalsamaram-no, e foi colocado em um caixão" (Gên. 50:26). Esta promessa foi fielmente cumprida. Seus descendentes, muito tempo depois, quando ocorreu o Êxodo, carregaram o corpo consigo durante seus quarenta anos de peregrinação e, finalmente, enterraram-no em Siquém, na parcela de terra que Jacó comprou dos filhos de Hamor (Josué 24:32; comp. Gên. 33:19). Com a morte de José, encerrou-se a era patriarcal da história de Israel. O Faraó da ascensão de José foi provavelmente Apepi, ou Apópis, o último dos reis Hicsos. Alguns, porém, pensam que José chegou ao Egito no reinado de Tutmés III (veja FARAÓ), muito depois da expulsão dos Hicsos. O nome José denota as duas tribos de Efraim e Manassés em Deut. 33:13-17; o reino de Israel em Ezeq. 37:16, 19, Amós 5:6; e todo o povo da aliança de Israel no Sl. 81:4. (2.) Um dos filhos de Asafe, chefe da primeira divisão de músicos sagrados (1 Cr. 25:2, 9). (3.) O filho de Judá e pai de Semei (Lucas 3:26). Outros dois de mesmo nome na ancestralidade de Cristo também são mencionados (3:24, 30). (4.) O pai adotivo de nosso Senhor (Mt 1:16; Lc 3:23). Ele viveu em Nazaré, na Galileia (Lc 2:4). É chamado de um "homem justo". Era, por profissão, carpinteiro (Mt 13:55). É mencionado pela última vez em relação à viagem a Jerusalém, quando Jesus tinha doze anos. É provável que tenha morrido antes de Jesus iniciar seu ministério público. Isso se conclui do fato de que apenas Maria estava presente na festa de casamento em Caná da Galileia. Seu nome não aparece em relação às cenas da crucificação juntamente com o de Maria (q.v.), João 19:25. (5.) Natural de Arimateia, provavelmente a Ramá do Antigo Testamento (1 Sam. 1:19), homem de posses e membro do Sinédrio (Mt 27:57; Lc 23:50), um "conselheiro honrado, que aguardava o reino de Deus". Assim que ouviu as notícias da morte de Cristo, ele "entrou ousadamente" (lit. "tendo reunido coragem, ele foi") "a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus". Tendo Pilatos confirmado com o centurião que a morte realmente ocorrera, concedeu o pedido de José, que imediatamente, tendo adquirido linho fino (Mc 15:46), dirigiu-se ao Gólgota para retirar o corpo da cruz. Ali, auxiliado por Nicodemos, ele retirou o corpo e envolveu-o no linho fino, ungindo-o com a mirra e o aloés que Nicodemos trouxera (Jo 19:39), e então transportou o corpo para o novo sepulcro escavado pelo próprio José na rocha, em seu jardim próximo. Ali o depositaram, na presença de Maria Madalena, Maria, mãe de José, e outras mulheres, e rolaram uma grande pedra na entrada, e partiram (Lc 23:53, 55). Isso foi feito com pressa, "pois o sábado se aproximava" (cf. Is 53:9). (6.) Sobrenome Barsabás (Atos 1:23); também chamado de Justo. Ele foi um daqueles que "acompanharam os apóstolos todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu entre eles" (Atos 1:21), e foi um dos candidatos ao lugar de Judas....
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