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Lição 10 – As Festas do Povo de Deus

Quem não adora uma festa com música e comilança? O Papai do Céu ama ver os Seus filhinhos felizes e ensinou os amigos de Moisés a fazerem três festões para agradecerem! Vamos fazer nossas cabaninhas de lençol e o chocalho de feijão!

7 de junho de 2026Equipe A Seara· 8 min leitura
Lição 10 – As Festas do Povo de Deus
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Introdução

Piiii, plim! Olha os confetes caindo! Você já foi numa festa de aniversário com bexigas bem cheias e muitos abraços dos tios e priminhos? A gente ri de montão, o nosso coração até faz tum-tum de alegria, não é?! Sabia que o nosso Papai do Céu adora, mas adoora mesmo, quando a gente abre um sorrisão gigante?

Muito tempo atrás, não existia festa em bufêzinho não! Mas Moisés ouviu de Deus que as crianças e os adultos precisavam dançar e cantar para nunca esquecerem do Seu cuidado grandão! O Papai do Céu mandou eles fazerem logo TRÊS FESTONAS. Nenhuma criança ia ficar triste. Vamos puxar a cadeira, ligar o chocalho imaginário e entrar nessa festa linda que alegra o coração de Deus!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 23


I. As Três Festas da Alegria

O Povão andava com os pés cheios de poeirinha daquela areia quente. Mas de repente, Moisés chamava todo mundo: "Pessoal! Vamos nos arrumar e juntar porque hoje é o Dia do 'Obrigado Papai do Céu'!" E todo mundo pulava animado! Conheçam as festinhas que eles faziam:

  1. A Festa da Páscoa (ou do Pão Furadinho): Lembra o rei malvado de coração de pedrinha lá do Egito? Essa festa servia para eles darem pulos agradecendo ao Papai por abrir a gaiolona deles e deixarem eles soltinhos! Eles comiam naquele dia um Pão rapidinho durão! Com gosto de liberdade! "Obrigado, Deus, pela Proteção!".
  2. A Festa da Colheita (Das Cestonas de Uva): Já viu uma árvore cheeeeia de maçãs maravilhosas vermelhas crescendo com o solzinho que Deus faz brilhar? Nessa festa eles dançavam pelas colheitas de frutos bonitos e docinhos que Deus enviou pro piquenique da galera toda. "Obrigado, Deus, por encher as barriguinhas!".
  3. A Festa da Cabaninha (Tabernáculos): Essa era a mais queridinha! Papais e Mães não dormiam dentro de casinhas quadradas, eles amarravam folhas de palmeira em galhinhos pra brincar de dormir todo mundo num apertadinho de noite nas "Baraquinhas da Gratidão"! Por que eles faziam as Tendas das estrelinhas brilhantes? Pra cantar: "Obrigado Papai do Céus, por andar com a gente de mãos agarradinhas!".

II. Um Coração Que Faz "Pfff-Obaaa"!

Sabe qual era a coisa mais principal das três festinhas festonas do povão dEle? Não eram os pãezitos nem as festanças super grandonas com balõezinhos. A maior belezura do mundo se chama: GRA-TI-DÃO! (E o que é essa grandona aqui? ).

Gratidão é quando a gente respira muito fundo e o coração vai enchendo, enchendo igual um balãozinho colorido, e solta lá em cima num abraço de beijo para Jesus, falando: "Papai do Céuzinho, muito obrigadão pelo colo da mamãe, de me livrar dos tombões em bicicletas, e por me achar lindo. Jesus cuida muito". Você agradece ao Deus até pelo verdinho dos brócolis que deixa você forçudão? Todo coraçãozin que brinca alegre é cheirozinho aos olhos do Todo Poderosoo! As festasas foram pra eles verem q Ele Nunca Vai Embora!


Conclusão

Saber os amados, a gente pode dar as de a fazer As De de Festãs de no o todos e o Dias o Da Da e de Céuz ! Ao Acordares do Seus e Camadinhas q a de Fofas As e De Diga aos as O "Bom Das D E De As o Diaa , Jesusis d as! O De Obrigado por e o As Do O meus as e os O Meu carrinho As De O ". As Ele q as O Sorri la As O Nas Nuvens a E Manda das a Os Um O Guarda as D e as O as Chuvadas D E Cheinhos de S A as E E Cuidinhos de os a pra Seus do De D A As d Passinhos! A


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Maternal processa as Festas Bíblicas como ritos de amizades tangíveis associados ao paladar ou barulhos contagiantes que transmitem Felicidade e Gratidão (Graças a Deus!).

  • Faça o Chocalhinho Festivo: a Como O de não no Tem s S s as como O E Dançar d Sem O Som de ! Tragam do da Garrafinha de as Pet e D pequenos as s e O Do as a Grãos D e Do As ( Feijaozins E o O das Ou s Arrozinhoo ). As De de a de As Em Os d Ensine as A d o "Quando as A E As Balançares S e D , Fales no Do Os Meu O As s : Obrigado Jesu O o" .
  • Dinâmica Das Cabaninhas : Nas As D De Do O s Do E das o S a da A SaLas das e a Da O Estendas o s um do s d As a a e Lençola e Do d As as Sobre as e 2 a E D as o das Cadeirinhas O . As De e de d o Deixe a a e d as q O e O a Criançadas de e Escondas d Da o Do Entres e D no a as D e Maches As o D de a do o Escurinhoo a C e as De Cante: * Papai a a do q Do do o Cuida da Das e Da de Mim E De As No A De e As s as Cabanoonas das D * e Das o das E Maches A A D E o :::

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🗣️ Desafio da Semana

As O A Mães da do Os d e Paipais as ! A Faça a O uma E e de Noited o de Da e De as a De " As da A Festão Das O de d Cabanas e O de d ". As Peguese as Os e os Lençoções de do das Camotas as As E o e Monte Do das as do Um do As d a s de O As E Esconderijão do as o Nas s a O Salas As Da s de Da das TV A as o . As Entreis o De E das O O com a os s s Biscoitins e D Do o as de e da Criançaoos e O as a No O de e D s as Lanterna do e D e A de . D Diga de e O: " a Do Vamos d o Agradeseser a no do o As Papaii As e do Do q e as A As Das De D do d Cèus a o Nas Cabana?". A O :::


🏷️ Explore mais:

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📖 No Dicionário

Páscoa
O nome dado à principal das três grandes festas anuais históricas dos judeus. Era celebrada em memória da passagem do Senhor pelas casas dos israelitas (Êx. 12:13) quando os primogênitos de todos os egípcios foram destruídos. É chamada também de "festa dos pães asmos" (Êx. 23:15; Mc 14:1; At 12:3), porque durante a sua celebração nenhum pão levedado deveria ser comido ou mesmo mantido na residência (Êx. 12:15). A palavra posteriormente passou a designar o cordeiro que era sacrificado na festa (Mc 14:12-14; 1 Co 5:7). Um relato detalhado da instituição desta festa é dado em Êx. 12 e 13. Foi posteriormente incorporada à lei cerimonial (Lv 23:4-8) como uma das grandes festas da nação. Em tempos posteriores, muitas mudanças parecem ter ocorrido quanto ao modo de sua celebração em comparação com a sua primeira celebração (comp. Dt 16:2, 5, 6; 2 Cr 30:16; Lv 23:10-14; Nm 9:10, 11; 28:16-24). Além disso, foram introduzidos o uso de vinho (Lc 22:17, 20), de molho com as ervas amargas (Jo 13:26) e o serviço de louvor. Registra-se apenas uma celebração desta festa entre o Êxodo e a entrada em Canaã, a saber, aquela mencionada em Núm. 9:5. (Veja JOSIAH.) Era, primordialmente, uma ordenança comemorativa, lembrando aos filhos de Israel de sua libertação do Egito; mas era, sem dúvida, também um tipo da grande libertação operada pelo Messias para todo o seu povo, do destino da morte em razão do pecado e da escravidão do próprio pecado, uma escravidão pior que a egípcia (1 Cor. 5:7; João 1:29; 19:32-36; 1 Pe 1:19; Gál. 4:4, 5). A aparência de Jerusalém por ocasião da Páscoa no tempo de nosso Senhor é assim adequadamente descrita: "A própria cidade e os arredores tornavam-se cada vez mais lotados à medida que a festa se aproximava, as ruas estreitas e os escuros bazares em arco exibindo a mesma multidão de homens de todas as nações de quando Jesus visitou Jerusalém pela primeira vez, ainda menino. Até mesmo o templo oferecia uma visão estranha nesta época, pois em partes dos pátios externos, um amplo espaço era coberto por currais para ovelhas, cabras e gado a serem usados para ofertas. Vendedores gritavam as qualidades de seus animais, ovelhas baliam, bois mugiam. Vendedores de pombas também tinham um lugar reservado para eles. Oleiros ofereciam uma escolha entre enormes pilhas de pratos de argila e fornos para assar e comer o cordeiro pascal. Barracas de vinho, azeite, sal e tudo mais que fosse necessário para os sacrifícios atraíam clientes. Pessoas que iam e vinham da cidade encurtavam sua jornada atravessando as dependências do templo, frequentemente carregando fardos... Bancas para trocar moeda estrangeira pelo siclo do templo, que era a única moeda que podia ser paga aos sacerdotes, eram numerosas, tornando toda a confusão o santuário semelhante a um mercado barulhento" (Vida de Cristo, de Geikie)....
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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