Vida-crista

Lição 4 – Moisés e Arão Dão um Recado para Faraó

Como entregar uma mensagem para um rei muito bravo? Veja como Arão ajudou Moisés a ligar seu "megafone" para contar a ordem do Papai do Céu! Você tem um coração macio como uma esponja?

26 de abril de 2026Equipe A Seara· 7 min leitura
Lição 4 – Moisés e Arão Dão um Recado para Faraó
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Introdução

Você já teve que ir dar um recadinho difícil para alguém? Tipo quando a mamãe disse: "Maternal, vai lá e diz para o maninho mais velho que é hora de comer"? Às vezes dá um friozinho na barriga, não dá? Ainda mais se for falar com alguém que tem voz grossa, brava e mora em um castelo muito alto de teto gigantesco! Hoje, Moisés vai receber um mega envelope mágico do próprio Deus dos Céus, com uma ordem e um recado para aquele Rei bem feinho e de coração duro lá do palácio dourado do Egito, o tal do Faraó. Só que ele estava com medinho! Sorte dele que Deus sempre manda socorro bem na hora! Ajeite os ouvidos, ligue o megafone, porque o recado vai começar.

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 5


I. O Ajudante com a Voz Grande (Arão)

Depois que Moisés desceu lá do Deserto (onde a plantinha que não amassa e não queima falou com ele), Moisés disse ao Papai do Céu: "Ahh Papai do Céu, eu não sei falar direito. A minha voz falha, a barriga dói me dá um medão na tremedeira, e o Rei nem vai ligar pro as babadas q eu falar! Mande outra pessoa dar o seu Recado Divino, mande??". As criancinhas de 3 aninhos as vezes também sentem os medo pra dizer um sim pras titias da aulinha ou pra falar dos perdão, não é? Mas o Papai do Céu pegou e fez um Milagrinho da Amizade sorridente com Amores! Aquele Criador Lindão diz a ele: "Ótimo, meu amigo Moisés, pegaremos O Teu Irmão! O seu nome o é Arão, o que já estava saindo pra vir te encontrasse com abraços fortes"! E logo Arão com sorriso do grandão viu Moisés de calçado sem o seu Cajados, o O Abraço de Longe. "Meu mano Lindão! Vamos que a minha Voz Das Trombetas Fofissimas Das Suas Amizades Seram a das Minhas Vozes Pra Vocês Não Ficar sozinhas de silêncios." Quando O Amores Creador das Paz, os anjos andam os par!! Ninguém entra sozinhos d medo, Sempre Um amado ajudador da Voz entra c nós; Seja do Paizs ou A Avozinhas a falar p ti em coragem os apoios nas dores p os maus do Mundo Faraózinhos sumirem as amarras em vcs

II. A Esponja contra da Pedras Do Falha Rei!

Os irmão chegou ao Egito de Castelos Brilhos e deram Os Corações As Mãos! A Mensagens do Papais Céus tava das bocas: Faraós, O Reais Deus q Fez tu O diz "DEIXEM O MEUS POVOS ANDAR!! " Mas sabiam da Reagir do Teimoso Mau do Trono Do Lixo Dourados lá Egipícios? A As Crianças que dizem “Nao ireia Guardaria o meu sapato” pra pais? Esse Rei Bateu pé:"Quem Desses Deus! Eu Eu nao ligo nadoooo os vou os prende com as minha argilititas Suja em poeiras das as lama da Olaria Pra Fazerm Tijolos!!"

Nossaa, Maternal! Ele era de Coração de Pedrinhas feiosa Dura? É... Sabem umas coisa, se vocês jogar águinhas fofas c docura Numa Pedras a Água o O escorré e nem dá e de entrarem nas Pedra. Mas as Mães lavando copo de as pias Tem O Esponjao Mole amarelado da Espumada ! Nele quando de jogue As agua ele engoli bebe A água das Palavras da obediências! A Voz de Recado Dos Amores não fica nos de pedra, de pedra cai pros choro! Nos as esponjinhas Do Corações do Moisés As águas Entrou E molhou tudo O O as Felizes com as Amor na promessa de libentação D’Ele!!


Conclusão

Ah Ovelhinhas Corderinhas Do Rebanho do Jesuz! Não tenha os de Coração como do Reizinho Bobalhão e durão de braço cruzado pras a Mamãinha dizendo NÃO para o recadinho de Deus o nas palavras De Guardares Teus brinquito não. Peça Para Seu Jesus E Ao Papai Divinissimo Trocar por As Espuminhas de Amores E De Coragens Do Irmãos de Moises que a Ti Ajudaram Na hora Dos Teus Medões Do as escolas para sempre e das glória Pra Vitória Na Amizades Verdadeirana!!


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

O Laboratório de Física é a ferramenta Cognitiva: Usamos de propriedades reais o Tangível! Abstração Dureza x Móleça

  • Jogo do Recado do Megafone: Faça um rolinho c copo e cone, Mostrando Como Arão e a as Coragens: “Fala baixinho! O Outro repete bem fortão! “ As crianças a brincarem de As Coragens das vozinhas
  • O Tanquinho da Espumas d Água e Pedra (Mão na Massa): Traga bandijinhas transparente ou de banho dos passarinhos; O “Coração Feião” da Pedra Do Quintal ; Mostre de como Água A de as Palavra de As Deus cai fôra. Mostre As Esponjinhas Amarelas macias a bebero e absorver “Que Amor de guardado as docuras! Nós Viremos os e FofinHAs de amarr Jesus? ” Mostralo de apertar q sai A águinha da alegrias e riem do barulhos das chuvadas em esponja! :::

:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

Das famílhas pra a Brincadeiras De Sentimentos “O Móle Molinhos” Em O Casa das Camas à noitinhas ou nas das Brincadeiras De Fim semanda com Os Tapetos! As Corajosas As Falar As Vozinhos em amor. As Faça As Coridinhas e o Abraços De Espumar : Pais ! Aos Abração espremidões diga pro as filhos de ti : “Abraço Fofinho E molengas das Cordeirões!!” pra a Fixarem o Conceitos que Deuses ama As doçurinha em seus Filhotadoss não a brutos dos castelos em Medos !! Seus Reizinhos Em Coração Obedente são Fofurosos pros Teu Senhores.!! :::


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📖 No Dicionário

Coração
De acordo com a Bíblia, o coração é o centro não apenas da atividade espiritual, mas de todas as operações da vida humana. "Coração" e "alma" são frequentemente usados de forma intercambiável (Deut. 6:5; 26:16; comp. Mat. 22:37; Mar. 12:30, 33), mas este não é geralmente o caso. O coração é o "lar da vida pessoal" e, portanto, um homem é designado, segundo o seu coração, como sábio (1 Reis 3:12, etc.), puro (Sl. 24:4; Mat. 5:8, etc.), íntegro e justo (Gên. 20:5, 6; Sl. 11:2; 78:72), piedoso e bom (Lc 8:15), etc. Nestas e em tais passagens, a palavra "alma" não poderia ser substituída por "coração". O coração é também a sede da consciência (Rom. 2:15). Ele é naturalmente ímpio (Gên. 8:21) e, portanto, contamina toda a vida e o caráter (Mat. 12:34; 15:18; comp. Ecl. 8:11; Sl. 73:7). Por conseguinte, o coração deve ser mudado, regenerado (Ez. 36:26; 11:19; Sl. 51:10-14), antes que o homem possa obedecer a Deus voluntariamente. O processo de salvação começa no coração através da recepção crente do testemunho de Deus, enquanto a rejeição desse testemunho endurece o coração (Sl. 95:8; Prov. 28:14; 2 Cr. 36:13). "A dureza de coração evidencia-se por visões superficiais do pecado; reconhecimento e confissão parcial do mesmo; orgulho e presunção; ingratidão; indiferença em relação à palavra e às ordenanças de Deus; desatenção às providências divinas; sufocamento das convicções da consciência; esquiva da repreensão; presunção e ignorância geral das coisas divinas." Lareira Heb. ah (Jer. 36:22, 23; R.V., "braseiro"), significando um pote grande como um braseiro, um forno portátil no qual o fogo era mantido nos aposentos de inverno do rei. Heb. kiyor (Zac. 12:6; R.V., "panela"), uma panela de fogo. Heb. moqed (Sl. 102:3; R.V., "brandão"), propriamente um feixe de lenha. Heb. yaqud (Isa. 30:14), uma massa ardente em uma lareira....
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Faraó
O título oficial detido pelos reis egípcios até a época em que aquele país foi conquistado pelos gregos. (Veja EGITO.) O nome é um composto, como alguns pensam, das palavras Ra, o "sol" ou "deus-sol", e o artigo phe, "o", prefixado; logo, phera, "o sol" ou "o deus-sol". Mas outros, talvez mais corretamente, pensam que o nome deriva de Perao, "a grande casa" = sua majestade = em turco, "a Sublime Porta". (1.) O Faraó que estava no trono quando Abrão desceu ao Egito (Gên. 12:10-20) foi provavelmente um dos Hicsos, ou "reis pastores". Os egípcios chamavam as tribos nômades da Síria de Shasu, "saqueadores", seu rei ou chefe de Hyk, e daí o nome daqueles invasores que conquistaram os reis nativos e estabeleceram um governo forte, com Zoã ou Tanis como sua capital. Eles eram de origem semítica e, consequentemente, de sangue aparentado com Abrão. Foram provavelmente impulsionados pela pressão dos hititas. O nome que ostentam nos monumentos é "Mentiu". (2.) O Faraó dos dias de José (Gên. 41) foi provavelmente Apopi, ou Apopis, o último dos reis Hicsos. Para os antigos egípcios nativos, que eram de raça africana, os pastores eram "uma abominação"; mas para os reis Hicsos, esses pastores asiáticos que agora surgiam com Jacó à frente eram congeniais e, sendo semelhantes à sua própria raça, tiveram uma acolhida calorosa (Gên. 47:5, 6). Alguns argumentam que José veio ao Egito no reinado de Tutmés III, muito depois da expulsão dos Hicsos, e que sua influência pode ser vista na ascensão e no progresso da revolução religiosa em direção ao monoteísmo que caracterizou o meio da Décima Oitava Dinastia. A esposa de Amenófis III, dessa dinastia, era uma semita. Seria esse fato singular explicado pela presença de alguns dos parentes de José na corte egípcia? Faraó disse a José: "Teu pai e teus irmãos vieram a ti: a terra do Egito está diante de ti; na melhor parte da terra, faze habitar teu pai e teus irmãos" (Gên. 47:5, 6). (3.) Supõe-se geralmente que o "novo rei que não conhecia José" (Êx. 1:8-22) tenha sido Aahmes I, ou Amosis, como é chamado por Josefo. Descobertas recentes, entretanto, levaram à conclusão de que Seti era o "novo rei". Por cerca de setenta anos, os hebreus no Egito estiveram sob a poderosa proteção de José. Após a sua morte, a condição deles provavelmente mudou de forma muito lenta e gradual. Os invasores, os Hicsos, que por cerca de cinco séculos haviam sido senhores do Egito, foram expulsos, e a antiga dinastia foi restaurada. Os israelitas passaram agora a ser desprezados. Começaram a ser afligidos e tiranizados. Com o passar do tempo, parece ter ocorrido uma mudança no governo do Egito. Uma nova dinastia, a Décima Nona, como é chamada, chegou ao poder sob Seti I., que foi o seu fundador. Ele associou ao seu governo o seu filho, Ramsés II., quando este ainda era jovem, provavelmente com dez ou doze anos de idade. Note que o Professor Maspero, curador do museu de Bulak, perto do Cairo, teve sua atenção voltada em 1870 para o fato de que escaravelhos, isto é, imitações de pedra e metal do besouro (símbolos de imortalidade), originalmente usados como amuletos por personagens reais, que eram evidentemente relíquias genuínas da época dos antigos faraós, estavam sendo vendidos em Tebas e em diferentes lugares ao longo do Nilo. Isso o levou a suspeitar que algum local de sepultamento dos faraós, até então desconhecido, tivesse sido aberto, e que estas e outras relíquias, agora vendidas secretamente, faziam parte do tesouro ali encontrado. Por muito tempo ele não conseguiu, apesar de toda a sua engenhosidade, encontrar a fonte desses raros tesouros. Finalmente, um daqueles que detinham o segredo voluntariou-se a dar informações a respeito deste local de sepultamento. O resultado foi que um grupo foi conduzido em 1881 a Deir el-Bahari, perto de Tebas, quando foi feita a maravilhosa descoberta de trinta e seis múmias de reis, rainhas, príncipes e sumos sacerdotes, escondidas em uma caverna preparada para eles, onde haviam permanecido intocadas por trinta séculos. "O templo de Deir el-Bahari situa-se no meio de um anfiteatro natural de penhascos, que é apenas um entre vários anfiteatros menores nos quais as montanhas de calcário dos túmulos estão divididas. Na parede de rocha que separa esta bacia daquela adjacente, alguns antigos engenheiros egípcios haviam construído o esconderijo, cujo segredo fora mantido por quase três mil anos." Sendo o grupo de exploração guiado ao local, encontrou, atrás de uma grande rocha, um poço de 6 pés quadrados e cerca de 40 pés de profundidade, escavado no calcário. No fundo deste, uma passagem seguia para o oeste por 25 pés e, em seguida, virava abruptamente para o norte, rumo ao coração da montanha, onde, em uma câmara de 23 por 13 pés, e 6 pés de altura, depararam-se com os maravilhosos tesouros da antiguidade. As múmias foram todas cuidadosamente asseguradas e transportadas para Bulak, onde foram depositadas no museu real, que agora foi transferido para Gizé. Entre os mais notáveis dos antigos reis do Egito assim descobertos estavam Tutmés III, Seti I e Ramsés II. Tutmés III foi o monarca mais distinto da brilhante Décima Oitava Dinastia. Quando esta múmia foi desenrolada "mais uma vez, após um intervalo de trinta e seis séculos, olhos humanos contemplaram as feições do homem que havia conquistado a Síria, Chipre e a Etiópia, e elevara o Egito ao mais alto pináculo de seu poder. O espetáculo, contudo, foi de breve duração. Os restos revelaram-se em estado tão frágil que houve tempo apenas para tirar uma fotografia apressada, e então as feições desmoronaram em pedaços e desapareceram como uma aparição, partindo assim da vista humana para sempre". "Parece estranho que, embora o corpo deste homem", que devastou a Palestina com seus exércitos duzentos anos antes do nascimento de Moisés, "tenha se transformado em pó, as flores com as quais fora adornado tenham sido tão maravilhosamente preservadas que até mesmo a sua cor podia ser distinguida" (Land of the Pharaohs, de Manning). Seti I (seu nome de trono Merenptah), pai de Ramsés II, foi um guerreiro grande e bem-sucedido, bem como um grande construtor. A múmia deste faraó, ao ser desenrolada, revelou "a cabeça de múmia mais bela já vista nos muros do museu. Os escultores de Tebas e Abidos não lisonjearam este faraó quando lhe deram aquele perfil delicado, doce e sorridente que é a admiração dos viajantes. Após o decurso de trinta e dois séculos, a múmia conserva a mesma expressão que caracterizava as feições do homem vivo. O mais notável de tudo, quando comparada com a múmia de Ramsés II, é a semelhança impressionante entre pai e filho. Seti I é, por assim dizer, o tipo idealizado de Ramsés II. Ele deve ter morrido em idade avançada. A cabeça está raspada, as sobrancelhas são brancas, a condição do corpo aponta para consideravelmente mais do que sessenta anos de vida, confirmando assim as opiniões dos eruditos, que atribuíram um longo reinado a este rei." (4.) Ramsés II, filho de Seti I, é provavelmente o Faraó da Opressão. Durante seus quarenta anos de residência na corte do Egito, Moisés deve ter conhecido bem este governante. Durante sua permanência em Midiã, porém, Ramsés morreu, após um reinado de sessenta e sete anos, e seu corpo foi embalsamado e depositado no sepulcro real no Vale dos Reis, ao lado do de seu pai. Como as outras múmias encontradas escondidas na caverna de Deir el-Bahari, ela fora, por alguma razão, removida de seu túmulo original e provavelmente transportada de lugar em lugar até ser finalmente depositada na caverna onde foi tão recentemente descoberta. Em 1886, a múmia deste rei, o "grande Rameses", o "Sesóstris" dos gregos, foi desenrolada, e revelou o corpo do que deve ter sido um homem idoso e robusto. As feições reveladas à vista são assim descritas por Maspero: "A cabeça é longa e pequena em proporção ao corpo. O topo do crânio está completamente nu. Na têmpora há alguns fios esparsos, mas no topo da cabeça o cabelo é bastante espesso, formando mechas lisas e retas de cerca de duas polegadas de comprimento. Brancos ao momento da morte, foram tingidos de um amarelo claro pelas especiarias utilizadas no embalsamamento. A testa é baixa e estreita; a saliência supraorbital é proeminente; as sobrancelhas são espessas e brancas; os olhos são pequenos e próximos; o nariz é longo, fino, arqueado como os narizes dos Bourbon; as têmporas são encovadas; as maçãs do rosto muito proeminentes; as orelhas redondas, projetando-se para fora da cabeça e perfuradas, como as de uma mulher, para o uso de brincos; o osso da mandíbula é maciço e forte; o queixo muito proeminente; a boca pequena, porém de lábios grossos; os dentes gastos e muito quebradiços, mas brancos e bem preservados. O bigode e a barba são ralos. Parecem ter sido mantidos barbeados durante a vida, mas provavelmente foram deixados crescer durante a última enfermidade do rei, ou podem ter crescido após a morte. Os fios são brancos, como os da cabeça e das sobrancelhas, mas são ásperos e eriçados, e com um décimo de polegada de comprimento. A pele é de um marrom terroso, riscada de preto. Finalmente, pode-se dizer que o rosto da múmia oferece uma ideia razoável do rosto do rei em vida. A expressão é desprovida de intelecto, talvez ligeiramente animal; mas mesmo sob o disfarce um tanto grotesco da mumificação, pode-se ver claramente um ar de majestade soberana, de determinação e de orgulho." Tanto por parte de seu pai quanto de sua mãe, ficou razoavelmente claro que Ramsés tinha sangue caldeu ou mesopotâmico em suas veias, a tal ponto que poderia ser chamado de assírio. Acredita-se que este fato lance luz sobre Is. 52:4. (5.) O Faraó do Êxodo foi provavelmente Menephtah I., o décimo quarto e mais velho filho sobrevivente de Ramsés II. Ele residia em Zoã, onde teve as diversas entrevistas com Moisés e Arão registradas no livro do Êxodo. Sua múmia não estava entre as encontradas em Deir el-Bahari. Ainda é uma questão, porém, se Seti II. ou seu pai Menephtah foi o Faraó do Êxodo. Alguns pensam que o conjunto de evidências favorece o primeiro, cujo reinado sabe-se que começou pacificamente, mas chegou a um fim súbito e desastroso. O "papiro de Harris", encontrado em Medinet-Abou, no Alto Egito, em 1856, um documento estatal escrito por Ramsés III., o segundo rei da Vigésima Dinastia, fornece um relato detalhado de um grande êxodo do Egito, seguido por confusão e anarquia generalizadas. Há grandes razões para acreditar que este foi o êxodo hebreu, com o qual a Décima Nona Dinastia dos faraós chegou ao fim. Este período de anarquia foi encerrado por Setnekht, o fundador da Vigésima Dinastia. "Na primavera de 1896, o Professor Flinders Petrie descobriu, entre as ruínas do templo de Menephtah em Tebas, uma grande estela de granito, na qual está gravado um hino de vitória comemorando a derrota de invasores líbios que haviam invadido o Delta. Ao final, outras vitórias de Menephtah são mencionadas superficialmente, e diz-se que os israelitas (I-s-y-r-a-e-l-u) foram diminuídos (?) de modo que não têm descendência. Menephtah foi filho e sucessor de Ramsés II, o construtor de Pitom, e estudiosos egípcios há muito veem nele o Faraó do Êxodo. O Êxodo também é situado em seu reinado pela lenda egípcia do evento preservada pelo historiador Manetão. Na inscrição, o nome dos israelitas não possui nenhum determinante de 'país' ou 'distrito' anexo a ele, como é o caso de todos os outros nomes (Canaã, Ascalom, Gezer, Khar ou Palestina Meridional, etc.) mencionados juntamente com ele, e pareceria, portanto, que na época em que o hino foi composto, os israelitas já haviam desaparecido da vista dos egípcios no deserto. De qualquer modo, eles não deviam ter, até então, nenhum lar ou distrito fixo próprio. Podemos, portanto, ver na referência a eles a versão do Faraó sobre o Êxodo, sendo os desastres que acometeram os egípcios naturalmente omitidos em silêncio, e apenas a destruição dos 'filhos homens' dos israelitas sendo registrada. A declaração do poeta egípcio é um paralelo notável com Êx 1:10-22." (6.) O Faraó de 1 Reis 11:18-22. (7.) So, rei do Egito (2 Reis 17:4). (8.) O Faraó de 1 Cr. 4:18. (9.) Faraó, cuja filha Salomão desposou (1 Reis 3:1; 7:8). (10.) Faraó, em quem Ezequias depositou sua confiança em sua guerra contra Senaqueribe (2 Reis 18:21). (11.) O Faraó por quem Josias foi derrotado e morto em Megido (2 Cr. 35:20-24; 2 Reis 23:29, 30). (Veja NECO.) (12.) Faraó Hofra, que em vão buscou socorrer Jerusalém quando esta foi sitiada por Nabucodonosor (q.v.), 2 Reis 25:1-4; comp. Jer. 37:5-8; Ez. 17:11-13. (Veja ZEDEQUIA.)...
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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