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Lição 6 – A Primeira Páscoa

Chuá! Está chovendo muito forte? Corre pro guarda-chuva! O Papai do Céu mandou uma proteção muito especial para os amigos dEle na noite do Egito, feita do sangue de um Cordeirinho fofinho e uma porta bem pintadinha!

10 de maio de 2026Equipe A Seara· 6 min leitura
Lição 6 – A Primeira Páscoa
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Introdução

Ui, parece que vai chover bem forte lá fora! Quando chove pingos gelados, o que o papai abre para nos proteger? O Guarda-Chuva! Debaixo daquele tecido grandão e colorido, a chuvinha não pega a gente de jeito nenhum. A gente dá risada lá embaixo! Sabe de uma coisa? Lá no Egito antigo, onde o rei malvado de coração de pedrinha não queria soltar os filhinhos de Deus, chegou um dia de uma enorme proteção! Não ia chover aguinha, ia ter um perigo muito perigoso pelas ruas à noite. Mas o nosso Papai do Céu tem o maior Guarda-Chuva do mundo! Vamos espiar quem ficou sequinho debaixo do cuidado Dele?

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 12


I. O Sinal da Cor Vermelinha

O Papai do Céu queria muito, muito libertar todos os seus amigos do Egito e do Faraó chato de braços cruzados que não deixava eles saírem para brincar de livre. Mas, o Faraó teimoso bateu o pé. Então, Papai do Céu avisou a Moisés: "Hoje à noite, tudo vai mudar!".

Moises pegou seu megafone de amizade e saiu avisando todo o povo rapidinho: "Atenção! Mamães, Papais, não chorem! Hoje vamos jantar todos juntos e vocês precisam colocar uma tinta de uma cor muito linda lá na portona de casa!" A cor era o Vermelho Brilhante da cor das maçãs fofinhas! Sabe da onde vinha aquele vermelhinho? Lá das casinhas, todas as famílias precisaram de um Cordeirinho (um filhotinho de ovelha bem especialzinho) para ajudar eles. Quando a tinta do Cordeirinho marcou as portas pelo lado de fora, a porta dizia pro Escuro daquela noite: "AQUI MORA ALGUÉM DO PAPAI DO CÉU! AQUI ESTÃO SOB O GUARDA-CHUVA E NEM UM PERIGO ESCORREGA PRA DENTRO!"

II. Comendo um Pão Sem Fermento!

Depois que as portonas e o batentezinho de cima ficaram brilhando com a tinta da proteção, os papais fecharam as portas, abraçaram seus filhinhos nos colos deles, com uma luz de velinha. Estava tudo tão em paz, sem perigos na noite! Eles começaram um Jantarzinho delicioso com um biscoito-pão. Moisés falou pra ninguém esperar muito. Papai do céu falou: "Vocês estarão salvos e vamos jantar rápido! Não tem nem tempo daquele pozinho do fermento inchar a massa, assemos assim mesmo" — O Pão de pressa quebrou um barulhão, bem duro: CRACK!! As criancinhas de olhos arregalados de medo, de repente ficaram sorrindo porque, atrás das paredes, um montão de gente lá dos do Rei com seus pecadinhos tavam triste no seu problemaão, mas pra o pessoal que pintou o amor na as portas O mal que veio aos das Escurides fez um Pulo grandão pelo Telhado de Cuidar das Crianças e passou por Cima!. Sabe o quer Dizer Isso das Crianças Hebréias? As O nome PÁSCOA!!! "Passar por de Ciima" com o amor das mãos invisíveis Dele.


Conclusão

Sabiazinho Amiguinhos ? O Cordeiro não era a Páscoa Do Chocolate de o O Coelhiño Que das As Coelhinhas saltadeiras da Escolinha . O Cordeiro Das Verdadeiras Proteção e a A de as Coisa Boas Que Passou por as As da Porta vermelhas ChamA-se Jesus!! Ele era Das Lindissímas a Verdadeira Páscoa Que de Guarda e esconde-o Nos Quartinhos De teus sono nos Escuro de todos a Maldades. Amém!!!


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Maternal processa melhor conceitos grandes quando eles sentem a proteção em atos e toques visuais coloridos e não da forma teológica adulta sobre Expiação sangüínea. O Sinal vermelho (uma "luz de amor") vira símbolo de posse: “Sou de Deus”.

  • Mãozinha e o Guarda-Chuva Visual: Pegue 1 Guarda-Chuvas Grandão E ponha um coração vermelhod e papel grudadas a cima ! Diga: “Quando vem A tempestades de Faraós E O Problemas As de o Cuidado Das de a Deus O cobre!!” Brinquem em rodinhas de se proteger .
  • A Tinta e As Portas: Num papelao Corte Uma janelinhas , com E Uma Espuminhas De Tinta d Dedo Vermelho Ou Um Lápissões , Pinte A molduras Das papelão da Caixa E cantemos: Vermelho é a O Cor De Amor / Ele Me Guardoo Das Pavorr ! O de Passou ! Pulooou Mãozinhos o Pra o Céus!! . :::

:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

As Mães em O das Familia: Peguemos em Das Semanas um a um Biscoitão Bem Durínhos e das Os Crackers d sem recheios ! E A sentar na a Das Das Mesa p o Olanches de tardi: Peca pros De “Crack” da Barulho As Os As e pergunte : “O q Signeficava o Barulhio Pão o duro?? As O a Rápides que De O Papais Ceu A A os Os Cuido das Corridinha!”. Mostre as de as Força das Vitórias E Mostres as Fotos o do De As de Ovelhinhas Corderinho Fofos Para de Aprenderem !! :::


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📖 No Dicionário

Páscoa
O nome dado à principal das três grandes festas anuais históricas dos judeus. Era celebrada em memória da passagem do Senhor pelas casas dos israelitas (Êx. 12:13) quando os primogênitos de todos os egípcios foram destruídos. É chamada também de "festa dos pães asmos" (Êx. 23:15; Mc 14:1; At 12:3), porque durante a sua celebração nenhum pão levedado deveria ser comido ou mesmo mantido na residência (Êx. 12:15). A palavra posteriormente passou a designar o cordeiro que era sacrificado na festa (Mc 14:12-14; 1 Co 5:7). Um relato detalhado da instituição desta festa é dado em Êx. 12 e 13. Foi posteriormente incorporada à lei cerimonial (Lv 23:4-8) como uma das grandes festas da nação. Em tempos posteriores, muitas mudanças parecem ter ocorrido quanto ao modo de sua celebração em comparação com a sua primeira celebração (comp. Dt 16:2, 5, 6; 2 Cr 30:16; Lv 23:10-14; Nm 9:10, 11; 28:16-24). Além disso, foram introduzidos o uso de vinho (Lc 22:17, 20), de molho com as ervas amargas (Jo 13:26) e o serviço de louvor. Registra-se apenas uma celebração desta festa entre o Êxodo e a entrada em Canaã, a saber, aquela mencionada em Núm. 9:5. (Veja JOSIAH.) Era, primordialmente, uma ordenança comemorativa, lembrando aos filhos de Israel de sua libertação do Egito; mas era, sem dúvida, também um tipo da grande libertação operada pelo Messias para todo o seu povo, do destino da morte em razão do pecado e da escravidão do próprio pecado, uma escravidão pior que a egípcia (1 Cor. 5:7; João 1:29; 19:32-36; 1 Pe 1:19; Gál. 4:4, 5). A aparência de Jerusalém por ocasião da Páscoa no tempo de nosso Senhor é assim adequadamente descrita: "A própria cidade e os arredores tornavam-se cada vez mais lotados à medida que a festa se aproximava, as ruas estreitas e os escuros bazares em arco exibindo a mesma multidão de homens de todas as nações de quando Jesus visitou Jerusalém pela primeira vez, ainda menino. Até mesmo o templo oferecia uma visão estranha nesta época, pois em partes dos pátios externos, um amplo espaço era coberto por currais para ovelhas, cabras e gado a serem usados para ofertas. Vendedores gritavam as qualidades de seus animais, ovelhas baliam, bois mugiam. Vendedores de pombas também tinham um lugar reservado para eles. Oleiros ofereciam uma escolha entre enormes pilhas de pratos de argila e fornos para assar e comer o cordeiro pascal. Barracas de vinho, azeite, sal e tudo mais que fosse necessário para os sacrifícios atraíam clientes. Pessoas que iam e vinham da cidade encurtavam sua jornada atravessando as dependências do templo, frequentemente carregando fardos... Bancas para trocar moeda estrangeira pelo siclo do templo, que era a única moeda que podia ser paga aos sacerdotes, eram numerosas, tornando toda a confusão o santuário semelhante a um mercado barulhento" (Vida de Cristo, de Geikie)....
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Cordeiro
(1.) Heb. kebes, um cordeiro macho do primeiro ao terceiro ano. Oferecido diariamente nos sacrifícios da manhã e da tarde (Êx. 29:38-42), no dia do Sábado (Nm 28:9), na festa da Lua Nova (28:11), das Trombetas (29:2), dos Tabernáculos (13-40), de Pentecostes (Lv 23:18-20) e da Páscoa (Êx 12:5), e em muitas outras ocasiões (1 Cr 29:21; 2 Cr 29:21; Lv 9:3; 14:10-25). (2.) Heb. taleh, um jovem cordeiro que ainda mama (1 Sam. 7:9; Isa. 65:25). Na linguagem simbólica das Escrituras, o cordeiro é o tipo da mansidão e da inocência (Isa. 11:6; 65:25; Lucas 10:3; João 21:15). O cordeiro era um símbolo de Cristo (Gên. 4:4; Êx. 12:3; 29:38; Isa. 16:1; 53:7; João 1:36; Apoc. 13:8). Cristo é chamado o Cordeiro de Deus (João 1:29, 36), como o grande sacrifício do qual os sacrifícios anteriores eram apenas tipos (Núm. 6:12; Lev. 14:12-17; Isa. 53:7; 1 Cor. 5:7)....
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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Oseias
Salvação, filho de Beeri e autor do livro de profecias que leva seu nome. Ele pertencia ao reino de Israel. "Sua origem israelita é atestada pela dicção peculiar, rude e aramaizante, que aponta para a parte norte da Palestina; pelo conhecimento íntimo que ele demonstra das localidades de Efraim (5:1; 6:8, 9; 12:12; 14:6, etc.); por passagens como 1:2, onde o reino é denominado 'a terra', e 7:5, onde o rei israelita é designado como 'nosso' rei." O período de seu ministério (estendendo-se por cerca de sessenta anos) é indicado na sobrescrição (Os. 1:1, 2). Ele é o único profeta de Israel que deixou qualquer profecia escrita....
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