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Lição 7 – Quem É Deus no Novo Testamento? | EBD Pre-adolescentes

Aprofunde-se no conteúdo da próxima lição. Material de apoio aos alunos e professores da Escola Bíblica.

17 de maio de 2026Equipe A Seara· 5 min leitura
Lição 7 – Quem É Deus no Novo Testamento? | EBD Pre-adolescentes
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Introdução: O "Tradutor" de Deus

Se você tentasse ler um site totalmente escrito em japonês ou russo sem dominar o idioma, provavelmente você não entenderia absolutamente nada. Você precisaria de um aplicativo de tradução para converter aqueles símbolos misteriosos para o bom e velho português, certo?

Por muito tempo, a humanidade olhava para a majestade de Deus e tinha extrema dificuldade em entender o Seu coração. Como um Deus que é Espírito se relaciona com seres de carne e osso? A resposta brilhante do Novo Testamento é: Ele veio pessoalmente ser o Seu próprio "tradutor"! O amor de Deus se tornou gente.

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: João 1:1-14


I. O Verbo (Logos) e a Criação

O Evangelho de João não começa falando do bebê Jesus na manjedoura. Ele vai ainda mais fundo e diz: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." (Jo 1:1).

A palavra grega para "Verbo" é Logos, que significa "A Razão" ou "A Palavra que dá sentido a tudo". Isso significa que Jesus não foi criado no dia em que nasceu da Virgem Maria. Ele é co-eterno com o Pai! Ele é o Arquiteto que estruturou cada estrela do universo (João 1:3).

Quando as pessoas espalham a mentira de que Jesus "foi apenas um bom filósofo ou um grande profeta", elas estão diminuindo quem Ele é. Ele é o próprio "Filho-Deus".

II. "A Todos Quantos o Receberam" (Identidade)

Existe um erro gigantesco e popular no mundo moderno. Já escutou a frase: "Todos nós somos filhos de Deus"?

Na verdade, biblicamente, todos os seres humanos são criaturas de Deus, feitas à Sua imagem, amadas e preciosas. Mas a verdadeira Filiação (o direito legal de poder olhar para o Céu e dizer "Aba, Pai") só se conquista de uma forma: recebendo Jesus!

Como diz João 1.12: "Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus". O seu valor, como pré-adolescente, não é medido por "likes" ou pelas panelinhas da escola, é medido pelo sangue de Cristo que comprou a sua certidão de nascimento espiritual!

III. O Equilíbrio Invisível: Graça e Verdade

O versículo 14 diz algo impressionante: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade".

A sociedade tem um problema sério de desequilíbrio:

  • Alunos que só têm "Verdade" viram fiscais de regras chatas (legalistas). Acham defeito em todo mundo e esquecem do perdão.
  • Alunos que só têm "Graça" ficam sem moral. Dizem: "Ah, Deus me perdoa de tudo, então posso mentir para meus pais, colar na prova e fazer qualquer coisa".

Mas Jesus veio lotado de Graça e de Verdade em proporções exatas! Ele tem compaixão enorme pelos pecadores e rejeitados, mas ao mesmo tempo dizia firmemente: "Vá e não peques mais". Para imitá-Lo, precisamos agir com justiça dura contra o nosso próprio erro, e com misericórdia enorme em favor dos nossos amigos!

[QUADRO: E Se Fosse Você?] Um professor na sua classe de história diz: "Jesus foi apenas um homem com ótimas ideias de paz, um filósofo excelente, assim como Buda ou Sócrates." O que você faria? (A) Ficaria quieto por vergonha. (B) Concordaria, para parecer "mente aberta". (C) Usaria João 1:1 para, educadamente, esclarecer que os cristãos honram Jesus como o Próprio Deus verdadeiro encarnado!


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💡 Mesa do Professor: Ensinando a Encarnação (O Teto Baixo)

  • A encarnação (Deus descer à Terra) resolve o dilema de empatia do jovem que sofre. Use a analogia de que Deus não quis nos dar ordens através de um "alto-falante cósmico". Ele desceu até nossa atmosfera corrompida.
  • Reforce que quando o aluno se sente injustiçado, triste com a própria aparência, ou abandonado pelos amigos da escola, Cristo sabe exatamente o que é isso. Porque o "Verbo se fez carne" (Carne = humanidade física completa). Ele teve fome, Ele chorou no meio do luto, Ele sofreu a suprema traição e humilhação. Ele entende cada lágrima típica da idade com infinita compreensão. :::

:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

Jesus é 100% Graça e 100% Verdade. Tente imitar Seu equilíbrio prático esta semana. Escolha perdoar uma atitude injusta de alguém (exercite a Graça compassiva) e escolha se afastar da rodinha de fofocas na escola, ou de um site inadequado, para se manter limpo (exercitando a Verdade firme). :::


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Jesus
(1.) Josué, filho de Num (Atos 7:45; Heb. 4:8; R.V., "Josué"). (2.) Um cristão judeu apelidado de Justo (Col. 4:11). Jesus, o nome próprio, assim como Cristo é o nome oficial de nosso Senhor. Para distingui-lo de outros assim chamados, ele é referido como "Jesus de Nazaré" (João 18:7) e "Jesus, o filho de José" (João 6:42). Esta é a forma grega do nome hebraico Josué, que era originalmente Oséias (Núm. 13:8, 16), mas foi alterado por Moisés para Jeosué (Núm. 13:16; 1 Crôn. 7:27), ou Josué. Após o Exílio, assumiu a forma Jeshua, de onde provém a forma grega Jesus. Foi dado ao nosso Senhor para denotar o objetivo de sua missão: salvar (Mat. 1:21). A vida de Jesus na terra pode ser dividida em dois grandes períodos: (1) o de sua vida privada, até que tivesse cerca de trinta anos de idade; e (2) o de sua vida pública, que durou cerca de três anos. Na "plenitude dos tempos", ele nasceu em Belém, no reinado do imperador Augusto, de Maria, que estava desposada com José, um carpinteiro (Mt 1:1; Lc 3:23; comp. Jo 7:42). Seu nascimento foi anunciado aos pastores (Lc 2:8-20). Magos do oriente vieram a Belém para ver aquele que nascera "Rei dos Judeus", trazendo consigo presentes (Mt 2:1-12). O cruel ciúme de Herodes levou à fuga de José para o Egito com Maria e o menino Jesus, onde permaneceram até a morte deste rei (Mt 2:13-23), quando retornaram e se estabeleceram em Nazaré, na Baixa Galileia (2:23; comp. Lc 4:16; Jo 1:46, etc.). Aos doze anos de idade, ele subiu a Jerusalém para a Páscoa com seus pais. Lá, no templo, "no meio dos doutores", todos os que o ouviam estavam "admirados com o seu entendimento e respostas" (Lc 2:41, etc.). Dezoito anos se passam, dos quais não temos registro além deste: que ele retornou a Nazaré e "crescia em sabedoria, estatura e em graça para com Deus e os homens" (Lc 2:52). Ele iniciou seu ministério público quando tinha cerca de trinta anos de idade. Geralmente considera-se que este se estendeu por cerca de três anos. "Cada um desses anos teve características peculiares próprias. (1.) O primeiro ano pode ser chamado de ano da obscuridade, tanto porque os registros que possuímos a respeito dele são muito escassos, quanto porque ele parece ter emergido lentamente para a atenção pública durante esse período. Foi passado, em sua maior parte, na Judeia. (2.) O segundo ano foi o ano do favor público, durante o qual o país tornou-se plenamente consciente de sua existência; sua atividade era incessante, e sua fama ecoou por toda a extensão da terra. Foi passado quase inteiramente na Galileia. (3.) O terceiro foi o ano da oposição, quando o favor público esvaiu-se. Seus inimigos multiplicaram-se e o assaltaram com cada vez mais pertinácia e, por fim, ele tornou-se vítima do ódio deles. Os primeiros seis meses deste ano final foram passados na Galileia, e os seis últimos em outras partes da terra.", *Life of Jesus Christ*, de Stalker, p. 45. As únicas fontes confiáveis de informação a respeito da vida de Cristo na terra são os Evangelhos, que apresentam, em detalhes históricos, as palavras e a obra de Cristo sob diversos aspectos. (Veja CRISTO.)...
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Maria
Hebraico Miriam. (1.) A esposa de José, a mãe de Jesus, chamada de "Virgem Maria", embora nunca designada assim nas Escrituras (Mt 2:11; Atos 1:14). Pouco se sabe de sua história pessoal. Sua genealogia é apresentada em Lucas 3. Ela era da tribo de Judá e da linhagem de Davi (Sl 132:11; Lc 1:32). Ela estava ligada por parentesco matrimonial a Isabel, que era da linhagem de Arão (Lc 1:36). Enquanto residia em Nazaré com seus pais, antes de se tornar esposa de José, o anjo Gabriel anunciou-lhe que ela seria a mãe do Messias prometido (Lucas 1:35). Depois disso, ela foi visitar sua prima Isabel, que vivia com seu marido Zacarias (provavelmente em Juta, Josué 15:55; 21:16, nas proximidades de Maom), a uma distância considerável, cerca de 100 milhas, de Nazaré. Imediatamente ao entrar na casa, foi saudada por Isabel como a mãe de seu Senhor, e então, prontamente, proferiu seu hino de ação de graças (Lucas 1:46-56; cf. 1 Sam. 2:1-10). Após três meses, Maria retornou a Nazaré, para sua própria casa. José foi sobrenaturalmente informado (Mat. 1:18-25) sobre a condição dela, e levou-a para sua própria casa. Pouco depois disso, o decreto de Augusto (Lucas 2:1) exigiu que eles se dirigissem a Belém (Miqueias 5:2), a cerca de 80 ou 90 milhas de Nazaré; e, enquanto estavam lá, encontraram abrigo na estalagem ou *khan* providenciada para estrangeiros (Lucas 2:6, 7). Mas, como a estalagem estava lotada, Maria teve que se recolher a um lugar entre o gado, e ali deu à luz seu filho, que foi chamado Jesus (Mat. 1:21), porque ele deveria salvar seu povo de seus pecados. Seguiram-se a apresentação no templo, a fuga para o Egito e o retorno no ano seguinte e a residência em Nazaré (Mat. 2). Lá, por trinta anos, Maria, esposa de José, o carpinteiro, reside, preenchendo sua própria esfera humilde e ponderando sobre as coisas estranhas que haviam acontecido com ela. Durante esses anos, apenas um evento na história de Jesus é registrado, a saber, sua subida a Jerusalém aos doze anos de idade, e o fato de ter sido encontrado entre os doutores no templo (Lucas 2:41-52). Provavelmente, também durante este período, José morreu, pois não é mencionado novamente. Após o início do ministério público de nosso Senhor, pouco se menciona sobre Maria. Ela esteve presente nas bodas de Caná. Um ano e meio depois disso, encontramo-la em Cafarnaum (Mt 12:46, 48, 49), onde Cristo pronunciou as memoráveis palavras: "Quem é minha mãe? e quem são meus irmãos?" E, estendendo a mão para seus discípulos, disse: "Eis aqui minha mãe e meus irmãos!". A próxima vez que a encontramos é junto à cruz, acompanhada de sua irmã Maria, de Maria Madalena, de Salomé e de outras mulheres (Jo 19:26). Daquela hora em diante, João a levou para sua própria casa. Ela estava com o pequeno grupo no cenáculo após a Ascensão (Atos 1:14). A partir deste momento, ela desaparece completamente dos registros públicos. O momento e a maneira de sua morte são desconhecidos. (2.) Maria Madalena, isto é, Maria de Magdala, uma cidade na margem ocidental do Mar de Tiberíades. Ela é mencionada pela primeira vez em Lucas 8:3 como uma das mulheres que "serviam a Cristo com seus próprios bens". O motivo delas era a gratidão pelas livrações que ele havia operado para elas. De Maria foram expulsos sete demônios. A gratidão ao seu grande Libertador a impeliu a tornar-se sua seguidora. Estas mulheres também o acompanharam em sua última jornada a Jerusalém (Mt 27:55; Mc 15:41; Lc 23:55). Elas permaneceram próximas à cruz. Ali Maria permaneceu até que tudo tivesse terminado, e o corpo fosse retirado e depositado no túmulo de José. Novamente, ao romper da aurora do primeiro dia da semana, ela, junto com Salomé e Maria, mãe de Tiago (Mt 28:1; Mc 16:2), foi ao sepulcro, levando consigo perfumes, para que pudessem ungir o corpo de Jesus. Encontraram o sepulcro vazio, mas viram a "visão de anjos" (Mt 28:5). Ela apressa-se em contar a Pedro e João, que provavelmente viviam juntos nessa época (Jo 20:1, 2), e imediatamente retorna ao sepulcro. Ali ela permanece pensativa, chorando à porta do túmulo. O Senhor ressuscitado aparece a ela, mas, a princípio, ela não o reconhece. A pronúncia de seu nome, "Maria", traz-lhe a consciência, e ela profere o grito alegre e reverente: "Rabboni". Ela desejaria apegas-se a ele, mas ele a proíbe, dizendo: "Não me toques; porque ainda não subi para meu Pai". Este é o último registro a respeito de Maria de Magdala, que então retornou a Jerusalém. A ideia de que esta Maria fosse "a mulher que era pecadora", ou que fosse impura, é totalmente infundada. (3.) Maria, a irmã de Lázaro, é trazida ao nosso conhecimento em conexão com as visitas de nosso Senhor a Betânia. Ela é contrastada com sua irmã Marta, que estava "ocupada com muitas coisas" enquanto Jesus era convidado delas, ao passo que Maria escolhera "a boa parte". Seu caráter também aparece em conexão com a morte de seu irmão (João 11:20, 31, 33). Na ocasião da última visita de nosso Senhor a Betânia, Maria trouxe "uma libra de perfume de nardo, puríssimo, e ungiu os pés de Jesus" enquanto ele se reclinava à mesa na casa de um certo Simão, que fora leproso (Mt 26:6; Mc 14:3; Jo 12:2, 3). Isso foi uma evidência de seu amor transbordante pelo Senhor. Nada se sabe de sua história subsequente. Pareceria, a partir deste ato de Maria, e da circunstância de que possuíam um jazigo familiar (11:38), e de que um grande número de judeus de Jerusalém veio prestar-lhes condolências pela morte de Lázaro (11:19), que esta família em Betânia pertencia à classe mais abastada do povo. (Veja MARTA.) (4.) Maria, a esposa de Cléofas, é mencionada (João 19:25) como estando ao pé da cruz em companhia de Maria de Magdala e Maria, a mãe de Jesus. Ao comparar Mt 27:56 e Mc 15:40, descobrimos que esta Maria e "Maria, a mãe de Tiago, o Menor" são uma e a mesma pessoa, e que ela era irmã da mãe de nosso Senhor. Ela era aquela "outra Maria" que estava presente com Maria de Magdala no sepultamento de nosso Senhor (Mt 27:61; Mc 15:47); e ela foi uma daquelas que foram, cedo, na manhã do primeiro dia da semana, para ungir o corpo, tornando-se, assim, uma das primeiras testemunhas da ressurreição (Mt 28:1; Mc 16:1; Lc 24:1). (5.) Maria, a mãe de João Marcos, foi uma das primeiras discípulas de nosso Senhor. Ela era irmã de Barnabé (Col 4:10) e juntou-se a ele na alienação de suas terras, entregando o produto da venda à tesouraria da Igreja (Atos 4:37; 12:12). Sua casa em Jerusalém era o local comum de reunião para os discípulos ali presentes. (6.) Uma cristã em Roma que tratou Paulo com especial bondade (Rom 16:6)....
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Evangelho
Uma palavra de origem anglo-saxã, significando "God's spell", isto é, palavra de Deus, ou melhor, segundo outros, "good spell", isto é, boas novas. É a tradução do grego *evangelion*, isto é, "boa mensagem". Denota (1) "a bem-vinda notícia da salvação ao homem, conforme pregada por nosso Senhor e seus seguidores. (2.) Foi posteriormente aplicada transitivamente a cada um dos quatro relatos da vida de nosso Senhor, publicados por aqueles que são, portanto, chamados de 'Evangelistas', escritores da história do evangelho (o *evangelion*). (3.) O termo é frequentemente utilizado para expressar coletivamente as doutrinas do evangelho; e 'pregar o evangelho' é frequentemente usado para incluir não apenas a proclamação das boas novas, mas o ensino aos homens sobre como valerem-se da oferta de salvação, a declaração de todas as verdades, preceitos, promessas e ameaças do Cristianismo." É denominado "o evangelho da graça de Deus" (Atos 20:24), "o evangelho do reino" (Mt 4:23), "o evangelho de Cristo" (Rm 1:16), "o evangelho da paz" (Ef 6:15), "o evangelho glorioso", "o evangelho eterno", "o evangelho da salvação" (Ef 1:13)....
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