Personagens

Lição 7 – Deus Me Ensina Sobre os Profetas

Artigo da Lição 7 – Deus Me Ensina Sobre os Profetas – os ensinamentos de Deus. Material completo para professores e alunos da EBD.

17 de maio de 2026Equipe A Seara· 7 min leitura
Lição 7 – Deus Me Ensina Sobre os Profetas
#ebd#estudo-biblico#isaias#jeremias#jonas-livro#jesus#jonas#profecia-literatura#primarios

Introdução

Já repararam o que acontece quando precisamos chamar um amigo nosso que está brincando muito longe num parquinho gigante cheio de barulho? A gente precisa fazer uma concha com a mão na boca para que a nossa pequena voz possa ecoar e atravessar todo o ventinho, senão ele nem escuta. Mas, e quando Deus queria dar um aviso importante pro povo inteiro de uma nação inteira que estava distraída?

Deus não usa celular ou aplicativo de mensagens. Sabe a forma de Deus aumentar a voz aos ouvidos duros dos pecadores no passado? Ele usava as pessoas para serem uma coisa que chamamos de "Super Megafone Vivo"! Era isso que um Profeta significava. Vamos viajar na história dos homens que serviram como esse super megafone para escutar sobre Jesus!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Isaías 9; Jeremias 1


I. O Que Faz o Megafone?

Sabe como funciona a ciência por detrás de um potente Megafone, aquele cone grande de metal? Veja: nenhum som já existe nascido lá de dentro da lata do megafone sozinha. Você precisa de perto assoprar as palavras pela sua boca no buraco fininho. O papel do megafone não é inventar nenhum som novo; o trabalho dele é somente amplificar altão a mensagem e jogar forte nos ouvidos mais longes das pessoas.

Pois os Profetas Bíblicos não saíam com visões inventadas por si mesminhos tentando fingir adivinhar as horas, ou inventar coisas esquisitas como bruxos malvados que a turma vê nos desenhos: eles não inventaram nenhuma vírgula. Deus os avisava através de Espírito a Sua Mensagem poderosa em suas bocas; eles funcionavam como os cones fiéis amplificadores para gritar bem forte à multidão tudo, apenas e exatamente tudo o que o Pai Celestial ditava (Ex: "Arrependam-se!" "O Grande Rei virá!").

II. A Biblioteca Desigual: Maiores e Menores

Talvez alguns coleguinhas perguntem ao abrir a parte do meio da famosa "Lombada" de sua Bíblinha preta: "Tia! Por que aqui o Profeta Isaías é chamado de Profeta 'Maior' e do outro lado o Profeta Jonas é chamado de Profeta 'Menor'? Isaías era um homem de altura gigantesca esmagando cidades inteiras com o pé igual dinossauro?"

Hahaha, não mesmo criancinhas! Na "Biblioteca" dos Livros Divinos a etiqueta "Profeta Maior" nada quis dizer que ele era poderoso ou chique, não, mas aponta somente ao "Comprimento das Páginas do Caderno"! O livro escrito por um gigante como Isaías ou o amigo Jeremias precisou demorar tanto tempo nas letras por ter assuntos extensos pesando que virou um enorme "cadernão grosso" do saber (por isso ganha nome de 'Profeta Maior'). Já o Profeta Jonas e Obadias possuem caderninhos curtos, cheios de urgência igual a uma notificação piscatória num só capítulo fininho (E viraram 'Profeta Menor'). Mas adivinhe bem? Tanto faz se sua fita de falar é pequena ou das enormes; sendo grandes megafones a Deus não conta os capítulos do seu caderno, conta sua extrema lealdade pura à mensagem dos altos!

III. O "Flash Forward" 700 Anos Antes — Isaías

Um desses megafones "Maiores" foi espantosamente longe com os incríveis olhos cedidos por Jesus! Nosso Senhor concedeu a ele que a mente fizesse igual um controle remoto da Tv avançando numa tecla "Avanço Rápido" (Flash Forward) com nada menos do que setecentos anos à frente rumo pro grande e esperado futuro!

Isaías usou a escrita de profecia pra ditar que havia no horizonte um brilho que iluminaria e sararia o buracão de dores dos tristes homens no castigo: "Um menino nos nasceu, e O Princípe Sagrado é Ele! Ele curará com o cheiro nas chagas!" O profeta previu O Cristo Menestrel Salvador sete centenas lentas e grossas de solstícios antes de José e as palhas de berços nascerem em nossa Maria!

E não ache só pessoas barbudas velhinhas viravam tal boca brilhante... Uma criancinha que tinha mais tremores de falar nas esquinas também foi convocada. Jeremias, o profeta, logo que Deus o convocou para subir nos murros gritou: "Oh céus de misericórdia! Mas e eu sou só o tamanhico de uma criança frágil, como farei isso?". Deus esticando nos ombros diz amoroso à essa criançada "Não me use uma desculpinha sobre teu rostinho de meninão! Não vai haver medo. Vou pôr em ti Minhas potentes falas e você virará a boca inatingível pelo Seu Cristo!" (Livre paráfrase Jeremias 1). Viu só, a timidez é amassada pelos carinhos de Deus!


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

  • O Livro Gigante e o Bloquinho na Prática: Na EBD, carregue na sua mão ou uma mala inteira hiper estufada – finja cansaço excessivo nas costas mostrando uma Enciclopédia antiquíssima ou lista telêfonica antiga embrulhada que pese e diga "- Isso é um livro das falas grandes de Isaías!!". Depois, num pique de risadas felizes tire do seu bolso mais rápido do que um raio aquele pequenino 'bloquinho de colagem Post-It' amarelinho! Diga "- Isso aqui são os avisinhos do Profeta Menor... Viram só?"
  • Acústica Emocional: Traga um megafonezinho lúdico na mão. Explique essa mecânica fantástica ao menino de 7 a 8 aninhos. É poderoso remover a ideia "Céu de Mistérios de mágicas videntes" que ronda na classe pelas caricaturas e incutir a clara de que O Profeta foi um megafone-servente para pregar sobre Jesus em carne e osso. Ajude os "Jeremias" inibidos e tímidos da sala mostrando esse afago acolhedor no chamado juvenil. :::

:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

Temos aqui nossos príncipes que serão no futuro nossa luz a clarear, certo? Então, você esta encarregado neste Desafio Quente Semanal que será O DIY Do Megafone Pessoal! O papelão que seria joga fora fará a curva. Vamos pegar fofa e firme um cone, e desenhar seu lindo nome nele. Nos domingos próximos você fará uma missão pela mamãe: Usar a sua própria vozinha pela manhã para gritar as duas únicas profecias que realmente nos restam e nunca morrem "Senhor Papai Do Céu É Maravilhoso! E o Salvador nos Vive!", E assim amados, O Megafone de você funcionará na Terra para todo sempre. :::


🏷️ Explore mais:

EbdEstudo Biblico📖IsaíasJeremiasJonas📖Jesus

📖 No Dicionário

Isaías
(Heb. Yesh'yahu, isto é, "a salvação de Jeová"). (1.) O filho de Amós (Is 1:1; 2:1), que era aparentemente um homem de condição humilde. Sua esposa era chamada de "a profetisa" (8:3), seja porque era dotada do dom profético, como Débora (Jzg 4:4) e Hulda (2 Reis 22:14-20), ou simplesmente porque era a esposa do "profeta" (Is 38:1). Ele teve dois filhos, que possuíam nomes simbólicos. Ele exerceu as funções de seu ofício durante os reinados de Uzias (ou Azarias), Jotão, Acaz e Ezequias (1:1). Uzias reinou cinquenta e dois anos (810-759 a.C.), e Isaías deve ter iniciado sua carreira alguns anos antes da morte de Uzias, provavelmente em 762 a.C. Ele viveu até o décimo quarto ano de Ezequias e, com toda a probabilidade, sobreviveu a esse monarca (que morreu em 698 a.C.), e pode ter sido contemporâneo por alguns anos de Manassés. Assim, Isaías pode ter profetizado por um longo período de pelo menos sessenta e quatro anos. Seu primeiro chamado ao ofício profético não está registrado. Um segundo chamado veio a ele "no ano em que morreu o rei Uzias" (Is 6:1). Ele exerceu seu ministério em um espírito de firmeza intransigente e ousadia em relação a tudo o que incidia sobre os interesses da religião. Ele nada oculta e nada retém por medo dos homens. Ele também era notado por sua espiritualidade e por sua reverência profunda para com "o Santo de Israel". Na juventude, Isaías deve ter sido impactado pela invasão de Israel pelo monarca assírio Pul (q.v.), 2 Reis 15:19; e novamente, vinte anos depois, quando já havia assumido seu ministério, pela invasão de Tiglate-Pileser e sua trajetória de conquistas. Acaz, rei de Judá, nesta crise, recusou-se a cooperar com os reis de Israel e da Síria na oposição aos assírios e, por esse motivo, foi atacado e derrotado por Rezim de Damasco e Pequias de Samaria (2 Reis 16:5; 2 Cr. 28:5, 6). Acaz, assim humilhado, aliou-se à Assíria e buscou o auxílio de Tiglate-Pileser contra Israel e a Síria. A consequência foi que Rezim e Pequias foram conquistados e muitos do povo foram levados cativos para a Assíria (2 Reis 15:29; 16:9; 1 Cr. 5:26). Pouco depois disso, Salmanasar determinou subjugar totalmente o reino de Israel. Samaria foi tomada e destruída (722 a.C.). Enquanto Acaz reinou, o reino de Judá permaneceu intocado pelo poder assírio; mas, com a ascensão ao trono de Ezequias (726 a.C.), que "se rebelou contra o rei da Assíria" (2 Reis 18:7), sendo encorajado nisso por Isaías, que exortava o povo a depositar toda a sua confiança em Jeová (Is 10:24; 37:6), este firmou uma aliança com o rei do Egito (Is 30:2-4). Isso levou o rei da Assíria a ameaçar o rei de Judá e, finalmente, a invadir a terra. Senaqueribe (701 a.C.) conduziu um poderoso exército à Palestina. Ezequias foi reduzido ao desespero e submeteu-se aos assírios (2 Reis 18:14-16). Mas, após um breve intervalo, a guerra eclodiu novamente, e Senaqueribe (q.v.) conduziu mais uma vez um exército à Palestina, do qual um destacamento ameaçou Jerusalém (Is 36:2-22; 37:8). Isaías, naquela ocasião, encorajou Ezequias a resistir aos assírios (37:1-7), após o que Senaqueribe enviou uma carta ameaçadora a Ezequias, a qual este "estendeu perante o Senhor" (37:14). O julgamento de Deus recaiu então sobre o exército assírio. "Como Xerxes na Grécia, Senaqueribe jamais se recuperou do choque do desastre em Judá. Ele não realizou mais expedições nem contra a Palestina Meridional, nem contra o Egito." Os anos restantes do reinado de Ezequias foram pacíficos (2 Cr. 32:23, 27-29). Isaías provavelmente viveu até o seu fim, e possivelmente até o reinado de Manassés, mas o momento e a maneira de sua morte são desconhecidos. Existe uma tradição de que ele tenha sofrido martírio durante a reação pagã no tempo de Manassés (q.v.). (2.) Um dos chefes dos cantores no tempo de Davi (1 Cr. 25:3, 15, "Jesaías"). (3.) Um levita (1 Cr. 26:25). (4.) Esdras 8:7. (5.) Neemias 11:7....
Ler verbete →
Jesus
(1.) Josué, filho de Num (Atos 7:45; Heb. 4:8; R.V., "Josué"). (2.) Um cristão judeu apelidado de Justo (Col. 4:11). Jesus, o nome próprio, assim como Cristo é o nome oficial de nosso Senhor. Para distingui-lo de outros assim chamados, ele é referido como "Jesus de Nazaré" (João 18:7) e "Jesus, o filho de José" (João 6:42). Esta é a forma grega do nome hebraico Josué, que era originalmente Oséias (Núm. 13:8, 16), mas foi alterado por Moisés para Jeosué (Núm. 13:16; 1 Crôn. 7:27), ou Josué. Após o Exílio, assumiu a forma Jeshua, de onde provém a forma grega Jesus. Foi dado ao nosso Senhor para denotar o objetivo de sua missão: salvar (Mat. 1:21). A vida de Jesus na terra pode ser dividida em dois grandes períodos: (1) o de sua vida privada, até que tivesse cerca de trinta anos de idade; e (2) o de sua vida pública, que durou cerca de três anos. Na "plenitude dos tempos", ele nasceu em Belém, no reinado do imperador Augusto, de Maria, que estava desposada com José, um carpinteiro (Mt 1:1; Lc 3:23; comp. Jo 7:42). Seu nascimento foi anunciado aos pastores (Lc 2:8-20). Magos do oriente vieram a Belém para ver aquele que nascera "Rei dos Judeus", trazendo consigo presentes (Mt 2:1-12). O cruel ciúme de Herodes levou à fuga de José para o Egito com Maria e o menino Jesus, onde permaneceram até a morte deste rei (Mt 2:13-23), quando retornaram e se estabeleceram em Nazaré, na Baixa Galileia (2:23; comp. Lc 4:16; Jo 1:46, etc.). Aos doze anos de idade, ele subiu a Jerusalém para a Páscoa com seus pais. Lá, no templo, "no meio dos doutores", todos os que o ouviam estavam "admirados com o seu entendimento e respostas" (Lc 2:41, etc.). Dezoito anos se passam, dos quais não temos registro além deste: que ele retornou a Nazaré e "crescia em sabedoria, estatura e em graça para com Deus e os homens" (Lc 2:52). Ele iniciou seu ministério público quando tinha cerca de trinta anos de idade. Geralmente considera-se que este se estendeu por cerca de três anos. "Cada um desses anos teve características peculiares próprias. (1.) O primeiro ano pode ser chamado de ano da obscuridade, tanto porque os registros que possuímos a respeito dele são muito escassos, quanto porque ele parece ter emergido lentamente para a atenção pública durante esse período. Foi passado, em sua maior parte, na Judeia. (2.) O segundo ano foi o ano do favor público, durante o qual o país tornou-se plenamente consciente de sua existência; sua atividade era incessante, e sua fama ecoou por toda a extensão da terra. Foi passado quase inteiramente na Galileia. (3.) O terceiro foi o ano da oposição, quando o favor público esvaiu-se. Seus inimigos multiplicaram-se e o assaltaram com cada vez mais pertinácia e, por fim, ele tornou-se vítima do ódio deles. Os primeiros seis meses deste ano final foram passados na Galileia, e os seis últimos em outras partes da terra.", *Life of Jesus Christ*, de Stalker, p. 45. As únicas fontes confiáveis de informação a respeito da vida de Cristo na terra são os Evangelhos, que apresentam, em detalhes históricos, as palavras e a obra de Cristo sob diversos aspectos. (Veja CRISTO.)...
Ler verbete →