📖 Dicionário Bíblico de Easton

Empréstimo

M.G. Easton, 1897234 palavras~1 min de leituraDomínio Público

A lei mosaica exigia que, quando um israelita precisasse tomar emprestado,

o que ele pedisse lhe fosse emprestado livremente, e nenhum juro

deveria ser cobrado, embora juros pudessem ser cobrados de um estrangeiro

(Êx 22:25; Deut 23:19, 20; Lev 25:35-38). Ao final de sete

anos, todas as dívidas eram remitidas. De um estrangeiro,

contudo, o empréstimo poderia ser exigido. Em um período posterior da

comunidade hebraica, com o aumento do comércio, surgiu a prática de exigir

usura ou juros sobre empréstimos, bem como a fiança no sentido

comercial. No entanto, a exigência disso de um hebraico era

considerada desonrosa (Sl 15:5; Prov 6:1, 4; 11:15; 17:18;

20:16; 27:13; Jer 15:10).

Limitações são prescritas pela lei quanto à tomada de um penhor

do mutuário. O manto com o qual um homem dormia à

noite, se tomado como penhor, deveria ser devolvido antes do pôr do sol (Êx

22:26, 27; Deut 24:12, 13). O manto de uma viúva (Deut 24:17) e

uma pedra de moinho (6) não podiam ser tomados. Um credor não podia entrar

na casa para recuperar um penhor, mas deveria permanecer do lado de fora até que o

mutuário o trouxesse (10, 11). O devedor hebraico não poderia ser

mantido em servidão por mais do que o sétimo ano, ou, no máximo,

até o ano do jubileu (Êx 21:2; Lev 25:39, 42), mas os estrangeiros

residentes deveriam ser "servos para sempre" (Lev 25:44-54).

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Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.