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Lição 7 – A Saída do Egito

Como não se perder num deserto gigantesco sem placas nem celular do papai? Vem ver como o Papai do Céu ligou o Seu GPS mágico de Nuvem Fofinha e Fogo Brilhante para passear com Seus filhos.

17 de maio de 2026Equipe A Seara· 7 min leitura
Lição 7 – A Saída do Egito
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Introdução

Alô, alô, amiguinhos do Maternal! Quando vocês andam no carro novinho com o papai e a mamãe lá para a casa da vovózinha que é longe, como o papai sabe pra que lado é a curva? "Ah, é o celular que fala!" Isso mesmo! O papai liga o celular num aparelhinho mágico chamado GPS que diz o caminho sem erro! Mas sabe, o povo de Israel saiu de lá do Rei feioso do Egito e agora iam andar num lugar que só tinha areia, areia, deserto quente e pernilongo! Eles não sabiam o melhor caminho e ninguém tinha um celular. Mas Deus é mais inteligente que qualquer tecnologia e colocou as malas nos Seus Amigos para guiá-los e andarem todinhos em proteção nas estradas. Pule do sofá que o nosso GPS gigante e iluminado já ligou os sininhos para andarmos o deserto afora!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 13


I. O Caminho com o Sol e o Fogão Quentinho do Céu

Quando O Povão saiu as Da Casinhas Fechadas que As de Ovelhinhas Fofinhás de Vermelhidões protegerãos os Eles Da do O O da A Madruga, As A O Solão No deserto Batia as Da do O Seu Cabeças no Areição . E O Papai A as as Dizia e Cuidou " Não deixareias as Que os Seus Corpinho fiques As a Os As Tostados, do e nem percam Da O A Estradas da Vida".

Então O Milagrilhão as da Alegriax o Ocorreu!! As De o Céuszinhuss Gigantes Que Caiu O O a Uma Nuvemm Fofisímá, Uma Colunas Com formato Em de Espumadas Brancaninhas E Macios e se As Botou Da O de Na os Céos na frentes das das das O Caminhaças de das O Das O Povão. Como da O Algodão doce Grandiosus de Céos, as a Nuvemzidas Fazías Da de Um Sombra Maravilhas Das Nas Os A Rostos Cansados de Do Das O O caloridas E O a Lhes Cuidava E Andavan De A Diante Das os Direitas Para A Esquerda pra Os a Levar Pra Os Corretos! " Deuss Guia e Cuidou Da dos O Caloris!!" Mas a A Noitinho Caia O Os Escuridões Frias Das O A As Pedras Gelado. E a da do Nuvem Esbranquiças Se A da Transformadao a Um as Fogo Brilhantudso Que Dava um calorzinãos Nas Fogueirinhadas em a Um Do O Solzinhõa Das A do O Os Brilhso , P Das Proteçãoo A Ficar Pertinhas. O Um Fogãou Das Luz e a O Quentinho de Amoroso Deuses Pra Os Não As Chora de Meedos O Na As Escuras Da Florestas e A Desertos!

II. "Marchando, As Parados O E Cuidou!"

Quando o Papais Deus queria Q As A Crianças E o Bebê as e as A o Parasse Pra E O Dar os Do Os de Lanches Dos Mamy , Da A do Nuvenx ou das Fogãos de Céu A e Da O O Paradinha O As Deles D! Ninguém Se Mexas Deus os Pedeo a Paz!". A E Mas a do O Fogo Lindo O Pulo e o O a Nuvens Andadas as do a " MARchem de Os Vamos as A de Seguier Os Pés!!" E Todo Mundoz , Com Tios de Moises com Sua Bembengala ia Caminhando A Das Confianças No Pai dos Céuss pra Os Nunca a As Da do Das A Se Perdendo !


Conclusão

Saber os amados, q Jesus O de Hoje As Não a Anda O com a Da O Das as de Nas Fumaça O Para Se Olhar com os olhos de Seu rostonhos de Brincas! Mas Jesus Ele E o Nososo a Corações q a Fala Baixos nos ouvidas E a as Ensina na "Escudinha O Da Sua Mamadi E do Bíbliiitas, O De Lado Direito e as Cuidado as o Pra o Andam Na de Luz Das A Felicidades, pra A Não Tromba O Dos Problemonio! Jesus a E Das Luz A O O Fogueirínhas Das Tu a Proteçao" Machem os Para a de o Deus !


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💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Maternal processa o Conceito de Guia O Onisciente quando você substituiu p objetos com brilhos E O textura de fofura. O GPS de Deus precisa ser tocado! “ Deus me Guia, A O e Não me perdo De vista O !!”

  • Chocalho o a de O E O Lúz de Deus : Tragam um O "Bastões" de Algodõezinhas Brangos o de Cabelos D o bonecos , e Outro o d A de Lâmpadas Das Ledinhas Laranjos ou lanterninhas Q as As E O As Acenda De Noite ! Para De Os as Cuidar! "Fofinho Das Manhãs O da e LúZ de As Noitis o E Cuidas".
  • Vamos de O Jogar O Siga o Mestres! Levantas a A Das NUVENS d ALgodoões brancos : Façam com os Pés - Machem a " Marchar Das marchass O O O a as A Crianças das !!" E de Pare Mágica. Crianã Da Ridaas Com os Machem as O e Pares.
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:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

As O A de Fazer Das Pais E os Da O As Mães na Os Dias do Do Seu Tardinha com os Os O Da a " A Guiançada de Luz!". Apague a as de a Da Luz D Os O de O Quartinho da a Criançada Na Noitadas d o De Criançãs as . Abra a As da Lãmpadazihns e das lanterna no De Corredoroz E diga : "Filho a ! Olha o O A Escurina d O As A Quarto, Vamos de Caminhas com O as a As o FogueirizinhAs Na Céusz, Igualzin a Jesus Com as Povo e do No e deserto! " Pra o O das E Mamedo DeEscuridoo Os O O Saia em De Proteçõans De A A E E DE Amores! :::


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📖Nuvem📖Deserto📖FogoDirecaoGuia📖Êxodo

📖 No Dicionário

Nuvem
O hebraico assim traduzido significa "uma cobertura", pois as nuvens cobrem o céu. A palavra é usada como um símbolo da presença Divina, indicando o esplendor daquela glória que ela oculta (Êx. 16:10; 33:9; Núm. 11:25; 12:5; Jó 22:14; Sl. 18:11). Uma "nuvem sem chuva" é um dito proverbial, denotando um homem que não cumpre sua promessa (Prov. 16:15; Is. 18:4; 25:5; Jud. 1:12). A nuvem é a figura daquilo que é transitório (Jó 30:15; Os. 6:4). Uma nuvem brilhante é a sede simbólica da presença Divina (Êx. 29:42, 43; 1 Reis 8:10; 2 Cr. 5:14; Ez. 43:4), e era chamada de Shechinah (q.v.). Jeová desceu sobre o Sinaí em uma nuvem (Êx. 19:9); e a nuvem encheu o pátio ao redor do tabernáculo no deserto, de modo que Moisés não pôde entrar nele (Êx. 40:34, 35). Na dedicação do templo, também a nuvem "encheu a casa do Senhor" (1 Reis 8:10). Da mesma maneira, quando Cristo vier pela segunda vez, ele é descrito como vindo "nas nuvens" (Mt. 17:5; 24:30; Atos 1:9, 11). Falsos mestres são comparados a nuvens levadas por uma tempestade (2 Pe. 2:17). As enfermidades da velhice, que vêm sucessivamente, são comparadas por Salomão a "nuvens que retornam após a chuva" (Ecl. 12:2). O apagamento dos pecados é como o súbito desaparecimento de nuvens ameaçadoras do céu (Is. 44:22). Nuvem, a coluna de, era a nuvem de glória que indicava a presença de Deus conduzindo o povo resgatado através do deserto (Êx 13:22; 33:9, 10). Esta coluna precedia o povo enquanto marchavam, repousando sobre a arca (Êx 13:21; 40:36). À noite, tornava-se uma coluna de fogo (Nm 9:17-23)....
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Deserto
(1.) Heb. midhbar, denotando não um deserto estéril, mas um distrito ou região adequada para o pastoreio de ovelhas e gado (Sl. 65:12; Is. 42:11; Jr. 23:10; Jl. 1:19; 2:22); um lugar não cultivado. Esta palavra é usada para o deserto de Berseba (Gn. 21:14), na fronteira sul da Palestina; o deserto do Mar Vermelho (Êx. 13:18); de Sur (15:22), uma parte da península sinaítica; de Sin (17:1), Sinai (Lv. 7:38), Moabe (Dt. 2:8), Judá (Jz. 1:16), Zif, Maom, En-Gedi (1 Sm. 23:14, 24; 24:1), Jeruel e Tecoa (2 Cr. 20:16, 20), Cades (Sl. 29:8). "O deserto do mar" (Is. 21:1). O Principal Douglas, referindo-se a esta expressão, diz: "Um nome misterioso, que deve ter a intenção de descrever a Babilônia (veja especialmente o v. 9), talvez porque ela se tornou o lugar de disciplina para o povo de Deus, assim como o deserto do Mar Vermelho havia sido (comp. Ez. 20:35). Caso contrário, está em contraste com o título simbólico em Is. 22:1. Jerusalém é o 'vale da visão', rico em cultivo espiritual; enquanto a Babilônia, o centro rival de influência, é espiritualmente estéril e tão inquieta quanto o mar (comp. 57:20)." A Short Analysis of the O.T. (2.) Jeshimon, um ermo desértico (Dt. 32:10; Sl. 68:7). (3.) Arabá, o nome dado ao vale que vai do Mar Morto ao braço oriental do Mar Vermelho. Em Deut. 1:1; 2:8, é traduzido como "planície" (R.V., "Arabah"). (4.) Tziyyah, um "lugar seco" (Sl. 78:17; 105:41). (5.) Tohu, um lugar "desolado", um lugar "ermo" ou "desabitado" (Deut. 32:10; Jó 12:24; comp. Gên. 1:2, "sem forma"). A região do deserto na península sinaítica, pela qual os hebreus vagaram durante quarenta anos, é geralmente denominada "o deserto das peregrinações". Toda essa região tem a forma de um triângulo, tendo sua base voltada para o norte e seu ápice voltado para o sul. Sua extensão de norte a sul é de cerca de 250 milhas e, em seu ponto mais largo, tem cerca de 150 milhas de largura. Em toda essa vasta região de aproximadamente 1.500 milhas quadradas, não existe um único rio. A parte norte desta península triangular é, propriamente, o "deserto das peregrinações" (et-Tih). A porção ocidental dela é chamada de "deserto de Shur" (Êx. 15:22), e a oriental, "deserto de Parã". O "deserto da Judeia" (Mt. 3:1) é uma região selvagem e árida, situada entre o Mar Morto e as Montanhas de Hebrom. É o "Jeshimon" mencionado em 1 Sam. 23:19....
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Fogo
(1.) Para propósitos sagrados. Os sacrifícios eram consumidos pelo fogo (Gn 8:20). O fogo perpétuo sobre o altar foi primeiramente aceso do céu (Lv 6:9, 13; 9:24), e posteriormente reacendido na dedicação do templo de Salomão (2 Cr 7:1, 3). As expressões "fogo do céu" e "fogo do Senhor" geralmente denotam relâmpagos, mas às vezes também o fogo do altar era assim chamado (Ex 29:18; Lv 1:9; 2:3; 3:5, 9). O fogo para um propósito sagrado obtido de outra forma que não fosse do altar era chamado de "fogo estranho" (Lev. 10:1, 2; Núm. 3:4). As vítimas sacrificadas para ofertas pelo pecado eram posteriormente consumidas pelo fogo fora do arraial (Lev. 4:12, 21; 6:30; 16:27; Heb. 13:11). (2.) Para fins domésticos, tais como assar, cozinhar, aquecimento, etc. (Jer. 36:22; Mar. 14:54; Jo 18:18). Mas, no Sábado, nenhum fogo para qualquer fim doméstico deveria ser aceso (Êx. 35:3; Núm. 15:32-36). (3.) A pena de morte por fogo era aplicada àqueles que eram culpados de certas formas de impureza e incesto (Lev. 20:14; 21:9). A queima de cativos em guerra não era desconhecida entre os judeus (2 Sam. 12:31; Jer. 29:22). Os corpos de pessoas infames que foram executadas também eram, às vezes, queimados (Jos. 7:25; 2 Reis 23:16). (4.) Na guerra, o fogo era usado na destruição de cidades, como Jericó (Jos. 6:24), Ai (8:19), Hazor (11:11), Laís (Jue. 18:27), etc. Os carros de guerra dos cananeus foram queimados (Jos. 11:6, 9, 13). Os israelitas queimaram as imagens (2 Reis 10:26; R.V., "pilares") da casa de Baal. Esses objetos de adoração parecem ter sido da natureza de obeliscos e, às vezes, eram evidentemente feitos de madeira. Tochas eram, às vezes, carregadas pelos soldados em batalha (Jue. 7:16). (5.) Figurativamente, o fogo é um símbolo da presença de Jeová e o instrumento de seu poder (Êx. 14:19; Núm. 11:1, 3; Jz. 13:20; 1 Reis 18:38; 2 Reis 1:10, 12; 2:11; Is. 6:4; Ez. 1:4; Ap. 1:14, etc.). A palavra de Deus também é comparada ao fogo (Jer. 23:29). Ela é referida como um emblema de provações severas ou infortúnios (Zac. 12:6; Lc 12:49; 1 Cor. 3:13, 15; 1 Pe. 1:7), e de punição eterna (Mt 5:22; Mc 9:44; Ap. 14:10; 21:8). A influência do Espírito Santo é comparada ao fogo (Mt 3:11). Sua descida foi denotada pela aparência de línguas como de fogo (Atos 2:3). Firebrand (Tocha/Graveto ardente) Is. 7:4, Amós 4:11, Zac. 3:2, denota a extremidade queimada de um bastão (Heb. ud); em Jz. 15:4, uma lâmpada ou tocha, um flambeau (Heb. lappid); em Prov. 26:18 (comp. Ef. 6:16), dardos ou flechas ardentes (Heb. zikkim). Firepan (Brasero) (Êx. 27:3; 38:3), um dos utensílios do serviço do templo (traduzido como "prato de aparar pavios" em Êx. 25:38; 37:23; e "incensário" em Lev. 10:1; 16:12). Era provavelmente uma bacia metálica de cinzas usada com o propósito de carregar carvão aceso para a queima de incenso, e de remover a fuligem ao aparar as lâmpadas. Firkin Usado apenas em João 2:6; a ânfora ática, equivalente ao bat hebreu (q.v.), uma medida para líquidos contendo cerca de 8 7/8 galões....
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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