(1.) A cabaceira de Jonas (Jonas 4:6-10), que possui o nome hebraico
*kikayon* (encontrado apenas aqui), era provavelmente a *kiki* dos
egípcios, o croton. Esta é a planta da mamona, uma espécie de
*ricinus*, a *palma Christi*, assim chamada devido à divisão palmada
de suas folhas. Outros, com maior probabilidade, consideram-na como a
*cucurbita*, a *el-keroa* dos árabes, um tipo de abóbora
peculiar ao Oriente. "Ela é cultivada em grande abundância nas
margens aluviais do Tigre e na planície entre o rio e as ruínas de
Nínive." Atualmente, ela é conduzida para crescer sobre estruturas de
lama e galhos para formar cabanas que protejam os jardineiros do
calor do sol do meio-dia. Ela cresce com rapidez extraordinária e,
quando cortada ou danificada, murcha também com grande rapidez.
(2.) As cabaceiras silvestres (2 Reis 4:38-40), Heb. *pakkuoth*, pertencem à
família das plantas semelhantes ao pepino, algumas das quais são
venenosas. A espécie aqui referida é provavelmente a colocíntida
(*Cucumis colocynthus*). A LXX traduz a palavra como "abóbora silvestre".
Ela abunda nas partes desérticas da Síria, Egito e Arábia. Existe,
entretanto, outra espécie, chamada *Cucumis prophetarum*, partindo da
ideia de que ela forneceu a cabaceira que "os filhos dos profetas"
picaram por engano em sua potagem.