(Gr. *phulakteria*; isto é, "defesas" ou "proteções"), chamados pelos judeus modernos de *tephillin* (isto é, "orações"), são mencionados apenas em Mt 23:5. Consistiam em tiras de pergaminho nas quais estavam inscritos estes quatro textos: (1.) Êx 13:1-10; (2.) 11-16; (3.) Dt 6:4-9; (4.) 11:18-21, e que eram encerrados em um estojo de couro quadrado, em um dos lados do qual estava inscrita a letra hebraica *shin*, à qual os rabinos atribuíam certa significância. Este estojo era fixado por certas correias na testa, exatamente entre os olhos. O "alargar os filactérios" refere-se à ampliação do estojo para torná-lo conspícuo. (Veja FRONTÁLIO.)
Outra forma de filactério consistia em dois rolos de pergaminho, nos quais os mesmos textos estavam escritos, encerrados em um estojo de couro de bezerro preto. Este era usado no braço esquerdo, próximo ao cotovelo, ao qual era amarrado por uma tira. Era chamado de "Tefilá no braço".