📖 Dicionário Bíblico de Easton

Filho de Deus

M.G. Easton, 1897270 palavras~1 min de leituraDomínio Público

O plural, "filhos de Deus", é utilizado (Gên. 6:2, 4) para denotar os

descendentes piedosos de Sete. Em Jó 1:6; 38:7 este nome é aplicado

aos anjos. Oseias utiliza a frase (1:10) para designar a

relação graciosa na qual os homens se encontram perante Deus.

No Novo Testamento, esta frase frequentemente denota a relação

na qual somos introduzidos a Deus por meio da adoção (Rom. 8:14, 19; 2

Cor. 6:18; Gál. 4:5, 6; Fil. 2:15; 1 João 3:1, 2). Ela ocorre

trinta e sete vezes no Novo Testamento como o título distintivo

de nosso Salvador. Ele não detém este título em consequência de

seu nascimento miraculoso, nem de sua encarnação, sua ressurreição,

e exaltação à direita do Pai. Este é um título de

natureza e não de ofício. A filiação de Cristo denota sua

igualdade com o Pai. Chamar Cristo de Filho de Deus é

afirmar sua verdadeira e própria divindade. A segunda Pessoa da

Trindade, devido à sua relação eterna com a primeira Pessoa, é

o Filho de Deus. Ele é o Filho de Deus quanto à sua natureza divina,

enquanto, quanto à sua natureza humana, ele é o Filho de Davi (Rom. 1:3,

4. Comp. Gál. 4:4; João 1:1-14; 5:18-25; 10:30-38, que provam

que Cristo era o Filho de Deus antes de sua encarnação, e que

sua reivindicação a este título é uma reivindicação de igualdade com Deus).

Quando usado com referência a criaturas, sejam homens ou anjos,

esta palavra está sempre no plural. No singular, ela é sempre

usada para a segunda Pessoa da Trindade, com a única

exceção de Lucas 3:38, onde é usada para Adão.

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Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.