(Heb. lebonah; Gr. libanos, isto é, "branco"), uma resina odorífera
importada da Arábia (Is 60:6; Jr 6:20), mas que também crescia na
Palestina (Ct 4:14). Foi um dos ingredientes do perfume do
santuário (Êx 30:34) e era usado como acompanhamento da oferta de
cereais (Lv 2:1, 16; 6:15; 24:7). Quando queimado, emitia um odor
fragrante e, por isso, o incenso tornou-se um símbolo do nome Divino
(Ml 1:11; Ct 1:3) e um emblema da oração (Sl 141:2; Lc 1:10; Ap 5:8; 8:3).
Este incenso, ou olíbano, usado pelos judeus nos serviços do templo
não deve ser confundido com o incenso do comércio moderno, que é uma
exsudação da picea-da-noruega, a Pinus abies. Era provavelmente uma
resina da árvore indiana conhecida pelos botânicos pelo nome de
Boswellia serrata ou thurifera, que cresce até a altura de quarenta
pés.