O Novo Testamento estabelece os princípios gerais de um bom governo, mas não contém um código de leis para a punição de infratores. A punição baseia-se no princípio de que existe uma distinção eterna entre o certo e o errado, e que essa distinção deve ser mantida por si mesma. Não se destina primariamente à reforma de criminosos, nem ao propósito de dissuadir outros do pecado. Esses resultados podem ser alcançados, mas o crime em si exige punição. (Veja HOMICÍDIO; FURTO.)
Eterna, dos impenitentes e incrédulos. A rejeição desta doutrina "retira a base do evangelho... apaga o atributo da justiça retributiva; transmuta o pecado em infortúnio em vez de culpa; transforma todo sofrimento em castigo; converte a obra piacular de Cristo em influência moral... A tentativa de manter a teologia evangélica em conexão com ela é fútil" (Shedd).