Doutrinas

A Escada de Betel e o Despertar da Graça no Deserto

Compreenda a indesejada fuga de Jacó e como a teologia de Betel nos ensina que a graça sempre intercepta o pecador que perdeu todas as garantias terrenas.

7 de junho de 2026Equipe A Seara· 10 min leitura
A Escada de Betel e o Despertar da Graça no Deserto
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A Fuga Desoladora do Herdeiro

O abismo entre os projetos arquitetados carnalmente e as concretizações santificadas celestiais raramente foi tão abissal ou pedagógico do que no conturbado esfacelamento familar provocado por Jacó. Na estressante trama do exílio e da fuga enraizada narrada no Gênesis (capítulo 28), deparamo-nos não mais com um príncipe altivo exibindo orgulhosamente as conquistas reluzentes paternas, mas sim com um forasteiro fragilizado assustado covardemente exilado aterrorizado e amaldiçoado caçado letalmente assombrado temerosamente pelas sanguinárias espúrias amargas apavorantes lâminas e perseguições odiosas assassinas sombrias furiosas coléricas fraticidas impiedosas mortais hostis de seu irado ofendido furioso enraivecido implacável vingativo insano enganado enganado despojado atraiçoado amargurado rude caçador irmão Esaú (Gn 27:41).

A ironia teológica do enredo é magistralmente punitiva formidável esmagadora e irônica esmagadora cirúrgica: Jacó surrupiou manobrou ambiciosamente engodou corrompeu pecou impiedosamente trapaceando as promessas materiais e o suposto imediatismo terreno de liderança governante material patrimonial governamental familiar iminente das tendas da família com o dolo carnal inescusável sujo sombrio vil mentiroso ardiloso esnobe sorrateiro vil e apressado e vil mentiroso das sombras enganosas desonestas mentirosas impacientes impuras rasteiras egoísticas vaidosas sujas mentirosas escuras traições fraudulentas ambiciosas profanas arrogantes atrevidas insubmissas escuras egoísticas pecaminosas cegas impetuosas amargas enganadoras ardilosas mentirosas no tendão (usurpação a isaque) achando garantir seu reinado iminente abastado seguro pomposo reluzente luxuoso. Mas seu troféu ganancios imediato desmoronou em punição desolada rastejadora letal colhendo exilado solitário poeirento indigente fujão sem herança andante amedrontado maltrapilho miserável dormindo humilhado na pedra dura como travesseiro frio do relento no inóspito sombrio e hostil apavorante deserto escuro escarpado apavorante abandonado perigoso solitário pedregoso relento duro de Luz. Quem atalha letalmente desesperada e cinicamente os desígnios sãos amados insondáveis da aliança, perde letalmente a majestade providencial do descanso de repouso! A cruz e a provação atestam de forma categórica formidável cirurgicamente que salvação e bênçãos exigem o vale paciente incômodo formativo duro da obediência exaustiva relacional terna longânima dócil e perseverante exaustiva paciente, e não a apropriação indevida astuta rebelde arrogante carnal egoística vaidosa dos imediatismos mesquinhos vazios pecadores usurpadores humanos.


O Portal da Graça no Fundo do Poço

Jacó repousou sua angústia exausto cansado frustrado amedrontado solitário isolado na noite escura esturricada e rochosa fúnebre medonha isolada e calada desoladora hostil rochosa e escarpada do acampamento solitário ao relento duro e indigente (Gn 28:11), quando as engrenagens avassaladoras silenciosas maravilhosas majestáticas graciosas sublimes majestáticas celestes abriram rasgadas estonteantes reluzentes colossais infalíveis misericordiosas infalíveis incalculáveis imponentes celestes as cortinas indescritíveis celestiais consoladoras indescritíveis consoladoras graciosas e providencias formidáveis da graça para sua alma!

A escada indescritível onírica colossal refulgente majestática imponente monumental resplendente formidável altíssima gloriosa celestial inebriante imponente imaculada angelical estupenda que interligava avassaladora e unia firmemente com degraus incólumes brilhantes estonteantes gloriosos reluzentes infalíveis absolutos ininterruptos infalivelmente eternos insuperáveis intransponíveis irredutíveis irrefutáveis fortes reluzentes e maravilhosos consoladores a imundície rasteira terrena finita pecadora apavorada desamparada hostil poeirenta amaldiçoada rasgada caída da rocha do solo exilado raso imundo até o cume imaculado grandioso esmagador formidável sagrado intocável santo esplendoroso inviolável absoluto amado glorioso incorruptível inatingível de pureza imensurável intocada sagrada infalível imaculada impoluta incandescente sublime perfeita gloriosa esplendorosa majestática insuperável eterna e infinita imortal esplêndida absoluta celestial no altíssimo esplendor infalível de glória do Céu impenetrável majestático impenetrável inacessível formidável do Cordeiro. Nela, o incessante abnegado amoroso submisso laborioso formidável constante e infatigável rotineiro exaustivo e operante subir intercessor cuidadoso empenhado majestático consolador terno operante contínuo providente infatigável e ministrador majestoso descer providencial de legiões radiantes incontáveis mensageiras exímias obedientes formidáveis reluzentes solícitas obedientes velozes celestes atestou ao atônito e estupefato coração miserável solitário que Deus governa ativamente absoluto meticuloso contínuo exaustivo irredutível incontestável majestoso infinito incansável formidável ativo terno onipresente minucioso vigilante minucioso formidável contínuo operante paciente e atuante imutável atuante soberano formidável e zeloso onisciente insondável zeloso.

"Eu Sou o Senhor... a terra em que agora deitas Eu te assevero de doer em amor para herdar e para tua imensa formidável incontável semente e resguardarei teu ser nos vales e jamais desampararei a promessa" (Gn 28:13-15). O choque irrefutável avassalador consolador estonteante imenso formidável estupefaciente incondicional assombroso inegociável letal para o nosso raso intelecto retribuitório meritocrático e de desempenho raso orgulhoso teológico humano: O Céu não exigiu barganhas sádicas pecaminosas rasas ativas operantes morais imaculados limpos ou justiças impecáveis meritórias de pureza ativa limpa orgulhosas antes de rasgar os portões para jorrar sobre ele salvação; o Altíssimo condescendeu imponente curvar em puro amor letal e formidável infalível e exaustivo redentor com Seu favor impopular maravilhoso desmerecido imerecido escandalosamente deparar assombrosamente irrefutavelmente imaculado infindável imutável incondicional resgatador terno amoroso e formidável majestático com Sua incondicional amorosa inegociável de formidável incondicional e maravilhosa amorosa e redentora amorosa escandalosa graça letal avassaladora abissal imerecida indescritível e redentora! Jacó desmorona diante da assustadora consoladora temível terrível inominável assustadora santidade amável esmagadora refulgente consoladora avassaladora de que: "Quão formidável assombroso santo inusitado indescritível amedrontador terrível maravilhoso reluzente sublime solene amedrontador é infalível sagrado reverente sublime é este rincão inusitado estéril e desolado; de fato incólume indubitavelmente o Redentor Supremo estava enovelado velado acampando intocado veladamente ocultamente formidavelmente intercessor infatigável oculto resguardando calado amoroso ocultamente terno presente silenciosamente formidavelmente calado formidavelmente presente consolador providente infalível aqui neste pedregulho árido poeirento isolado perigoso rasteiro ermo esquecido esquecido relento e eu de nada deduzi ou vislumbrei!" (Gn 28:16-17). Ele unge e renomeia indubitável o pilar de refúgio memorial formidável erguido devocional como Betel ("A Morada Celestial do Deus Redentor").


FAQ

Qual o prenúncio teológico e cristológico maravilhoso formidável estupendo indissociável genial indescritivelmente resplandecente assombrosamente brilhante na monumental monumental esplendorosa gloriosa e maravilhosa inefável escada altíssima indestrutível impenetrável assombrosa infalível celeste na qual deslumbrou onírica estupefaciente brilhante arrebatadora e angelical atônito em sonho celestial glorioso o patriarca solitário e humilhado nas rochas sombrias da noite fúnebre inóspita angustiante de refúgio relento fugida de Luz? Toda o apogeu magistral estonteante encarnatório formidável glorioso imponente da grandiosa e estonteante escatologia formidável genial divina indestrutível da salvação converge inequivocamente majestática inerrantemente formidavelmente reluzente inquebrantável infalível e genial redentora na afirmativa esmagadora inegociável contundente amorosa solene magistral imponente triunfal de Cristo frente ao incrédulo natanael estupefato amado formidavelmente impactado chocado surpreso formidável confuso maravilhado estupefato inquiridor (João 1:51). Jesus assegurou majestático e infalível absoluto maravilhoso formidavelmente inusitado amorosamente inefável estonteante letárgico irrefutável brilhantes divino redentor incisivo aos apóstolos e assombrou maravilhou a teologia formidável estonteante irrefutável redentora encarnada: Ele mesmo era e encarnou sendo a escada formidável! O ser humano corrompido, por mais laboriosas vaidosas moralizantes religiosas esnobes altivas religiosas pretensas esnobes vãs presunçosas e morais fúteis asquerosas cegas inúteis vaidosas morais ou ascéticas presunçosas que sejam que fossem suas torres infames pagãs de intelecto laboriosas vãs arrogantes egocêntricas de Babel ascéticas construtoras terrenas profanas para justificação ativa pretensas obras vazias terrenas inúteis e fúteis (Babel), jamais faria de modo ascendente o alcance do seu fôlego sujo decaído corrompido imundo profano chegar inofensivo incólume assepticamente sem castigo fatal ao sagrado inatingível altíssimo limiar intocado infalível de santidade absoluta imensa e imensurável imaculada altíssima imaculada inviolável de aproximação santa gloriosa imaculada celestial e formidável de pura pureza. Cristo verte em formidável amor e torna-se a ÚNICA formidável intocada imutável grandiosa incorruptível sólida inabalável formidável insuperável sublime resgatadora segura consoladora infalível amorosa irrefutável celestial e majestática grandiosa perfeita incorruptível infalível resgatadora salvadora de ponte amorosa inefável única imutável salvífica imaculada eterna escada irrefutável e redentora substitutiva inquebrável substitutiva (O único mediador cabal suficiente irrefutável da redenção exata consoladora) que tocou simultaneamente formidavelmente inquebrável amoroso redentor esplêndido e misericordiosamente as misérias estéreis dores dores vales exiladas rochas rasas rasteiras do pó rasgado ferido amargurado do abismo trágico miserável do nosso pó poeirento desolador imundo e estéril e humilhado letal das mazelas nossas decaídas doloridas carnais, transpondo majestaticamente resgatando estonteante redentor maravilhosamente e unicamente resplandecente na Sua pessoa divinal encarnada redimida imaculada redentora vitoriosa esmagadora triunfante gloriosa irrefutável inabalável perfeita incorruptível indestrutível formidavelmente redentora santa reluzente irrevogável formidavelmente infalível perfeita redentora para o santuário perfeito de paz incorruptível formidavelmente puro majestático glórias santificadoras de salvação eternas do inominável incorruptível santuário altíssimo intocável e eterno Altíssimo! Em Cristo Deus deitou desceu infalível gracioso de misericórdia e em Cristo fomos resgatados para os braços do cume formidável de Graça de misericórdia!


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📖 No Dicionário

Graça
(1.) De forma ou pessoa (Prov. 1:9; 3:22; Sl. 45:2). (2.) Favor, bondade, amizade (Gên. 6:8; 18:3; 19:19; 2 Tim. 1:9). (3.) A misericórdia perdoadora de Deus (Rom. 11:6; Ef. 2:5). (4.) O evangelho distinguindo-se da lei (João 1:17; Rom. 6:14; 1 Ped. 5:12). (5.) Dons gratuitamente concedidos por Deus; como milagres, profecia, línguas (Rom. 15:15; 1 Cor. 15:10; Ef. 3:8). (6.) Virtudes cristãs (2 Cor. 8:7; 2 Ped. 3:18). (7.) A glória que haverá de ser revelada (1 Ped. 1:13)....
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Justificação
Um termo forense, oposto à condenação. Quanto à sua natureza, é o ato judicial de Deus, pelo qual ele perdoa todos os pecados daqueles que creem em Cristo, e os considera, aceita e trata como justos aos olhos da lei, isto é, como conformes a todas as suas exigências. Além do perdão (q.v.) do pecado, a justificação declara que todas as exigências da lei estão satisfeitas em relação ao justificado. É o ato de um juiz e não de um soberano. A lei não é relaxada ou posta de lado, mas é declarada cumprida no sentido mais estrito; e, assim, a pessoa justificada é declarada habilitada a todas as vantagens e recompensas decorrentes da obediência perfeita à lei (Rom. 5:1-10). Ela procede a partir da imputação ou crédito ao crente, pelo próprio Deus, da justiça perfeita, ativa e passiva, de seu Representante e Fiador, Jesus Cristo (Rom. 10:3-9). A justificação não é o perdão de um homem sem justiça, mas uma declaração de que ele possui uma justiça que satisfaz perfeitamente e para sempre a lei, a saber, a justiça de Cristo (2 Cor. 5:21; Rom. 4:6-8). A única condição sob a qual esta justiça é imputada ou creditada ao crente é a fé no Senhor Jesus Cristo. A fé é chamada de "condição", não porque possua qualquer mérito, mas apenas porque é o instrumento, o único instrumento pelo qual a alma se apropria ou apreende a Cristo e a sua justiça (Rom. 1:17; 3:25, 26; 4:20, 22; Fil. 3:8-11; Gál. 2:16). O ato de fé que assim assegura a nossa justificação assegura também, ao mesmo tempo, a nossa santificação (q.v.); e, portanto, a doutrina da justificação pela fé não conduz à licenciosidade (Rom. 6:2-7). As boas obras, embora não sejam o fundamento, são a consequência certa da justificação (6:14; 7:6). (Veja GÁLATAS, EPÍSTOLA AOS.) Justus (1.) Outro nome para José, alcunhado Barsabás. Ele e Matias são mencionados apenas em Atos 1:23. "Eles devem ter estado entre os primeiros discípulos de Jesus, e devem ter sido fiéis até o fim; devem ter sido bem conhecidos e estimados entre os irmãos. O que aconteceu com eles posteriormente, e qual obra realizaram, é inteiramente desconhecido" (Atos dos Apóstolos de Lindsay). (2.) Um prosélito judeu em Corinto, em cuja casa, ao lado da sinagoga, Paulo realizou reuniões e pregou após ter deixado a sinagoga (Atos 18:7). (3.) Um cristão judeu, chamado Jesus, o único colaborador de Paulo em Roma, onde ele escreveu sua Epístola aos Colossenses (Col. 4:11)....
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Providência
Significa literalmente previsão, mas é geralmente usada para denotar a preservação e o governo de Deus sobre todas as coisas por meio de causas secundárias (Sl. 18:35; 63:8; Atos 17:28; Col. 1:17; Hb. 1:3). A providência de Deus estende-se ao mundo natural (Sl. 104:14; 135:5-7; Atos 14:17), à criação bruta (Sl. 104:21-29; Mt. 6:26; 10:29), e aos assuntos dos homens (1 Cr. 16:31; Sl. 47:7; Pv. 21:1; Jó 12:23; Dn. 2:21; 4:25), e dos indivíduos (1 Sm. 2:6; Sl. 18:30; Lc. 1:53; Tg. 4:13-15). Estende-se também às ações livres dos homens (Êx. 12:36; 1 Sm. 24:9-15; Sl. 33:14, 15; Pv. 16:1; 19:21; 20:24; 21:1), e a coisas pecaminosas (2 Sm. 16:10; 24:1; Rm. 11:32; Atos 4:27, 28), bem como às suas boas ações (Fl. 2:13; 4:13; 2 Co. 12:9, 10; Ef. 2:10; Gl. 5:22-25). No que diz respeito às ações pecaminosas dos homens, elas são representadas como ocorrendo por permissão de Deus (Gn. 45:5; 50:20. Comp. 1 Sm. 6:6; Êx. 7:13; 14:17; Atos 2:3; 3:18; 4:27, 28), e como controladas (Sl. 76:10) e subvertidas para o bem (Gn. 50:20; Atos 3:13). Deus não causa nem aprova o pecado, mas apenas o limita, restringe e o subverte para o bem. O modo do governo providencial de Deus é completamente inexplicado. Sabemos apenas que é um fato que Deus governa todas as suas criaturas e todas as suas ações; que este governo é universal (Sl. 103:17-19), particular (Mt. 10:29-31), eficaz (Sl. 33:11; Jó 23:13), abrange eventos aparentemente contingentes (Pv. 16:9, 33; 19:21; 21:1), é consistente com a sua própria perfeição (2 Tm. 2:13) e para a sua própria glória (Rm. 9:17; 11:36). Salmos Os salmos são a produção de vários autores. "Apenas uma parte do Livro de Salmos reivindica Davi como seu autor. Outros poetas inspirados em gerações sucessivas adicionaram, ora uma, ora outra contribuição à coleção sagrada e, assim, na sabedoria da Providência, ela reflete mais completamente cada fase da emoção e das circunstâncias humanas do que poderia de outra forma." Mas é especialmente a Davi e aos seus contemporâneos que devemos este livro precioso. Nos "títulos" dos salmos, cuja autenticidade não há razão suficiente para duvidar, 73 são atribuídos a Davi. Pedro e João (Atos 4:25) atribuem a ele também o segundo salmo, que é um dos 48 que são anônimos. Cerca de dois terços de toda a coleção foram atribuídos a Davi. Os Salmos 39, 62 e 77 são endereçados a Jedutum, para serem cantados segundo o seu modo ou em seu coro. Os Salmos 50 e 73-83 são endereçados a Asafe, como mestre de seu coro, para serem cantados no culto a Deus. Os "filhos de Corá", que formavam uma parte proeminente dos cantores coatitas (2 Cr. 20:19), foram encarregados da organização e do canto dos Sl. 42, 44-49, 84, 85, 87 e 88. Em Lucas 24:44, a palavra "salmos" refere-se aos Hagiógrafos, isto é, as escrituras sagradas, uma das seções nas quais os judeus dividiram o Antigo Testamento. (Veja BÍBLIA.) Não se pode provar que nenhum dos salmos seja de data posterior ao tempo de Esdras e Neemias; portanto, toda a coleção estende-se por um período de cerca de 1.000 anos. Há no Novo Testamento 116 citações diretas do Saltério. O Saltério é dividido, por analogia ao Pentateuco, em cinco livros, cada um encerrando com uma doxologia ou bênção: (1.) O primeiro livro compreende os primeiros 41 salmos, todos os quais são atribuídos a Davi, exceto o 1, 2, 10 e 33, que, embora anônimos, também podem ser atribuídos a ele. (2.) O segundo livro consiste nos 31 salmos seguintes (42-72), dos quais 18 são atribuídos a Davi e 1 a Salomão (o 72º). Os demais são anônimos. (3.) O terceiro livro contém 17 salmos (73-89), dos quais o 86º é atribuído a Davi, o 88º a Hemã, o ezraíta, e o 89º a Etã, o ezraíta. (4.) O quarto livro também contém 17 salmos (90-106), dos quais o 90º é atribuído a Moisés, e o 101º e o 103º a Davi. (5.) O quinto livro contém os salmos restantes, 44 em número. Destes, 15 são atribuídos a Davi, e o 127º a Salomão. O Sl. 136 é geralmente chamado de "o grande halel". Mas o Talmud inclui também os Sl. 120-135. Os Sl. 113-118, inclusive, constituem o "halel" recitado nas três grandes festas, na lua nova e nos oito dias da festa da dedicação. "Presume-se que estas diversas coleções foram feitas em tempos de alta vida religiosa: a primeira, provavelmente, próximo ao fim da vida de Davi; a segunda nos dias de Salomão; a terceira pelos cantores de Josafá (2 Cr. 20:19); a quarta pelos homens de Ezequias (29, 30, 31); e a quinta nos dias de Esdras." O ritual mosaico não prevê o serviço do canto no culto a Deus. Davi foi quem primeiro ensinou a Igreja a cantar os louvores do Senhor. Ele introduziu, pela primeira vez, a música e o canto no ritual do tabernáculo. Diversos nomes são atribuídos aos salmos. (1.) Alguns trazem a designação hebraica *shir* (Gr. *ode*, um cântico). Treze possuem este título. Significa o fluxo da fala, por assim dizer, em linha reta ou em uma cadência regular. Este título inclui tanto cânticos seculares quanto sagrados. (2.) Cinquenta e oito salmos trazem a designação (Heb.) *mitsmor* (Gr. *psalmos*, um salmo), uma ode lírica, ou um cântico posto em música; um cântico sagrado acompanhado por um instrumento musical. (3.) O Sl. 145, e muitos outros, possuem a designação (Heb.) *tehillah* (Gr. *hymnos*, um hino), significando um cântico de louvor; um cântico cujo pensamento predominante é o louvor a Deus. (4.) Seis salmos (16, 56-60) possuem o título (Heb.) *michtam* (q.v.). (5.) O Sl. 7 e Hab. 3 trazem o título (Heb.) *shiggaion* (q.v.). Saltério Um instrumento musical, supondo-se ter sido um tipo de lira, ou uma harpa de doze cordas. A palavra hebraica *nebhel*, assim vertida, é traduzida como "viola" em Is. 5:12 (R.V., "alaúde"); 14:11. Em Dn. 3:5, 7, 10, 15, a palavra assim vertida é caldaica, *pesanterin*, que se supõe ser uma palavra de origem grega denotando um instrumento do tipo harpa....
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Graça
(1.) De forma ou pessoa (Prov. 1:9; 3:22; Sl. 45:2). (2.) Favor, bondade, amizade (Gên. 6:8; 18:3; 19:19; 2 Tim. 1:9). (3.) A misericórdia perdoadora de Deus (Rom. 11:6; Ef. 2:5). (4.) O evangelho distinguindo-se da lei (João 1:17; Rom. 6:14; 1 Ped. 5:12). (5.) Dons gratuitamente concedidos por Deus; como milagres, profecia, línguas (Rom. 15:15; 1 Cor. 15:10; Ef. 3:8). (6.) Virtudes cristãs (2 Cor. 8:7; 2 Ped. 3:18). (7.) A glória que haverá de ser revelada (1 Ped. 1:13)....
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Jacó
Aquele que segue os calcanhares de outro; suplantador (Gên. 25:26; 27:36; Os. 12:2-4), o segundo nascido dos filhos gêmeos de Isaque e Rebeca. Nasceu provavelmente em Laí-Rói, quando seu pai tinha cinquenta e nove anos e Abraão cento e cinquenta e nove anos. Como seu pai, possuía um temperamento tranquilo e gentil e, ao crescer, seguiu a vida de pastor, enquanto seu irmão Esaú tornou-se um caçador ativo. Seu trato com Esaú, porém, demonstrou muito egoísmo mesquinho e astúcia (Gên. 25:29-34). Quando Isaque tinha cerca de 160 anos de idade, Jacó e sua mãe conspiraram para enganar o patriarca idoso (Gên. 27), com o intuito de obter a transferência do direito de primogenitura para si. O direito de primogenitura assegurava àquele que o possuía (1) posição superior em sua família (Gên. 49:3); (2) uma porção dupla da herança paterna (Deut. 21:17); (3) o ofício sacerdotal na família (Núm. 8:17-19); e (4) a promessa da Semente na qual todas as nações da terra seriam abençoadas (Gên. 22:18). Logo após a obtenção da bênção de seu pai (Gên. 27), Jacó tornou-se consciente de sua culpa; e, temendo a ira de Esaú, por sugestão de Rebeca, Isaque enviou-o para Harã, a 400 milhas ou mais, para encontrar uma esposa entre seus primos, a família de Labão, o sírio (28). Lá ele encontrou Raquel (29). Labão não consentiu em dar-lhe sua filha em casamento até que ele tivesse servido por sete anos; mas, para Jacó, esses anos "pareceram apenas alguns dias, por causa do amor que sentia por ela". Mas, quando os sete anos expiraram, Labão astutamente enganou Jacó e deu-lhe sua filha Lia. Outros sete anos de serviço tiveram de ser completados, provavelmente, antes que ele obtivesse a amada Raquel. Mas "tristeza, desonra e provações para toda a vida, na providência retributiva de Deus, seguiram-se como consequência desta dupla união". Ao final dos quatorze anos de serviço, Jacó desejou retornar aos seus pais, mas, diante da súplica de Labão, permaneceu ainda seis anos com ele, pastoreando seus rebanhos (31:41). Partiu então com sua família e seus bens "para ir a Isaque, seu pai, na terra de Canaã" (Gên. 31). Labão ficou irado ao saber que Jacó havia partido em sua jornada e o perseguiu, alcançando-o em sete dias. O encontro foi de natureza dolorosa. Após muitas recriminações e censuras dirigidas a Jacó, Labão é finalmente pacificado e, despedindo-se afetuosamente de suas filhas, retorna para sua casa em Padã-Arã. E agora, todo vínculo dos israelitas com a Mesopotâmia chega ao fim. Logo após despedir-se de Labão, ele é encontrado por uma companhia de anjos, como se para saudá-lo em seu retorno e dar-lhe as boas-vindas de volta à Terra da Promessa (32:1, 2). Ele deu ao lugar o nome de Maanaim, isto é, "o acampamento duplo", provavelmente o seu próprio acampamento e o dos anjos. A visão dos anjos era a contraparte daquela que ele vira anteriormente em Betel, quando, vinte anos antes, o viajante cansado e solitário, a caminho de Padã-Arã, viu os anjos de Deus subindo e descendo na escada cujo topo alcançava o céu (28:12). Ele agora ouve, com consternação, sobre a aproximação de seu irmão Esaú, acompanhado por um bando de 400 homens para encontrá-lo. Em profunda angústia, ele se prepara para o pior. Sente que agora deve depender apenas de Deus e recorre a Ele em oração fervorosa, enviando adiante um presente munificente a Esaú: "um presente para meu senhor Esaú, de teu servo Jacó". A família de Jacó foi então conduzida através do Jaboque; mas ele próprio permaneceu para trás, passando a noite em comunhão com Deus. Enquanto estava assim engajado, surgiu alguém na forma de um homem que lutou com ele. Nesse combate misterioso, Jacó prevaleceu e, como memorial disso, seu nome foi mudado para Israel (aquele que luta com Deus); e o lugar onde isso ocorreu ele chamou de Peniel, "pois", disse ele, "vi a Deus face a face, e minha vida foi preservada" (32:25-31). Após esta noite angustiante, Jacó seguiu seu caminho, claudicando, misteriosamente enfraquecido pelo conflito, mas forte na certeza do favor divino. Esaú veio ao seu encontro; mas seu espírito de vingança fora apaziguado, e os irmãos se encontraram como amigos, e durante o restante de suas vidas mantiveram relações amistosas. Após uma breve estadia em Soco, Jacó avançou e armou sua tenda perto de Siquém (q.v.), 33:18; mas, finalmente, sob instruções divinas, mudou-se para Betel, onde erigiu um altar a Deus (35:6, 7), e onde Deus lhe apareceu e renovou a aliança abraâmica. Enquanto viajava de Betel a Efrata (o nome cananeu de Belém), Raquel morreu ao dar à luz seu segundo filho, Benjamim (35:16-20), quinze ou dezesseis anos após o nascimento de José. Ele então chegou à antiga residência da família em Mamre, para assistir ao leito de morte de seu pai, Isaque. A reconciliação completa entre Esaú e Jacó foi demonstrada por eles se unirem no sepultamento do patriarca (35:27-29). Jacó foi, logo depois disso, profundamente afligido pela perda de seu amado filho José, devido ao ciúme de seus irmãos (37:33). Segue-se então a história da fome e as sucessivas descidas ao Egito para comprar trigo (42), que levaram à descoberta do há muito perdido José, e à descida do patriarca com toda a sua casa, totalizando cerca de setenta almas (Êx 1:5; Dt 10:22; At 7:14), para habitar na terra de Gósen. Aqui Jacó, "depois de ter sido estranhamente fustigado por um oceano muito agitado, encontrou finalmente um porto tranquilo, onde todas as melhores afeições de sua natureza foram suavemente exercitadas e amplamente reveladas" (Gn 48). Por fim, o término de sua trajetória instável aproxima-se, e ele convoca seus filhos ao pé de seu leito para que possa abençoá-los. Entre suas últimas palavras, ele repete a história da morte de Raquel, embora quarenta anos tivessem se passado desde que tal evento ocorrera, com a mesma ternura como se tivesse acontecido apenas ontem; e quando "terminou de dar ordens a seus filhos, recolheu os pés na cama e entregou o espírito" (49:33). Seu corpo foi embalsamado e levado com grande pompa para a terra de Canaã, e sepultado ao lado de sua esposa Lia, na caverna de Macpela, conforme sua última vontade. Ali, provavelmente, seu corpo embalsamado permanece até hoje (50:1-13). (Veja HEBRON.) A história de Jacó é mencionada pelos profetas Oseias (12:3, 4, 12) e Malaquias (1:2). Em Miqueias 1:5, o nome é um sinônimo poético para Israel, o reino das dez tribos. Existem, além da menção de seu nome juntamente com os dos outros patriarcas, referências distintas a eventos de sua vida nas epístolas de Paulo (Rom. 9:11-13; Heb. 12:16; 11:21). Veja as referências à sua visão em Betel e à sua posse de terra em Siquém em João 1:51; 4:5, 12; também à fome que foi a ocasião de sua descida ao Egito em Atos 7:12 (Veja LUZ; BETHEL.)...
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Conversão
O voltar-se do pecador para Deus (At 15:3). Em um sentido geral, diz-se que os gentios são "convertidos" quando abandonam o paganismo e abraçam a fé cristã; e, em um sentido mais especial, os homens são convertidos quando, pela influência da graça divina em suas almas, toda a sua vida é mudada, as coisas velhas passam e todas as coisas se tornam novas (At 26:18). Assim, falamos da conversão do carcereiro filipense (16:19-34), de Paulo (9:1-22), do tesoureiro etíope (8:26-40), de Cornélio (10), de Lídia (16:13-15) e de outros. (Veja REGENERAÇÃO.)...
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