Personagens

Lição 8 – Elias Confia no Papai do Céu

Um altar feito com pedras redondinhas, chuvas e um foguinho que vem lá do alto! Ensine às criancinhas do berçário a maravilhosa causa e efeito do poder do divino que atende amorosamente e ouve a nossa oração com fogo brilhante.

24 de maio de 2026Equipe A Seara· 5 min leitura
Lição 8 – Elias Confia no Papai do Céu
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Introdução

Uma das maiores maravilhas da brincadeira dos bebês é tentar descobrir o que sai de trás de uma caixa ou debaixo dos blocos macios! A lição de hoje tem tudo aquilo de melhor do que as nossas curiosidades infantis gostam: pecinhas empilhadas uma sobre a outra, muita água geladinha caindo refrescantemente e as labaredinhas bem coloridas descendo feito milagre brilhante dos anjos do céu!

Vamos nos encontrar com o Vovô Elias na montanha bonita. Com calma, paciência, olhinhos fechados e as mãos unidas com respeito divino, a mágica do Papai do Céu vai fazer do impossível tornar-se em uma bela fogueira e aquecer a fé da nossa sala!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: 1 Reis 18 (fragmentos)


I. Água, Pedras e Oração!

O profeta Elias era um moço que queria provar aos coleguinhas dele como o Deus lá de cima era poderosão e respondia à sua oração com muito amor e confiança. Sabe como ele fez isto? Elias agachou e buscou empilhar um altar: colocou uma, duas, três, quatro pedrinhas de mentirinha, Plop, Plop, Plop, Plop, um monte delas! E aquele amontoado fez um palanquezinho bonitão de pedras rígidas!

A criançada devia ter vibrado! Só que ele aprontou e causou ainda mais bagunça pra provar tudo à quem zombava ali. Ele derramou litros grandes de água cristalina da jarra ali para molhar todo o palanque! Splash! Glugluglu! Eita, o chão ficou molhado! O menino encharcou as madeiras e as pedrinhas cinzas! Se alguém pensava em ascender qualquer isqueiro ou fagulhinha lá, já havia ido para os ares! Contudo, o Profeta fechou a mãozinha com a mais branda calma e esperança sincera do universo! Ele orou a Papai Jesus... aguardando o impensável ocorrer. Confiar seria o melhor passatempo para essa resposta inigualável!

II. Fogo Manso que Vence a Água!

Então o céu silênciou... O silêncio durou uns segundinhos de suspiro... e derrepente o mais majestoso dos espetáculos abriu a nuvem. Descendo em clarões de luz amarelinha em formatos redondinhos, desceu um labareda gloriosamente quente. Ele vinha do Altíssimo para as pedras! Wooosh. E lambeu tudo!

Aquele som amigável invadiu o palanque, beijando as águas! E o fogo secou toda a poça, as lenhas e derreteu aquilo até onde as olhadas espantosas não mais chegavam! Papai do Céu deu a última prova cabal de Seu poder divino imatavelmente poderoso. A criança sorria, todos batiam palmas e até gritaram em exaltação. Somente quem rege os céus consegue sobrepujar os molhados das angústias; quem confia nele recebe no fundo d´alma o clarão reluzente de respostas!


Conclusão

Saber confiar igualzinho ao que fez Elias, sabendo pedir, e apenas deixando a mão de Deus que nunca vacila responder à hora Dele, é fundamental.

Uma pequena criatura que engatinha talvez ache tudo gigante por perto, mas no toque cálido deste Amigo celestial e deste amor milagroso que consome os impedimentos frios das águas do mundo, sentirá eternamente calor divino protegendo sem nunca soltá-lo pelas intempéries. É só juntarmos devagar a palminha!


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Causa e efeito lógicos atestam na prática as ações invisíveis divinas para a compreensão neurobiológica das tenras idades do berço!

  • Montagem do Altar e Surpresas Tátil: Utilize cubos e pedras molinhas (de emborrachado E.V.A.), contem à medida que for colando-os juntos, instigando-os a tocarem o monte montado! Acople pequenos jorrinhos ou utilize uma pipeta plástica grande que chova finamente um jato lúdico borrifado, sem assustá-los, de água para emular essa chuvinha caindo peroladamente nas mãos da turma, sentindo o ardor suave da gota refrescante natural.
  • Sinal em LIBRAS: Enquanto fala em Deus ou fogo de orações milagrosas com "parentese melódico", suba os dedos com as duas palmas vibrando (mexendo dedilhando para cima lentamente como Fogo). Os bebês registram as vibrações das cordas visuais! :::

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🗣️ Desafio da Semana

Papai e mamãe, estimulem um vislumbrar sensato da fé noturna. Produzam a "Garrafinha PET do Fogo Molhado": encha o frasquinho com o óleo cristalino levinho infantil misturado num potinho de água com anilina/corante amarelo ou glitter em formato cintilante quente... Balance lentamente de noite e crie um fascínio contemplativo quando chacoalhar pro pequeno: "Papai do Céu desceu o fogo quente na água! Jesus cuida e manda fogueirinha protetora! O [Nome do bebê] dorme seguro sob essa promessa!" Crie fé de relaxamento lúdico inesquecível! :::


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📖EliasConfianca📖Fogo📖Milagre1 Reis📖Oséias

📖 No Dicionário

Elias
Cujo Deus é Jeová. (1.) "O tisbita", o "Elias" do Novo Testamento, é subitamente introduzido ao nosso conhecimento em 1 Reis 17:1, entregando uma mensagem do Senhor a Acabe. Há menção a uma cidade chamada Tisbe, ao sul de Cades, mas é impossível dizer se este era o lugar referido no nome dado ao profeta. Após ter entregue sua mensagem a Acabe, ele retirou-se, por comando de Deus, para um esconderijo junto ao ribeiro de Querite, além do Jordão, onde era alimentado por corvos. Quando o ribeiro secou, Deus enviou-o à viúva de Sarepta, uma cidade de Sidom, de cujas escassas provisões ele foi sustentado pelo período de dois anos. Durante este período, o filho da viúva morreu e foi restituído à vida por Elias (1 Reis 17: 2-24). Durante todos esses dois anos, uma fome prevaleceu na terra. Ao final deste período de recolhimento e de preparação para a sua obra (cf. Gál. 1:17, 18), Elias encontrou Obadias, um dos oficiais de Acabe, a quem este havia enviado para procurar pastagens para o gado, e ordenou-lhe que fosse dizer ao seu senhor que Elias estava ali. O rei veio e encontrou Elias, e o repreendeu como o perturbador de Israel. Propôs-se, então, que sacrifícios fossem oferecidos publicamente, com o propósito de determinar se Baal ou Jeová era o Deus verdadeiro. Isso foi feito no Carmelo, resultando que o povo caísse com os rostos em terra, clamando: "O Senhor, ele é o Deus". Assim se cumpriu a grande obra do ministério de Elias. Os profetas de Baal foram então mortos por ordem de Elias. Nem um único deles escapou. Em seguida, imediatamente veio a chuva, conforme a palavra de Elias e em resposta à sua oração (Tiago 5:18). Jezabel, enfurecida com o destino que recaíra sobre seus sacerdotes de Baal, ameaçou matar Elias (1 Reis 19:1-13). Ele, portanto, fugiu alarmado para Berseba e, de lá, partiu sozinho por um dia de jornada rumo ao deserto, sentando-se desanimado sob um zimbro. Enquanto dormia, um anjo o tocou e lhe disse: "Levanta-te e come; porque a jornada é longa demais para ti". Ele se levantou e encontrou um bolo e uma botija de água. Tendo participado do provimento assim milagrosamente fornecido, prosseguiu em seu caminho solitário por quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus, onde fixou sua morada em uma caverna. Ali o Senhor lhe apareceu e disse: "Que fazes aqui, Elias?". Em resposta às suas palavras desanimadas, Deus manifesta-lhe a sua glória e, então, ordena-lhe que retorne a Damasco e unja Hazael como rei sobre a Síria, Jeú como rei sobre Israel, e Eliseu para ser profeta em seu lugar (1 Reis 19:13-21; comp. 2 Reis 8:7-15; 9:1-10). Cerca de seis anos depois disso, ele advertiu Acabe e Jezabel sobre as mortes violentas que sofreriam (1 Reis 21:19-24; 22:38). Ele também, quatro anos mais tarde, advertiu Acazias (q.v.), que sucedera seu pai, Acabe, sobre a sua morte iminente (2 Reis 1:1-16). (Veja NABOTE.) Durante esses intervalos, ele provavelmente retirou-se para algum refúgio tranquilo, ninguém sabia onde. Sua entrevista com os mensageiros de Acazias a caminho de Ecrom, e o relato da destruição de seus capitães com suas cinquantenas, sugerem a ideia de que ele possa ter estado retirado, nessa época, no Monte Carmelo. Aproximava-se agora o momento em que ele seria arrebatado ao céu (2 Reis 2:1-12). Ele tinha um pressentimento do que o aguardava. Desceu a Gilgal, onde havia uma escola de profetas e onde residia seu sucessor, Eliseu, a quem ele havia ungido alguns anos antes. Eliseu ficou comovido com o pensamento de que seu mestre o deixaria, e recusou-se a separar-se dele. "Os dois seguiram adiante", e chegaram a Betel e Jericó, e atravessaram o Jordão, cujas águas "dividiram-se para cá e para lá" ao serem feridas com o manto de Elias. Chegados às fronteiras de Gileade, que Elias havia deixado muitos anos antes, "aconteceu que, enquanto ainda caminhavam e conversavam", foram subitamente separados por uma carruagem e cavalos de fogo; e "Elias subiu em um redemoinho ao céu", recebendo Eliseu o seu manto, que dele caiu enquanto ele ascendia. Nenhum dos antigos profetas é tão frequentemente mencionado no Novo Testamento. Os sacerdotes e levitas disseram ao Batista (João 1:25): "Por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias?". Paulo (Rom. 11:2) refere-se a um incidente em sua história para ilustrar seu argumento de que Deus não havia rejeitado o seu povo. Tiago (5:17) encontra nele uma ilustração do poder da oração. (Veja também Lucas 4:25; 9:54.) Ele foi um tipo de João Batista na severidade e no poder de suas repreensões (Lucas 9:8). Ele foi o Elias que "deve vir primeiro" (Mat. 11:11, 14), o precursor de nosso Senhor anunciado por Malaquias. Mesmo exteriormente, o Batista correspondia tão estreitamente ao profeta anterior que poderia ser chamado de um segundo Elias. Nele vemos "a mesma conexão com uma terra selvagem e desértica; o mesmo longo retiro no deserto; a mesma entrada súbita e surpreendente em sua obra (1 Reis 17:1; Lucas 3:2); até mesmo a mesma vestimenta, um manto de pelos e um cinto de couro em volta dos lombos (2 Reis 1:8; Mat. 3:4)". Quão profunda foi a impressão que Elias deixou na consciência da nação pode ser avaliada pela crença arraigada, fundamentada nas palavras de Malaquias (4:5, 6), que prevaleceu durante muitos séculos de que ele reapareceria para o alívio e a restauração do país. Cada figura notável que surgia em cena, independentemente de seus hábitos e características — fosse o severo João ou seu gentil Sucessor —, era proclamada como sendo Elias (Mt 11:13, 14; 16:14; 17:10; Mc 9:11; 15:35; Lc 9:7, 8; Jo 1:21). Sua aparição gloriosa no monte da transfiguração não parece ter pego os discípulos de surpresa. Eles ficaram extremamente temerosos, mas não, aparentemente, surpresos. (2.) O Elias mencionado em 2 Cr. 21:12-15 é suposto por alguns ser uma pessoa diferente da anterior. Ele viveu no tempo de Jeorão, a quem enviou uma carta de advertência (comp. 1 Cr. 28:19; Jr. 36), e atuou como profeta em Judá; enquanto o Tishbita era um profeta do reino do norte. Mas não parece haver necessidade de concluir que o escritor desta carta fosse algum outro Elias que não o Tishbita. Pode-se supor ou que Elias antecipou o caráter de Jeorão e, assim, escreveu a mensagem de advertência, a qual foi preservada nas escolas dos profetas até que Jeorão ascendesse ao trono após a translação do Tishbita, ou que a translação não tenha ocorrido de fato até depois da ascensão de Jeorão ao trono (2 Cr. 21:12; 2 Reis 8:16). Os eventos de 2 Reis 2 podem não estar registrados em ordem cronológica e, portanto, pode haver espaço para a opinião de que Elias ainda estivesse vivo no início do reinado de Jeorão....
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Fogo
(1.) Para propósitos sagrados. Os sacrifícios eram consumidos pelo fogo (Gn 8:20). O fogo perpétuo sobre o altar foi primeiramente aceso do céu (Lv 6:9, 13; 9:24), e posteriormente reacendido na dedicação do templo de Salomão (2 Cr 7:1, 3). As expressões "fogo do céu" e "fogo do Senhor" geralmente denotam relâmpagos, mas às vezes também o fogo do altar era assim chamado (Ex 29:18; Lv 1:9; 2:3; 3:5, 9). O fogo para um propósito sagrado obtido de outra forma que não fosse do altar era chamado de "fogo estranho" (Lev. 10:1, 2; Núm. 3:4). As vítimas sacrificadas para ofertas pelo pecado eram posteriormente consumidas pelo fogo fora do arraial (Lev. 4:12, 21; 6:30; 16:27; Heb. 13:11). (2.) Para fins domésticos, tais como assar, cozinhar, aquecimento, etc. (Jer. 36:22; Mar. 14:54; Jo 18:18). Mas, no Sábado, nenhum fogo para qualquer fim doméstico deveria ser aceso (Êx. 35:3; Núm. 15:32-36). (3.) A pena de morte por fogo era aplicada àqueles que eram culpados de certas formas de impureza e incesto (Lev. 20:14; 21:9). A queima de cativos em guerra não era desconhecida entre os judeus (2 Sam. 12:31; Jer. 29:22). Os corpos de pessoas infames que foram executadas também eram, às vezes, queimados (Jos. 7:25; 2 Reis 23:16). (4.) Na guerra, o fogo era usado na destruição de cidades, como Jericó (Jos. 6:24), Ai (8:19), Hazor (11:11), Laís (Jue. 18:27), etc. Os carros de guerra dos cananeus foram queimados (Jos. 11:6, 9, 13). Os israelitas queimaram as imagens (2 Reis 10:26; R.V., "pilares") da casa de Baal. Esses objetos de adoração parecem ter sido da natureza de obeliscos e, às vezes, eram evidentemente feitos de madeira. Tochas eram, às vezes, carregadas pelos soldados em batalha (Jue. 7:16). (5.) Figurativamente, o fogo é um símbolo da presença de Jeová e o instrumento de seu poder (Êx. 14:19; Núm. 11:1, 3; Jz. 13:20; 1 Reis 18:38; 2 Reis 1:10, 12; 2:11; Is. 6:4; Ez. 1:4; Ap. 1:14, etc.). A palavra de Deus também é comparada ao fogo (Jer. 23:29). Ela é referida como um emblema de provações severas ou infortúnios (Zac. 12:6; Lc 12:49; 1 Cor. 3:13, 15; 1 Pe. 1:7), e de punição eterna (Mt 5:22; Mc 9:44; Ap. 14:10; 21:8). A influência do Espírito Santo é comparada ao fogo (Mt 3:11). Sua descida foi denotada pela aparência de línguas como de fogo (Atos 2:3). Firebrand (Tocha/Graveto ardente) Is. 7:4, Amós 4:11, Zac. 3:2, denota a extremidade queimada de um bastão (Heb. ud); em Jz. 15:4, uma lâmpada ou tocha, um flambeau (Heb. lappid); em Prov. 26:18 (comp. Ef. 6:16), dardos ou flechas ardentes (Heb. zikkim). Firepan (Brasero) (Êx. 27:3; 38:3), um dos utensílios do serviço do templo (traduzido como "prato de aparar pavios" em Êx. 25:38; 37:23; e "incensário" em Lev. 10:1; 16:12). Era provavelmente uma bacia metálica de cinzas usada com o propósito de carregar carvão aceso para a queima de incenso, e de remover a fuligem ao aparar as lâmpadas. Firkin Usado apenas em João 2:6; a ânfora ática, equivalente ao bat hebreu (q.v.), uma medida para líquidos contendo cerca de 8 7/8 galões....
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Milagre
Um evento no mundo externo provocado pela agência imediata ou pela simples volição de Deus, operando sem o uso de meios capazes de serem discernidos pelos sentidos, e destinado a autenticar a comissão divina de um mestre religioso e a verdade de sua mensagem (Jo 2:18; Mt 12:38). É uma ocorrência simultaneamente acima da natureza e acima do homem. Demonstra a intervenção de um poder que não é limitado pelas leis nem da matéria nem da mente, um poder que interrompe as leis fixas que governam seus movimentos, um poder sobrenatural. "A suspensão ou violação das leis da natureza envolvida nos milagres não é nada mais do que aquilo que constantemente ocorre ao nosso redor. Uma força neutraliza outra: a força vital mantém as leis químicas da matéria em suspenso; e a força muscular pode controlar a ação da força física. Quando um homem levanta um peso do chão, a lei da gravidade não é suspensa nem violada, mas neutralizada por uma força mais forte. O mesmo é verdade quanto ao caminhar de Cristo sobre as águas e ao flutuar do ferro ao comando do profeta. A verdade simples e grandiosa de que o universo não está sob o controle exclusivo de forças físicas, mas que, em todo lugar e sempre, existe acima, separada de e superior a tudo o mais, uma vontade pessoal infinita, que não substitui, mas direciona e controla todas as causas físicas, agindo com ou sem elas." Deus ordinariamente efetua seu propósito por meio da agência de causas secundárias; mas ele possui também o poder de efetuar seu propósito imediatamente e sem a intervenção de causas secundárias, isto é, de invadir a ordem fixada e, assim, operar milagres. Assim, afirmamos a possibilidade de milagres, a possibilidade de uma mão superior intervir para controlar ou reverter os movimentos ordinários da natureza. No Novo Testamento, estas quatro palavras gregas são utilizadas principalmente para designar milagres: (1.) Semeion, um "sinal", isto é, uma evidência de uma comissão divina; uma atestação de uma mensagem divina (Mt 12:38, 39; 16:1, 4; Mc 8:11; Lc 11:16; 23:8; Jo 2:11, 18, 23; Atos 6:8, etc.); um sinal da presença e da operação de Deus; o selo de um poder superior. (2.) Terata, "prodígios"; eventos que causam espanto; portentos; produzindo assombro naquele que os contempla (Atos 2:19). (3.) Dunameis, "obras de poder"; obras de poder sobre-humano (Atos 2:22; Rm 15:19; 2 Ts 2:9); de um poder novo e superior. (4.) Erga, "obras"; as obras dAquele que é "maravilhoso em operar" (Jo 5:20, 36). Milagres são selos de uma missão divina. Os escritores sagrados apelaram a eles como provas de que eram mensageiros de Deus. Nosso Senhor também apelou aos milagres como prova conclusiva de Sua missão divina (João 5:20, 36; 10:25, 38). Assim, estando fora do curso comum da natureza e além do poder do homem, eles são adequados para transmitir a impressão da presença e do poder de Deus. Onde há milagres, certamente Deus está. O homem, portanto, que opera um milagre fornece, com isso, prova clara de que vem com a autoridade de Deus; eles são suas credenciais de que ele é mensageiro de Deus. O mestre aponta para essas credenciais, e elas são uma prova de que ele fala com a autoridade de Deus. Ele diz ousadamente: "Deus me testifica, tanto com sinais e prodígios, quanto com diversos milagres". A credibilidade dos milagres é estabelecida pela evidência dos sentidos por parte daqueles que são testemunhas deles e, para todos os demais, pelo testemunho de tais testemunhas. As testemunhas eram competentes, e seu testemunho é confiável. Os incrédulos, seguindo Hume, negam que qualquer testemunho possa provar um milagre, pois afirmam que os milagres são impossíveis. Demonstramos que os milagres são possíveis e, certamente, pode-se dar testemunho deles. Certamente são credíveis quando temos evidências abundantes e confiáveis de sua ocorrência. São credíveis assim como quaisquer fatos da história bem autenticados são credíveis. Os milagres, diz-se, são contrários à experiência. Naturalmente, são contrários à nossa experiência, mas isso não prova que fossem contrários à experiência daqueles que os testemunharam. Acreditamos em mil fatos, tanto da história quanto da ciência, que são contrários à nossa experiência, mas acreditamos neles com base em testemunhos competentes. Um ateu ou um panteísta deve, naturalmente, negar a possibilidade de milagres; mas para aquele que crê em um Deus pessoal, que em sua sabedoria pode julgar conveniente interferir nos processos ordinários da natureza, os milagres não são impossíveis, nem são incríveis. (Veja LISTA DE MILAGRES, Apêndice.)...
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Oseias
Salvação, filho de Beeri e autor do livro de profecias que leva seu nome. Ele pertencia ao reino de Israel. "Sua origem israelita é atestada pela dicção peculiar, rude e aramaizante, que aponta para a parte norte da Palestina; pelo conhecimento íntimo que ele demonstra das localidades de Efraim (5:1; 6:8, 9; 12:12; 14:6, etc.); por passagens como 1:2, onde o reino é denominado 'a terra', e 7:5, onde o rei israelita é designado como 'nosso' rei." O período de seu ministério (estendendo-se por cerca de sessenta anos) é indicado na sobrescrição (Os. 1:1, 2). Ele é o único profeta de Israel que deixou qualquer profecia escrita....
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