Personagens

Lição 3 – Papai do Céu Chama Moisés

Um fogo muito lindo que brilha bastante, mas não queima nem uma folhinha! Vamos viajar para o grande deserto com o pastor de ovelhas e tirar a nossa sandália para chegar bem pertinho do lugar quentinho do Papai do Céu!

19 de abril de 2026Equipe A Seara· 6 min leitura
Lição 3 – Papai do Céu Chama Moisés
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Introdução

Faz o som da ovelha para mim: Bééé! Bééé! Você sabe de quem é esse bichinho tão fofinho? Da mamãe ou do papai no sítio? Na aula de hoje nós vamos passear para um deserto grandão e muito calor, bem cheio de picos altos e dunas de areias quentinhas para encontrar o nosso amigo Moisés! Sabe de uma coisa? Moisés não era mais bebezinho e agora ele cuidava das ovelhas e andava muito. Só que num dia de sol maravilhoso com o seu cajado na mão para guiar suas ovelhinhas felpudas, o coraçãozinho do Moisés bateu mais forte: Tum, tum, tum, tum! Uma cena misteriosa, mágica com uma plantinha toda dourada balançava suas estrelas e a surpresa piscou do alto!

📖 TEXTO BÍBLICO BASE: Êxodo 3


I. Fogo Bonzinho da Sarça Brilhante

Enquanto nosso amiguinho Moisés ia andando com muito calor e suor pingando com suas amigas ovelhas, Moisés olhou pra longe em direção a uma plantinha bem baixinhas: uma Sarça (uma folhinha do deserto que parece galinhos secos).

Moisés estancou com os pés nas pedrinhas de olho arregalado, bem grande! “Que luz brilhosa é essa ali no meio? O fogo, socorro!” O Fogo comum quando esquenta no matinho, ele escurece as madeirinhas tristes e queima os galinhos machucando eles, não é verdade? Mamãe sempre diz que fogão de panela machuca na mãozinha do dedinho e não se deve por a mãozinha pra não chorar doidói e bolhinha! Mas a luz amarela linda dessa plantinha era difernte: ela não virava pó nem quebrava as folhinhas. A Árvore brilhou, iluminou como o sol ou como luzes amarelinhas doces da caminha e NÃO QUEIMAVA! Sabia do por que meus amiguinhos? Porque era da Mágica Fofinha nas mãos da Onipresença Quentinha do Criador, e esse milagre da Lúz avisava ao Pastor “Oieee O Ceu veio dar oí pra ti!”. Ninguém sentiu medo, sentiram umquentinho com muita paz da presença!

II. O Sandália das "Muitas Certezas" da Salvação

No silêncio quentinho de ventinhos fofos rolando pelas areias pra Moisé, De repente, a Voz Mágica mais Bonitas que de Reis de palácios soa com Amor do meio ali! Não era o passarinho quem piava ali; ERA DO SENHOR: "MOISÉS!"! E Moiseszinho ajoelhou dizendo: "As tuas ovelhinha estou pra ouvi-lo" Pai!. Oh que lindooo

O Senhor avisou “Calminha aí amigões!! Tire essas Sandálias Pós! Você pisou a Terrinha Especial! “. Crianças, os pés andando na areias por horas pegam sujerinhas de cocosinhos e poerada! Por isto tu chegas pras banheiras quando entras das pracinhas? O Deus Onimpotentes limpo Santo e Puro em sua casa, diz q com Deus, você Tira o Sapatinho ou botinha Pra O Reverênciar como uma purezinha que O Abraça com amor pra não dar chulé no Limpo Salvação Da Tua Camada Celestial. Tirar sandálias era os abracinhos apertados da Obediêcia Amigada de Moisés; para ouvir A voz! O Deus avisou a ele q O Faraós feião do Egito não esturrária e o Batalhão De Puros sairia na Missão De Amores q era Ele quem ganharia aquela Coragem e Tiraria Todo As Familinhas na vitórias!!!


Conclusão

Sabe, Jesus quer falar das doçuras com Seus pequeninos as noitinhas nos Quartos que vocês choram! Ele não irá usar de plantinhas e lúz forte q vc não sabe o que é; Mas o Chamados são na nossa salvação docinha. As Palavras de suas bíblias falão o recadinhos Dele. Tirem Os teus sapatinhos sujos quando Orar pra ficarem de Amores A Ele! Pois as suas histórias no Mundo De Milagres estão só acedendo a brilharr de glórias como Uma Lindo E Fofinho Feixe de Sol de Jesus que Iluminará Todos dos seus Dias!


:::professor

💡 Mesa do Professor: Ensinando de Coração

Visualizando Emoções Opostas Sem Medos de Fogo: Uma Sarça deve não parecer como do Perigo; mas LUZ

  • Dinâmica com Tiras Luminosa:: Não traga papel crepom avermelhados de focas fogo que amedonram; Enrrólem pequenas fitinhas led nas amareladas quentes amarrados os papel celofone amarelão. Junte numa plantinha plastico verde. Peça pr todos se aproximar! Se quiser colocar Caixinha de Som c / Fofinha voz da Narração Dele: MOISES ! -
  • Brincadeira da Tira do Sapatinho: Faça rodinha! Fale as Mãoinhas da “Terra Limpas!”. Mande q toda vez q O Somzinho dos passarinho ou sino (Represento do Ceus); Tire O 1 sapatões para mostrar “Sim, Limpinhos P Mestre Amadoo!!!”. :::

:::aplicacao

🗣️ Desafio da Semana

As Criancinhas adoram se calçar as noitinha sozinha em casa pra mamãe elogir suas forças d independência, ne? Essa da semana vamos os papis ensinar O "Acalma Das Sandálinhas Limpas”. No tapetinho de casa pro ladins, Sente com os Seletos amigões na rodinha familiar no carpett e peça Aos Bebezinhos p Tirarem os seu chinelinhos felpudos antes o Papai ou mamãe orar juntitos; “Meu Chinelo Aqui Pro Corações e Meu Pezinhos pra Limpesa Em Deus Pai!! “. É Recompensa! :::


🏷️ Explore mais:

Chamado📖Milagre📖Fogo📖OvelhasRespeito📖Êxodo

📖 No Dicionário

Milagre
Um evento no mundo externo provocado pela agência imediata ou pela simples volição de Deus, operando sem o uso de meios capazes de serem discernidos pelos sentidos, e destinado a autenticar a comissão divina de um mestre religioso e a verdade de sua mensagem (Jo 2:18; Mt 12:38). É uma ocorrência simultaneamente acima da natureza e acima do homem. Demonstra a intervenção de um poder que não é limitado pelas leis nem da matéria nem da mente, um poder que interrompe as leis fixas que governam seus movimentos, um poder sobrenatural. "A suspensão ou violação das leis da natureza envolvida nos milagres não é nada mais do que aquilo que constantemente ocorre ao nosso redor. Uma força neutraliza outra: a força vital mantém as leis químicas da matéria em suspenso; e a força muscular pode controlar a ação da força física. Quando um homem levanta um peso do chão, a lei da gravidade não é suspensa nem violada, mas neutralizada por uma força mais forte. O mesmo é verdade quanto ao caminhar de Cristo sobre as águas e ao flutuar do ferro ao comando do profeta. A verdade simples e grandiosa de que o universo não está sob o controle exclusivo de forças físicas, mas que, em todo lugar e sempre, existe acima, separada de e superior a tudo o mais, uma vontade pessoal infinita, que não substitui, mas direciona e controla todas as causas físicas, agindo com ou sem elas." Deus ordinariamente efetua seu propósito por meio da agência de causas secundárias; mas ele possui também o poder de efetuar seu propósito imediatamente e sem a intervenção de causas secundárias, isto é, de invadir a ordem fixada e, assim, operar milagres. Assim, afirmamos a possibilidade de milagres, a possibilidade de uma mão superior intervir para controlar ou reverter os movimentos ordinários da natureza. No Novo Testamento, estas quatro palavras gregas são utilizadas principalmente para designar milagres: (1.) Semeion, um "sinal", isto é, uma evidência de uma comissão divina; uma atestação de uma mensagem divina (Mt 12:38, 39; 16:1, 4; Mc 8:11; Lc 11:16; 23:8; Jo 2:11, 18, 23; Atos 6:8, etc.); um sinal da presença e da operação de Deus; o selo de um poder superior. (2.) Terata, "prodígios"; eventos que causam espanto; portentos; produzindo assombro naquele que os contempla (Atos 2:19). (3.) Dunameis, "obras de poder"; obras de poder sobre-humano (Atos 2:22; Rm 15:19; 2 Ts 2:9); de um poder novo e superior. (4.) Erga, "obras"; as obras dAquele que é "maravilhoso em operar" (Jo 5:20, 36). Milagres são selos de uma missão divina. Os escritores sagrados apelaram a eles como provas de que eram mensageiros de Deus. Nosso Senhor também apelou aos milagres como prova conclusiva de Sua missão divina (João 5:20, 36; 10:25, 38). Assim, estando fora do curso comum da natureza e além do poder do homem, eles são adequados para transmitir a impressão da presença e do poder de Deus. Onde há milagres, certamente Deus está. O homem, portanto, que opera um milagre fornece, com isso, prova clara de que vem com a autoridade de Deus; eles são suas credenciais de que ele é mensageiro de Deus. O mestre aponta para essas credenciais, e elas são uma prova de que ele fala com a autoridade de Deus. Ele diz ousadamente: "Deus me testifica, tanto com sinais e prodígios, quanto com diversos milagres". A credibilidade dos milagres é estabelecida pela evidência dos sentidos por parte daqueles que são testemunhas deles e, para todos os demais, pelo testemunho de tais testemunhas. As testemunhas eram competentes, e seu testemunho é confiável. Os incrédulos, seguindo Hume, negam que qualquer testemunho possa provar um milagre, pois afirmam que os milagres são impossíveis. Demonstramos que os milagres são possíveis e, certamente, pode-se dar testemunho deles. Certamente são credíveis quando temos evidências abundantes e confiáveis de sua ocorrência. São credíveis assim como quaisquer fatos da história bem autenticados são credíveis. Os milagres, diz-se, são contrários à experiência. Naturalmente, são contrários à nossa experiência, mas isso não prova que fossem contrários à experiência daqueles que os testemunharam. Acreditamos em mil fatos, tanto da história quanto da ciência, que são contrários à nossa experiência, mas acreditamos neles com base em testemunhos competentes. Um ateu ou um panteísta deve, naturalmente, negar a possibilidade de milagres; mas para aquele que crê em um Deus pessoal, que em sua sabedoria pode julgar conveniente interferir nos processos ordinários da natureza, os milagres não são impossíveis, nem são incríveis. (Veja LISTA DE MILAGRES, Apêndice.)...
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Fogo
(1.) Para propósitos sagrados. Os sacrifícios eram consumidos pelo fogo (Gn 8:20). O fogo perpétuo sobre o altar foi primeiramente aceso do céu (Lv 6:9, 13; 9:24), e posteriormente reacendido na dedicação do templo de Salomão (2 Cr 7:1, 3). As expressões "fogo do céu" e "fogo do Senhor" geralmente denotam relâmpagos, mas às vezes também o fogo do altar era assim chamado (Ex 29:18; Lv 1:9; 2:3; 3:5, 9). O fogo para um propósito sagrado obtido de outra forma que não fosse do altar era chamado de "fogo estranho" (Lev. 10:1, 2; Núm. 3:4). As vítimas sacrificadas para ofertas pelo pecado eram posteriormente consumidas pelo fogo fora do arraial (Lev. 4:12, 21; 6:30; 16:27; Heb. 13:11). (2.) Para fins domésticos, tais como assar, cozinhar, aquecimento, etc. (Jer. 36:22; Mar. 14:54; Jo 18:18). Mas, no Sábado, nenhum fogo para qualquer fim doméstico deveria ser aceso (Êx. 35:3; Núm. 15:32-36). (3.) A pena de morte por fogo era aplicada àqueles que eram culpados de certas formas de impureza e incesto (Lev. 20:14; 21:9). A queima de cativos em guerra não era desconhecida entre os judeus (2 Sam. 12:31; Jer. 29:22). Os corpos de pessoas infames que foram executadas também eram, às vezes, queimados (Jos. 7:25; 2 Reis 23:16). (4.) Na guerra, o fogo era usado na destruição de cidades, como Jericó (Jos. 6:24), Ai (8:19), Hazor (11:11), Laís (Jue. 18:27), etc. Os carros de guerra dos cananeus foram queimados (Jos. 11:6, 9, 13). Os israelitas queimaram as imagens (2 Reis 10:26; R.V., "pilares") da casa de Baal. Esses objetos de adoração parecem ter sido da natureza de obeliscos e, às vezes, eram evidentemente feitos de madeira. Tochas eram, às vezes, carregadas pelos soldados em batalha (Jue. 7:16). (5.) Figurativamente, o fogo é um símbolo da presença de Jeová e o instrumento de seu poder (Êx. 14:19; Núm. 11:1, 3; Jz. 13:20; 1 Reis 18:38; 2 Reis 1:10, 12; 2:11; Is. 6:4; Ez. 1:4; Ap. 1:14, etc.). A palavra de Deus também é comparada ao fogo (Jer. 23:29). Ela é referida como um emblema de provações severas ou infortúnios (Zac. 12:6; Lc 12:49; 1 Cor. 3:13, 15; 1 Pe. 1:7), e de punição eterna (Mt 5:22; Mc 9:44; Ap. 14:10; 21:8). A influência do Espírito Santo é comparada ao fogo (Mt 3:11). Sua descida foi denotada pela aparência de línguas como de fogo (Atos 2:3). Firebrand (Tocha/Graveto ardente) Is. 7:4, Amós 4:11, Zac. 3:2, denota a extremidade queimada de um bastão (Heb. ud); em Jz. 15:4, uma lâmpada ou tocha, um flambeau (Heb. lappid); em Prov. 26:18 (comp. Ef. 6:16), dardos ou flechas ardentes (Heb. zikkim). Firepan (Brasero) (Êx. 27:3; 38:3), um dos utensílios do serviço do templo (traduzido como "prato de aparar pavios" em Êx. 25:38; 37:23; e "incensário" em Lev. 10:1; 16:12). Era provavelmente uma bacia metálica de cinzas usada com o propósito de carregar carvão aceso para a queima de incenso, e de remover a fuligem ao aparar as lâmpadas. Firkin Usado apenas em João 2:6; a ânfora ática, equivalente ao bat hebreu (q.v.), uma medida para líquidos contendo cerca de 8 7/8 galões....
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Ovelhas
São de diferentes variedades. Provavelmente, os rebanhos de Abraão e Isaque eram da espécie selvagem ainda encontrada nas regiões montanhosas da Pérsia e do Curdistão. Após o Êxodo, e como resultado do intercâmbio com as nações vizinhas, outras espécies foram, sem dúvida, introduzidas nos rebanhos do povo de Israel. Elas são frequentemente mencionadas nas Escrituras. O cuidado de um pastor com seu rebanho é referido como uma ilustração do cuidado de Deus com o seu povo (Sl. 23:1, 2; 74:1; 77:20; Is. 40:11; 53:6; Jo 10:1-5, 7-16). "As ovelhas da Palestina têm a cabeça mais longa que as nossas, e possuem caudas que variam de 5 polegadas de largura na parte mais estreita a 15 polegadas na mais larga, sendo o peso proporcional e variando geralmente de 10 a 14 libras, mas às vezes chegando a 30 libras. As caudas são, de fato, enormes massas de gordura" (Geikie's Holy Land, etc.). A cauda era, sem dúvida, a "cauda" tão frequentemente referida nos sacrifícios levíticos (Êx. 29:22; Lv. 3:9; 7:3; 9:19). A tosquia das ovelhas era, geralmente, uma ocasião de grande festividade (Gn. 31:19; 38:12, 13; 1 Sm. 25:4-8, 36; 2 Sm. 13:23-28)....
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Êxodo
O grande livramento operado para os filhos de Israel quando foram tirados da terra do Egito com "mão forte e com braço estendido" (Êx 12:51; Deut. 26:8; Sl 114; 136), por volta de 1490 a.C., e quatrocentos e oitenta anos (1 Reis 6:1) antes da construção do templo de Salomão. O tempo de sua estadia no Egito foi, de acordo com Êx 12:40, o período de quatrocentos e trinta anos. Na LXX, as palavras são: "A estadia dos filhos de Israel, que habitaram no Egito e na terra de Canaã, foi de quatrocentos e trinta anos"; e a versão samaritana diz: "A estadia dos filhos de Israel e de seus pais, que habitaram na terra de Canaã e na terra do Egito, foi de quatrocentos e trinta anos". Em Gên 15:13-16, o período é dado profeticamente (em números redondos) como quatrocentos anos. Esta passagem é citada por Estêvão em sua defesa perante o concílio (Atos 7:6). A cronologia da "estadia" é estimada de diversas formas. Aqueles que adotam o prazo mais longo calculam da seguinte forma: | Anos | | Da descida de Jacó ao Egito até a | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de | Moisés 278 | | Do nascimento de Moisés à sua fuga para | Midiã 40 | | Da fuga de Moisés ao seu retorno ao | Egito 40 | | Do retorno de Moisés ao Êxodo 1 | | 430 Outros defendem o período mais curto de duzentos e quinze anos, sustentando que o período de quatrocentos e trinta anos compreende os anos desde a entrada de Abraão em Canaã (ver LXX e Samaritano) até a descida de Jacó ao Egito. Eles calculam da seguinte forma: | Anos | | Da chegada de Abraão a Canaã ao nascimento de | Isaque 25 | | Do nascimento de Isaque ao de seus filhos gêmeos | Esaú e Jacó 60 | | Do nascimento de Jacó à descida ao | Egito 130 | | (215) | | Da descida de Jacó ao Egito à | morte de José 71 | | Da morte de José ao nascimento de Moisés 64 | | Do nascimento de Moisés ao Êxodo 80 | | No total... 430 Durante os quarenta anos da estadia de Moisés na terra de Midiã, os hebreus no Egito estavam sendo gradualmente preparados para a grande crise nacional que se aproximava. As pragas que sucessivamente caíram sobre a terra afrouxaram os grilhões com os quais Faraó os mantinha em escravidão e, finalmente, ele estava ansioso para que partissem. Mas os hebreus também precisavam agora estar prontos para ir. Eles eram pobres; por gerações haviam trabalhado para os egípcios sem salário. Pediram presentes aos seus vizinhos ao redor (Êx 12:35), e estes lhes foram prontamente concedidos. E então, como o primeiro passo em direção à sua organização nacional independente, observaram a festa da Páscoa, que foi agora instituída como um memorial perpétuo. O sangue do cordeiro pascal foi devidamente aspergido nos umbrais e vergas de todas as suas casas, e todos estavam dentro, aguardando o próximo movimento na execução do plano de Deus. Finalmente, o último golpe caiu sobre a terra do Egito. "Aconteceu que, à meia-noite, Jeová feriu todos os primogênitos na terra do Egito." Faraó levantou-se durante a noite, e chamou por Moisés e Arão durante a noite, e disse: "Levantai-vos e saí do meio do meu povo, tanto vós quanto os filhos de Israel; e ide, servi a Jeová, como dissestes. Tomai também os vossos rebanhos e as vossas manadas, como dissestes, e ide-vos; e abençolai-me também." Assim, Faraó (q.v.) foi completamente humilhado e abatido. Estas palavras que ele dirigiu a Moisés e Arão "parecem transparecer através das lágrimas do rei humilhado, enquanto ele lamentava seu filho arrebatado dele por uma morte tão súbita, e tremer com a sensação de impotência que sua alma orgulhosa finalmente sentiu quando a mão vingadora de Deus visitou até mesmo o seu palácio". Os egípcios aterrorizados instaram agora a partida imediata dos hebreus. No meio da festividade da Páscoa, antes do alvorecer do 15º dia do mês de Abibe (aproximadamente nosso abril), que passaria a ser para eles, doravante, o início do ano, visto que era o começo de uma nova época em sua história, cada família, com tudo o que lhe pertencia, estava pronta para a marcha, a qual começou instantaneamente sob a liderança dos chefes das tribos com suas diversas subdivisões. Eles avançaram, aumentando à medida que progrediam de todos os distritos de Gósen, por onde estavam dispersos, em direção ao centro comum. Três ou quatro dias talvez tenham transcorrido antes que todo o corpo do povo estivesse reunido em Ramessés, e pronto para partir sob a liderança de seu guia, Moisés (Êx 12:37; Núm 33:3). Esta cidade era, naquela época, a residência da corte egípcia, e foi aqui que ocorreram as entrevistas entre Moisés e o Faraó. De Ramsés, eles viajaram para Sucote (Êx 12:37), identificada com Tel-el-Maskhuta, a cerca de 12 milhas a oeste de Ismailia. (Veja PITOM.) Sua terceira estação foi Etã (q.v.), 13:20, "na orla do deserto", e provavelmente ficava um pouco a oeste da moderna cidade de Ismailia, no Canal de Suez. Aqui, eles foram ordenados a "voltar e acampar diante de Pi-Hahirote, entre Migdol e o mar", isto é, a mudar sua rota de leste para o sul rigoroso. O Senhor assumiu então a direção de sua marcha na coluna de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite. Foram então conduzidos ao longo da margem oeste do Mar Vermelho até chegarem a um amplo local de acampamento "diante de Pi-Hahirote", a cerca de 40 milhas de Etã. Esta distância a partir de Etã pode ter levado três dias para ser percorrida, pois o número de locais de acampamento não indica, de modo algum, o número de dias gastos na jornada: por exemplo, levou um mês inteiro para viajar de Ramsés ao deserto de Sim (Êx 16:1), embora se faça referência a apenas seis locais de acampamento durante todo esse tempo. O local exato de seu acampamento antes de cruzarem o Mar Vermelho não pode ser determinado. Provavelmente ficava em algum lugar próximo ao atual local de Suez....
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