Pronunciada por Deus contra a serpente (Gên. 3:14) e contra Caim (4:11). Estas maledições divinas carregavam seu efeito consigo. Maldições proféticas foram, por vezes, pronunciadas por homens santos (Gên. 9:25; 49:7; Deut. 27:15; Josué 6:26). Tais maldições não são consequência de paixão ou vingança; são predições.
Ninguém, sob pena de morte, amaldiçoará pai ou mãe (Êx. 21:17), nem o príncipe de seu povo (22:28), nem o surdo (Lev. 19:14). Amaldiçoar a Deus ou blasfemar era punível com a morte (Lev. 24:10-16). As palavras "amaldiçoa a Deus e morre" (R.V., "renuncia a Deus e morre"), usadas pela esposa de Jó (Jó 2:9), têm sido interpretadas de várias maneiras. Talvez signifiquem simplesmente que, como nada além da morte era esperado, Deus, por meio desta maldição, interviria imediatamente e destruiria Jó, pondo assim fim aos seus sofrimentos.