Chamada por Galeno "o instrumento dos instrumentos". É o
símbolo da ação humana (Sl. 9:16; Jó 9:30; Is. 1:15; 1 Tm.
2:8). Lavar as mãos era um símbolo de inocência (Sl. 26:6;
73:13; Mt. 27:24), também de santificação (1 Co. 6:11; Is.
51:16; Sl. 24:3, 4). Em Sl. 77:2, a tradução correta é, como na
*Revised Version*, "Minha mão estava estendida", etc., em vez
de, como na *Authorized Version*, "Minha chaga escorreu na noite",
etc.
A mão direita denotava o sul, e a esquerda o norte (Jó 23:9; 1 Sm 23:19). Dar a mão direita era um penhor de fidelidade (2 Reis 10:15; Esdras 10:19); também de submissão aos vencedores (Ez 17:18; Jr 50:15). A mão direita era levantada ao fazer um juramento (Gn 14:22, etc.). A mão é frequentemente mencionada, particularmente a mão direita, como um símbolo de poder e força (Sl 60:5; Is 28:2). Beijar a mão é um ato de homenagem (1 Reis 19:18; Jó 31:27), e derramar água sobre as mãos de alguém é servi-lo (2 Reis 3:11). A mão de Deus é o símbolo de seu poder: o fato de estar sobre alguém denota favor (Esdras 7:6, 28; Is 1:25; Lc 1:66, etc.) ou punição (Êx 9:3; Jz 2:15; At 13:11, etc.). Uma posição à mão direita era considerada como o principal lugar de honra e poder (Sl 45:9; 80:17; 110:1; Mt 26:64).