(Atos 27:28), uma ilha no Mediterrâneo, a moderna Malta.
Aqui naufragou o navio no qual Paulo era transportado como prisioneiro para
Roma. A baía onde ocorreu o naufrágio hoje leva o nome de "Baía de São Paulo",
"uma certa enseada com uma praia". Ela tem cerca de 2 milhas de profundidade e 1 de largura, e toda a condição física do local corresponde à descrição do naufrágio dada em Atos 28. Foi originalmente colonizada pelos fenícios
("bárbaros", 28:2). Passou para a posse dos gregos (736 a.C.), de quem foi tomada pelos cartagineses (528 a.C.). Em 242 a.C., foi conquistada pelos romanos, e era governada por um propretor romano na época do naufrágio (Atos 28:7). Desde 1800, quando a guarnição francesa se rendeu à força inglesa, tem sido uma dependência britânica. A ilha tem cerca de 17 milhas de comprimento e 9 de largura, e cerca de 60 de circunferência. Após uma permanência de três meses nesta ilha, durante a qual os "bárbaros" lhes demonstraram não pouca bondade, Júlio conseguiu para si e para sua companhia uma passagem em outro navio de trigo alexandrino que havia invernando na ilha, no qual prosseguiram em sua viagem para Roma (Atos 28:13, 14).