Apenas o azeite de oliva parece ter sido utilizado entre os hebreus. Era
utilizado para diversos fins: para ungir o corpo ou o cabelo (Êx.
29:7; 2 Sam. 14:2; Sl. 23:5; 92:10; 104:15; Lc 7:46); em algumas
das ofertas (Êx. 29:40; Lev. 7:12; Núm. 6:15; 15:4), mas
era excluído da oferta pelo pecado (Lev. 5:11) e da
oferta de ciúme (Núm. 5:15); para queimar em lâmpadas (Êx. 25:6;
27:20; Mt 25:3); para fins medicinais (Is 1:6; Lc
10:34; Tg 5:14); e para ungir os mortos (Mt 26:12;
Lc 23:56).
Era um dos produtos mais valiosos do país (Dt
32:13; Ez 16:13), e constituía um item de amplo comércio
com Tiro (27:17).
O seu uso era um sinal de alegria (Sl 92:10; Is 61:3), e
a sua omissão, um sinal de tristeza (2 Sam. 14:2; Mt 6:17). Era
muito abundante na Galileia. (Veja OLIVA.)