Praticado pelos ismaelitas (Gên. 16:12), pelos caldeus e sabeus (Jó 1:15, 17) e pelos homens de Siquém (Jzg. 9:25. Ver também 1 Sm. 27:6-10; 30; Os. 4:2; 6:9). Ladrões infestavam a Judeia no tempo de nosso Senhor (Lc 10:30; Jo 18:40; At 5:36, 37; 21:38; 2 Co 11:26). As palavras da Versão Autorizada, "não considerou roubo ser igual", etc. (Fl 2:6, 7), são melhor vertidas na Versão Revisada como "não considerou um prêmio estar em igualdade", etc., isto é, "não viu a igualdade com Deus como um prêmio que não deveria escapar de suas mãos" = "não se apegou com avidez às prerrogativas de sua majestade divina; não exibiu ambiciosamente sua igualdade com Deus".
"Ladrões de igrejas" deveria ser vertido, como na Versão Revisada, como "de templos". No templo em Éfeso havia uma grande câmara do tesouro e, como tudo o que ali estava depositado estava sob a guarda da deusa Diana, roubar de tal lugar seria sacrilégio (At 19:37).