É usado no Antigo Testamento como uma designação de verdadeira piedade
(Prov. 1:7; Jó 28:28; Sl. 19:9). É um temor unido ao amor e à esperança,
e, portanto, não é um pavor servil, mas sim uma reverência filial.
(Compare com Deut. 32:6; Os. 11:1; Isa. 1:2; 63:16; 64:8.) Deus é chamado
de "o Temor de Isaque" (Gên. 31:42, 53), isto é, o Deus a quem Isaque
temeu.
Um temor santo é prescrito também no Novo Testamento como um
preventivo contra a negligência na religião e como um incentivo ao
arrependimento (Mat. 10:28; 2 Cor. 5:11; 7:1; Fil. 2:12; Ef. 5:21;
Heb. 12:28, 29).
📚
Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.