Quando Davi não teve permissão para construir o templo, ele procedeu,
entre os últimos atos de sua vida, com a assistência de Zadoque
e Ahimeleque, à organização dos serviços sacerdotais e musicais a
serem realizados na casa de Deus. (1.) Ele dividiu os sacerdotes
em vinte e quatro turnos (1 Cr. 24:1-19), sendo dezesseis da
casa de Eleazar e oito da de Itamar. Cada turno estava sob a
direção de um chefe ou líder, e ministrava por uma semana, sendo
a ordem determinada por sorteio. (2.) O restante dos 38.000 levitas
(23:4) também foi dividido em vinte e quatro turnos, cada um para
prestar algum serviço designado no culto público: 4.000, em
vinte e quatro turnos, foram separados como cantores e músicos
sob líderes distintos (25); 4.000 como porteiros ou guardiões das
portas e portões do santuário (26:1-19); e 6.000 como
oficiais e juízes para zelar pela administração da lei em
todos os assuntos civis e eclesiásticos (20-32).
Este arranjo foi restabelecido por Ezequias (2 Cr. 31:2);
e, posteriormente, os quatro turnos sacerdotais que se diz
terem retornado do Cativeiro foram redistribuídos no
número original de vinte e quatro por Esdras (6:18).