A tradução grega do hebraico Koheleth, que significa
"Pregador". A visão antiga e tradicional da autoria
deste livro atribui-o a Salomão. Esta visão pode ser
sustentada satisfatoriamente, embora outros o datem a partir do
Cativeiro. O escritor apresenta-se implicitamente como Salomão
(1:12). Foi apropriadamente intitulado A Confissão do Rei
Salomão. "O escritor é um homem que pecou ao ceder ao
egoísmo e à sensualidade, que pagou a penalidade desse pecado
na saciedade e no cansaço da vida, mas que, através de tudo isso,
esteve sob a disciplina de uma educação divina, e aprendeu
com ela a lição que Deus pretendia ensinar-lhe." "O escritor
conclui apontando que o segredo de uma vida verdadeira é que
o homem deve consagrar o vigor de sua juventude a Deus." A
nota tônica do livro ressoa no cap. 1:2,
"Vaidade de vaidades! diz o Pregador, vaidade de vaidades! tudo
é vaidade!"
isto é, todos os esforços do homem para encontrar a felicidade longe de Deus são
infrutíferos.