(Heb. *tappuah*, significando "fragrância"). Provavelmente o damasco ou o
marmelo é o pretendido pela palavra, visto que a Palestina era quente
demais para o crescimento de maçãs propriamente ditas. É enumerada
entre as árvores mais valiosas da Palestina (Joel 1:12), e frequentemente
referida em Cantares, sendo notada por sua beleza (2:3, 5; 8:5). Não
há nada que indique que tenha sido a "árvore do conhecimento do bem e
do mal". O Dr. Tristram sugeriu que o damasco possui melhores argumentos
do que qualquer outra árvore frutífera para ser a maçã das Escrituras.
Cresce até uma altura de 30 pés, possui uma massa arredondada de folhas
brilhantes e produz um fruto de cor alaranjada que exala um perfume
delicioso. A "menina dos olhos" é o heb. *ishon*, significando *manikin*
(bonequinho), isto é, a pupila do olho (Prov. 7:2).
(Comp. a promessa, Zac. 2:8; a oração, Sl. 17:8; e seu
cumprimento, Deut. 32:10.)
A chamada "maçã de Sodoma" alguns supuseram ser a
*Solanum sanctum* (Heb. *hedek*), traduzida como "sarça" (q.v.) em Miqueias
7:4, uma planta espinhosa que produz frutos semelhantes à maçã-de-terra.