Chamado também, segundo a Vulgata, de "Cânticos". É o "cântico dos cânticos" (1:1), por ser o mais refinado e precioso de sua espécie; a canção mais nobre, "das Hohelied", como a chama Lutero. A autoria salomônica deste livro tem sido questionada, mas evidências, tanto internas quanto externas, estabelecem adequadamente a visão tradicional de que ele é fruto da pena de Salomão. É um poema alegórico que expõe o amor mútuo de Cristo e da Igreja, sob o emblema do noivo e da noiva.
(Compare Mt 9:15; Jo 3:29; Ef 5:23, 27, 29; Ap 19:7-9;
21:2, 9; 22:17. Compare também Sl 45; Is 54:4-6; 62:4, 5; Jr
2:2; 3:1, 20; Ez 16; Os 2:16, 19, 20.)
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Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.