(1.) Heb. hoah (2 Reis 14:9; Jó 31:40). Em Jó 41:2 a palavra
hebraica é traduzida como "espinho", mas na Versão Revisada como "anzol".
Também é traduzida como "espinho" em 2 Cr. 33:11; Pv. 26:9; Ct. 2:2;
"sarças" em Is. 34:13. Supõe-se que seja uma variedade da
ameixeira brava, mas por alguns é considerado como o
cardo comum, do qual existem muitas variedades na Palestina.
(2.) Heb. *dardar*, significando "uma planta que cresce luxuriantemente" (Gên. 3:18; Os. 10:8); Gr. *tribolos*, "um ponto triplo" (Mat. 7:16; Heb. 6:8, "sarça", R.V. "cardo"). Este era provavelmente o cardo-estrela, chamado pelos botânicos de *Centaurea calcitropa*, ou "abrolhos", uma erva daninha comum em campos de cereais. (Veja ESPINHOS.)
Tomé, o Gêmeo, um dos doze (Mat. 10:3; Mar. 3:18, etc.). Ele também era chamado de Dídimo (Jo 11:16; 20:24), que é o equivalente grego do nome hebraico. Tudo o que sabemos a respeito dele está registrado no quarto Evangelho (Jo 11:15, 16; 14:4, 5; 20:24, 25, 26-29). Pela circunstância de que, nas listas dos apóstolos, ele é sempre mencionado juntamente com Mateus, que era filho de Alfeu (Mar. 3:18), e que estes dois são sempre seguidos por Tiago, que também era filho de Alfeu, supôs-se que estes três, Mateus, Tomé e Tiago, fossem irmãos.