(1.) A bandeira ou estandarte do tipo maior, servindo para três
tribos que marchavam juntas. Esses estandartes, dos quais havia
quatro, eram bordados e belamente ornamentados
(Núm. 1:52; 2:2, 3, 10, 18, 25; Cânt. 2:4; 6:4, 10).
(2.) A bandeira portada por cada tribo individualmente, de formato
menor. Provavelmente trazia nela o nome da tribo à qual
pertencia, ou alguma insígnia distintiva (Núm. 2:2, 34).
(3.) Uma bandeira de sinal elevada, não transportada, mas fixa.
Era usualmente erguida em uma montanha ou outro lugar elevado.
Assim que era vista, as trombetas de guerra eram tocadas (Sl. 60:4; Is. 5:26;
11:12; 13:2; 18:3; 30:17; Jr. 4:6, 21; Ez. 27:7).
(4.) Um "sinal de fogo" (Jr. 6:1) era às vezes usado como sinal.
Os estandartes e insígnias do exército romano possuíam imagens
idólatras, e por isso são chamados de "abominação da
desolação" (q.v.). O principal estandarte romano, entretanto, era
uma águia. (Veja Mt. 24:28; Lc. 17:37, onde a nação judaica
é comparada a um corpo morto, que as águias se reúnem para
devorar.)
O fato de Deus erguer ou dar um estandarte (Sl. 20:5; 60:4; Cânt. 2:4)
significa sua presença, proteção e auxílio estendidos ao seu
povo.