(Heb. akhbar, "escavador veloz"), propriamente o dormice, o
camundongo (1 Sm 6:4). Em Lv 11:29, Is 66:17 esta palavra é
usada genericamente e inclui o jerboa (Mus jaculus), o rato,
o hamster (Cricetus), os quais, embora declarados animais
impuros, eram comidos pelos árabes e ainda são comidos pelos
beduínos. Diz-se que não menos que vinte e três espécies deste
grupo (akhbar=Árabe ferah) de animais habitam a Palestina.
Deus "assolou" o povo de Asdode através da terrível visitação
de camundongos, que são como gafanhotos em seus efeitos
destrutivos (1 Sm 6:4, 11, 18). Heródoto, o historiador grego,
explica a destruição do exército de Senaqueribe (2 Reis 19:35)
afirmando que, durante a noite, milhares de ratos invadiram o
acampamento e roeram as cordas dos arcos, as aljavas e os
escudos, deixando assim os assírios indefesos. (Veja SENAQUERIBE.)