📖 Dicionário Bíblico de Easton

Astronomia

M.G. Easton, 1897206 palavras~1 min de leituraDomínio Público

Os hebreus eram estudiosos devotos das maravilhas do firmamento

estrelado (Amós 5:8; Sl. 19). No Livro de Jó, que é, com toda a

probabilidade, o livro mais antigo da Bíblia, as constelações

são distinguidas e nomeadas. Faz-se menção à "estrela da

manhã" (Apoc. 2:28; comp. Isa. 14:12), às "sete estrelas" e

"Plêiades", "Órion", "Arcturus", a "Ursa Maior" (Amós 5:8; Jó

9:9; 38:31), a "serpente tortuosa", Draco (Jó 26:13), os

Dióscuros, ou Gêmeos, "Castor e Pólux" (Atos 28:11). As estrelas

eram chamadas de "o exército do céu" (Isa. 40:26; Jer. 33:22).

As divisões mais antigas do tempo baseavam-se principalmente na observação dos movimentos dos corpos celestes, as "ordenanças do céu" (Gên. 1:14-18; Jó 38:33; Jer. 31:35; 33:25). Tais observações levaram à divisão do ano em meses e ao mapeamento das aparições das estrelas em doze porções, que receberam dos gregos o nome de "zodíaco". A palavra "Mazzaroth" (Jó 38:32) significa, conforme as notas de margem, "os doze signos" do zodíaco. Observações astronômicas também eram necessárias entre os judeus para a fixação do momento apropriado para as cerimônias sagradas, as "luas novas", a "páscoa", etc. Encontram-se muitas alusões à manifestação da sabedoria e do poder de Deus, conforme visto nos céus estrelados (Sl. 8; 19:1-6; Is. 51:6, etc.)

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Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.