📖 Dicionário Bíblico de Easton

Impostos

M.G. Easton, 1897245 palavras~1 min de leituraDomínio Público

Mencionado primeiramente no comando (Êx 30:11-16) de que todo

judeu com vinte anos ou mais deveria pagar um imposto anual de

"meio siclo como oferta ao Senhor". Este decreto foi fielmente

observado por muitas gerações (2 Cr 24:6; Mt 17:24).

Posteriormente, quando o povo teve reis para reinar sobre eles, começaram, como Samuel os havia alertado (1 Sam. 8:10-18), a pagar impostos para fins civis (1 Reis 4:7; 9:15; 12:4). Tais impostos, em quantias maiores, foram posteriormente pagos aos príncipes estrangeiros que os governavam.

No Novo Testamento, o pagamento de impostos, impostos por governantes legítimos, é prescrito como um dever (Rom. 13:1-7; 1 Pe 2:13, 14). Faz-se menção ao imposto (*telos*) sobre mercadorias e viajantes (Mt 17:25); ao imposto anual (*phoros*) sobre a propriedade (Lc 20:22; 23:2); ao imposto per capita (*kensos*, "tributo", Mt 17:25; 22:17; Mc 12:14); e ao imposto do templo ("dinheiro do tributo" = duas dracmas = meio siclo, Mt 17:24-27; cf. Êx 30:13). (Veja TRIBUTO.)

O recenseamento (Lc 2:2; R.V., "enrolment"), "quando Quirino era governador da Síria", é simplesmente um censo da população, ou um registro deles com vistas à sua tributação. O decreto para o recenseamento foi a ocasião para a ida de José e Maria a Belém. Alguns argumentaram que Quirino (q.v.) foi governador da Cilícia e da Síria, tanto na época do nascimento de nosso Senhor quanto alguns anos depois. Este decreto para o recenseamento referia-se a todo o mundo romano, e não apenas à Judeia. (Veja CENSO.)

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Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.