As primícias da terra eram oferecidas a Deus, assim como o primogênito do homem e dos animais.
A lei exigia, (1.) Que, no dia seguinte ao Sábado da Páscoa, um feixe de grão novo fosse balançado pelo sacerdote diante do altar (Lev. 23:5, 6, 10, 12; 2:12).
(2.) Que na festa de Pentecostes, dois pães de massa levedada, feitos da farinha nova, fossem balançados de maneira semelhante (Lev. 23:15, 17; Núm. 28:26).
(3.) A festa dos Tabernáculos era um reconhecimento de que os frutos da colheita vinham do Senhor (Êx. 23:16; 34:22).
(4.) Além disso, cada indivíduo era obrigado a consagrar a Deus uma porção das primícias da terra (Êx. 22:29; 23:19; 34:26; Núm. 15:20, 21).
(5.) A lei prescrevia que nenhum fruto deveria ser colhido de árvores frutíferas recém-plantadas durante os três primeiros anos, e que as primícias do quarto ano deveriam ser consagradas ao Senhor (Lev. 19:23-25). Jeremias (2:3) alude à ordenança das "primícias" e, portanto, ele deve ter tido conhecimento dos livros de Êxodo, Levítico e Números, onde as leis a esse respeito estão registradas.