O vaso no qual o incenso era apresentado no "altar de ouro" perante o Senhor no templo (Êx 30:1-9). O sacerdote enchia o incensário com brasas vivas do fogo sagrado sobre o altar do holocausto e, tendo-o levado para o santuário, lançava ali, sobre as brasas ardentes, o incenso suave (Lv 16:12, 13), que elevava uma nuvem de fumaça, preenchendo o aposento com fragrância. Os incensários de uso diário eram de bronze (Nm 16:39) e eram designados por um nome hebraico diferente, *miktereth* (2 Cr 26:19; Ez 8:11); enquanto aqueles usados no dia da Expiação eram de ouro, e eram denotados por uma palavra (*mahtah*) que significa "algo para levar o fogo"; LXX. *pureion* = um braseiro. Salomão preparou para o templo incensários de ouro puro (1 Reis 7:50; 2 Cr 4:22). O anjo no Apocalipse é representado com um incensário de ouro (Ap 8:3, 5). Paulo fala do incensário de ouro como pertencente ao tabernáculo (Hb 9:4). A palavra grega *thumiaterion*, aqui traduzida como "incensário", pode denotar mais apropriadamente, como na margem da *Revised Version*, "o altar do incenso". Paulo não diz aqui que o *thumiaterion* estava no lugar santíssimo, pois ele estava no lugar santo, mas que o santíssimo o possuía, isto é, que pertencia ao santíssimo (1 Reis 6:22). Estava intimamente conectado ao serviço do sumo sacerdote no santíssimo.
A maneira como o incensário deve ser utilizado está descrita em Nm 4:14; Lv 16:12.