(Heb. tamar), a tamareira característica da Palestina. É
descrita como "florescente" (Sl. 92:12), alta (Ct. 7:7),
"ereta" (Jr. 10:5). Seus ramos são um símbolo de vitória
(Ap. 7:9). "Elevando-se com um caule esguio de 40 ou 50, às vezes até
80 pés de altura, seus únicos ramos, as frondes plumosas, semelhantes à neve,
de cor verde-pálido, com 6 a 12 pés de comprimento, curvando-se do seu topo,
a palmeira atrai o olhar onde quer que seja vista." Toda a terra
da Palestina era chamada pelos gregos e romanos de Fenícia,
isto é, "a terra das palmeiras". Tadmor, no deserto, era chamada pelos
gregos e romanos de Palmira, isto é, "a cidade das palmeiras". Os
exemplares mais finos desta árvore cresciam em Jericó (Dt. 34:3) e
Engedi e ao longo das margens do Jordão. Ramos de palmeira
eram carregados na festa dos Tabernáculos (Lv. 23:40). Na
entrada triunfal de nosso Senhor em Jerusalém, as multidões tomaram
ramos de palmeira e saíram ao seu encontro, clamando: "Hosana:
Bendito é o Rei de Israel que vem em nome do Senhor" (Mt. 21:8; Jo. 12:13). (Veja TÂMARA.)