(1.) Heb. arabim (Lev. 23:40; Jó 40:22; Isa. 15:7; 44:3, 4; Sl.
137:1, 2). Supunha-se que este fosse o salgueiro-chorão, chamado por
Lineu de Salix Babylonica, devido à referência no Sl. 137. Esta
árvore é frequentemente encontrada "na costa, debruçando-se sobre poços e
tanques. Há uma árvore conspícua desta espécie sobre um tanque
na planície de Acre, e outras na planície fenícia". Existem diversas
espécies de salix na Palestina, mas não é indígena da Babilônia, nem foi
cultivada lá. Alguns são de opinião que a árvore pretendida é a tamargueira ou o álamo.
(2.) Heb. tzaphtzaphah (Ez. 17:5), chamada pelos árabes de
safsaf, o nome geral para o salgueiro. Esta pode ser a Salix
AEgyptica dos naturalistas.
Tristram acredita que, por "salgueiro junto aos ribeiros", refere-se ao *Nerium oleander*, o loendro. Ele diz: "Ele orla o Jordão Superior, mergulhando sua coroa ondulada de vermelho nos borrifos das corredeiras sob o Hermom, e é nutrido pelos pântanos lodosos no Jordão Inferior, quase até Jericó... No Arnom, no Jaboque e no Yarmuk, ele forma uma orla contínua. Em muitos dos riachos de Moabe, forma uma barreira completa, a qual os raios do sol jamais conseguem penetrar para evaporar a preciosa umidade. O javali jaz seguramente abrigado sob sua cobertura impermeável."