Geralmente compreendido como denotando o Messias, "o pacífico",
conforme a palavra significa (Gênesis 49:10). A Versão Vulgata
traduz a palavra como "aquele que deve ser enviado", em alusão ao
Messias; a Versão Revisada, na margem, "até que ele venha a Siló";
e a LXX., "até que aquilo que é seu venha a Siló". É mais simples e natural traduzir a expressão, como na
Versão Autorizada, "até que Siló venha", interpretando-a como um
nome próprio (comp. Isaías 9:6).
Siló, um lugar de descanso, uma cidade de Efraim, "ao norte de Betel", de onde dista 10 milhas (Jzg. 21:19); a moderna Seilun (o termo árabe para Siló), uma "massa de ruínas informes". Aqui o tabernáculo foi erguido após a Conquista (Jos. 18:1-10), onde permaneceu durante todo o período dos juízes, até que a arca caísse nas mãos dos filisteus. "Nenhum lugar na Palestina Central poderia ser mais isolado do que este antigo santuário, nada mais desprovido de características do que a paisagem ao redor; tão desprovida, de fato, a paisagem e tão isolado o lugar que, desde a época de São Jerônimo até a sua redescoberta pelo Dr. Robinson em 1838, o próprio local foi esquecido e permaneceu desconhecido." É mencionado por Jeremias (7:12, 14; 26:4-9) quinhentos anos após a sua destruição.