O nome dado à torre que os pais primitivos de nossa raça construíram na terra de Sinear após o Dilúvio (Gên. 11:1-9). O objetivo deles ao construir esta torre era, provavelmente, que ela pudesse ser vista como um ponto de encontro na extensa planície de Sinear, para a qual haviam emigrado das terras altas da Armênia, e assim evitar que fossem dispersos. Mas Deus interveio e derrotou o seu desígnio ao confundir a sua língua, e daí o nome Babel, que significa "confusão". Nas tabuletas babilônicas há um relato deste evento, e também da criação e do dilúvio. (Veja CALDEIA.)
O Templo de Belus, que se supõe ocupar o seu local, é descrito pelo historiador grego Heródoto como um templo de grande extensão e magnificência, erguido pelos babilônios para o seu deus Belus. Os tesouros que Nabucodonosor trouxe de Jerusalém foram depositados neste templo (2 Cr. 36:7).
O Birs Nimrud, na antiga Borsippa, a cerca de 7 milhas a sudoeste de Hillah — a cidade moderna que ocupa parte do sítio da antiga Babilônia — e a 6 milhas do Eufrates, é uma massa imensa de fragmentos quebrados e calcinados pelo fogo, com cerca de 2.300 pés de circunferência, elevando-se subitamente a uma altura de 235 pés acima da planície desértica, e é, provavelmente, considerado como as ruínas da Torre de Babel. Esta é "uma das ruínas mais imponentes do país". Outros acreditam tratar-se das ruínas do Templo de Belus.