📖 Dicionário Bíblico de Easton

Magia

M.G. Easton, 1897224 palavras~1 min de leituraDomínio Público

Os judeus parecem ter consultado precocemente os terafins (q.v.) em busca de

respostas oraculares (Jzg. 18:5, 6; Zac. 10:2). Há uma

ilustração notável desta adivinhação por meio de terafins em Ez.

21:19-22. Lemos também sobre a taça de adivinhação de José (Gn.

44:5). Os magos do Egito são frequentemente mencionados na

história do Êxodo. A magia era parte inerente da antiga

religião egípcia e infiltrava-se amplamente em sua vida cotidiana.

Todas as artes mágicas foram distintamente proibidas sob pena de

morte na lei mosaica. Os judeus foram ordenados a não aprender a

"abominação" dos povos da Terra Prometida (Lv.

19:31; Dt. 18:9-14). A história da consulta de Saul à

pitonisa de Endor (1 Sm. 28:3-20) não oferece justificativa para atribuir

poder sobrenatural aos magos. Desde o início, a pitonisa é

aqui apenas uma espectadora. A prática da magia persistiu entre o

povo até depois do Cativeiro, quando a abandonaram gradualmente.

Não se faz muita referência a isso no Novo Testamento. Os Magos mencionados em Mt 2:1-12 não eram magos no sentido comum da palavra. Eles pertenciam a uma casta religiosa, os seguidores de Zoroastro, os astrólogos do Oriente. Simão, um mago, foi encontrado por Filipe em Samaria (Atos 8:9-24); e Paulo e Barnabé encontraram Elimas, um feiticeiro judeu, em Pafos (13:6-12). Em Éfeso, houve uma grande destruição de livros de magia (Atos 19:18, 19).

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Dicionário Bíblico de Easton
M.G. Easton · 1897 · Domínio Público · Traduzido por IA (Gemma 4) e revisado pela equipe A Seara.